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By Ferramentas Blog

segunda-feira, novembro 04, 2019

PEDRO ANGI
























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Mergulhado em boa música brasileira e rock internacional desde o berço, Pedro Angi aka ''Pedrada '' iniciou com o violão aos 11 anos, e aos 12 ganhou sua primeira guitarra. Aos 15 anos começou a se destacar nos luaus e rodas de violão. Nessa época também foi quando teve seu primeiro contato com o Reggae e a cultura Rastafari, que gradualmente foram me influenciando cada vez mais. Sob forte influência do som de Bob Marley, Pedro Angi iniciou a composição das suas primeiras canções aos 17 anos, e foi aos poucos encontrando na música um caminho para se comunicar diretamente ao coração das pessoas. Não demorou até encontrar algumas bandas para tocar: Canoazu, Jahmim e Jah I Ras. Em 2004 participou da criação da banda CULTIVO, à frente da qual gravou e mixou 2 CDs, 'Árvore Urbana' (2006) e 'Orgânico' (2008) sendo o segundo um álbum duplo. Com a Cultivo fizeram apresentações em mais de 50 cidades em 5 Estados Brasileiros (RS, SC, PR, SP e BA). Em 2009 gravou 2 CDs solo com canções que escapam ao estilo Reggae: 'AIE NAI' e 'Sample'. Em 2012 foi gravado o CD 'Pedrada Acústico', com estilo Bossa e MPB, em quarteto, que só veio a ser lançado no ano seguinte, ano em que se deu o fim da Cultivo. Nesse mesmo ano de 2013,Angi atuou na criação da banda de reggae Angatu, dando início à sequência de ensaios e gravação do primeiro CD intitulado 'A Vida Que Eu Sempre Quis', lançado em 2014. Em apenas 3 anos de existência Angatu já é reconhecida como uma das principais bandas do Sul do Brasil, tendo tocado nas principais cidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A banda também se apresentou na Espanha e fizeram apresentações acústicas em Portugal.

quarta-feira, outubro 16, 2019

LUCAS PLANT















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Com voz marcante, de timbre agudo e suave e autenticidade nas canções, Lucas Plant,de Florianópolis,Santa Catarina, une ritmos modernos e vai na raiz cultural de povos originários do Brasil, América e África, unindo sabedorias ancestrais em prol da música e da harmonia e bem viver provocados por ela.Lucas Plant tem como missão sonora e espiritual sintonizar a frequência de cada coração à sua missão de vida. Assim, a autenticidade das letras trazem a consciência de aproveitar a vida com contemplação e simplicidade, onde o amor e a música se unem como chaves de plenitude da alma, frequência sonora e espiritual da mistura do Reggae com Psicodelia, Groovee muito sentimento. Releituras de Pink Floyd, Bob Marley, Gilberto Gil e Tim Maia dão toques de Samba, Blues e Rock Psicodélico aos ritmos jamaicanos de Max Romeo, Clinton Fearon e The Skatalites. Assim, o show se torna marcante e inesquecível, onde o poder contido nas ondas sonoras vão provocando ecstasy e euforia através do Dub e Ska. Desde 2015, Lucas Plant se apresenta com banda e fazendo acústicos, começando sua carreira na Barra da Lagoa em Florianópolis (SC), onde reuniu mais de 4 mil pessoas a cada “Luau Reggae Barra da Lagoa”(2016-2018). Além de Floripa, já tocou pelo litoral de SC (Garopaba, Ferrugem, Praia do Rosa e São Francisco do Sul), com recente tour por São Paulo e união com a banda Levi Ras (SP), o fruto da parceria entre as bandas é o Single “Reggae Minha Vida”. que será lançado com videoclipe ainda esse ano. Em estúdio, Prepara um EP para ser lançado em Outubro com Pedro Angi (Cultivo) nos próximos meses, onde também está produzindo o novo álbum intitulado “No Groove da Vida”, com lançamento previsto para o começo do ano que vem. Enquanto isso, faz parcerias com bandas locais, de proporção regional e nacional. Com o primeiro Single  “Bom Guerreiro” lançado recentemente, promete videoclipes de novos singles para os próximos meses, como é o caso do Single “Naufragados”, música em homenagem à praia do extremo sul da Ilha da Magia, que tem lançamento previsto para dezembro no Coletânea Reggae Floripa 2020. Nos shows, Lucas Plant e Os 7 Chakras se apresentam com Teclado, Bateria, Baixo, Saxofone e Lucas Plant na Voz principal, Guitarra e Gaita de Boca, onde o público conecta os 7 Chakras ao momento presente atentos ao groove e à sincronicidade da vida. Siga nas redes sociais:
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-https://linktr.ee/musicolucasplant

sexta-feira, setembro 13, 2019

AREMBEPE
































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A vila hippie de Arembepe, na Bahia, também é uma praia paradisíaca e você verá nesse post que tem motivos de sobra para conhecer. Confira!  Confira dicas de Turismo na Bahia para todos os estilos de viagem .Um destino paradisíaco a menos de uma hora de Salvador. Essa é Arembepe, pequena vila do município de Camaçari que vem se tornando uma das queridinhas não só dos moradores da capital, que podem acessar facilmente em finais de semana e feriados, como também dos turistas que visitam a Bahia e logo descobrem os encantos do litoral norte do estado.  Com praias de tirar o fôlego, com direito a encontro do rio com o mar, e mais dunas, vegetação nativa e aquela sensação de tempo quase parando, fica difícil passar despercebida.  Com um certo ambiente e cultura hippies, literalmente é o paz e amor que impera no vilarejo – quem chega em um lugar desses não quer saber de nada além de relaxar e curtir a natureza.  Tudo foi popularizado na década de 1970 quando artistas famosos como Mick Jagger, Roman Polanski, Jack Nicholson e Janis Joplin descobriram esse paraíso. Além de ficar a menos de 50 km de Salvador, também está a apenas 30 km da badalada Praia do Forte, e por isso recebe muitos turistas que chegam e se vão diariamente.  Foto Praia de Arembepe, Bahia. A paradisíaca Praia de Arembepe, em Camaçari, na Bahia. Famosa pelo clima rústico e hippie. Com uma sede do Projeto Tamar, a possibilidade de observar a desova das tartarugas é mais um atrativo incrível de Arembepe. Se o mar cristalino cheio de piscinas naturais, com a paisagem emoldurada pelas dunas, rios, restingas e coqueiros não for suficiente para você, ainda tem isso.  Pode ter certeza que é uma viagem de férias inesquecível, para descansar bastante e recuperar as energias antes de voltar à rotina. Então descubra 8 motivos para conhecer essa maravilha do litoral baiano e nunca mais querer sair de lá. Praia paradisíaca -O grande destaque da vila é o seu litoral. Além da beleza estonteante graças ao ecossistema riquíssimo da região, a praia de Arembepe permite diversão a todos.  A faixa de areia é extensa e larga, ideal para crianças brincarem sem problemas. O mar tem recifes que formam piscinas naturais na maré baixa e garantem um mergulho perfeito em suas águas cristalinas e cheias de fauna marinha para apreciar.  Todo o cenário é paradisíaco, emoldurado por coqueirais, dunas, restingas, rios e muita natureza ao redor. Existem diversas praias próximas da principal do vilarejo, cada uma com suas características e motivos sem fim para visitar: Piruí, Jauá, Genipabu e Jacuípe são as mais procuradas. Para os esportistas, o oceano também tem partes com boas ondas, e os surfistas são sempre encontrados por lá.  Para se desconectar Com tanta natureza, uma biodiversidade incrível e um ecossistema tão diverso, há tudo para o turista. E dá para imaginar como é passar as férias em Arembepe.  O que importa por lá é se desconectar, ter contato máximo com o que o meio ambiente oferece e passar os dias curtindo o sol e o mar, relaxando sob a sombra dos coqueiros e apreciando esse paraíso. E ajuda bastante o fato do vilarejo ter bastante jeito de interior, com aquele clima que faz parecer que o tempo não passa nunca.  O centrinho ainda possui algum comércio, como lojas, bares e restaurantes, mas é mesmo na vila hippie que isso mais aparece: não há luz elétrica e a natureza se destaca com mais força. Quer mais?  A cerca de 10 minutos de carro do centro há um sítio que funciona como retiro natural e santuário de relaxamento, oferecendo sessões de relaxamento, terapias para bem-estar, oficinas criativas e outras opções. Tudo perfeito para voltar para casa de energia renovada. Aldeia Hippie-
 E por falar nisso, Arembepe abriga uma das comunidades hippies mais antigas e conhecidas de todo o Brasil. Então já dá para imaginar como é o clima por lá, não é?  A Aldeia Hippie de Arembepe foi o local que atraiu os astros do Rolling Stones, como Mick Jagger e Keith Richards, além da também rockeira Janis Joplin no passado.  Confira fotos da Aldeia Hippie de Arembepe aqui!  A cerca de 3 km do centro, fica entre as dunas no meio do Rio Capivara e o mar. Na década de 70 era point hippie e hoje já não tem a mesma força, mas ainda vivem por ali muitos deles – que fazem artesanato para vender e se contentam com o que a natureza oferece. Não há eletricidade e as casas são feitas de palha ou barro. Os visitantes são bem vindos para conhecer a cultural local e explorar as redondezas. Eles ainda possuem hospedagem para os turistas que desejarem uma ambientação ainda mais rústica e isolada nas férias.  Foto aldeia hippie em meio a vegetação em Arembepe, BA. A Aldeia Hippie de Arembepe é um reduto tranquilo e paradisíaco, ideal para passar uma temporada e se desconectar. Na Bahia!Pela hospitalidade dos moradores não é segredo que a Bahia é terra de um dos povos mais alegres, simpáticos e hospitaleiros não só do Brasil, como de todo o mundo. E em Arembepe isso fica ainda mais presente, já que os moradores da vila recebem com muito prazer todos os “forasteiros” que por lá chegam.  Começou assim com os hippies, e hoje a região é frequentada por surfistas, jovens e pessoas interessadas em ecoturismo no geral – além daqueles que querem apenas um pontinho reservado no mapa para descansar na viagem.  A praça principal do vilarejo recebe nos finais de semana um mercado aberto, ou uma espécie de feira onde os moradores vendem artesanato, comidas e mais. E é a oportunidade perfeita para interagir de maneira próxima com os locais para descobrir a simpatia de todos. Visitar o Projeto Tamar Um dos grandes destaques da região de Arembepe é a presença de uma sede do famoso Projeto Tamar. O que significa, é claro, que a praia é uma boa pedida para observar o incrível fenômeno da desova das tartarugas, que ali chegam para deixar ovos e voltam para o mar.  No prédio da instituição, há atrativos como tanques para receber os animais, áreas cercadas para proteger os ovos (com a presença de incubadoras para ajudar alguns a chocar) e outras atividades para pregar a educação ambiental e o conhecimento sobre a vida desses répteis.  Veja mais dicas do que fazer em Arembepe  -O centro também ajuda a preservar alguns deles que chegam em estado ruim e outras espécies ameaçadas. Também há um horário específico para acompanhar a alimentação das tartaruguinhas pela equipe local. Funciona todos os dias, e é um programa imperdível para qualquer turista, mas especialmente aqueles que estão com crianças. E a menos de 40 km para o norte fica outra sede do Tamar, na badalada Praia do Forte.  Você está conferindo 8 motivos para você conhecer Arembepe, na Bahia. Se está gostando das dicas, compartilhe no seu Facebook, ou tuíte, e convide os amigos!  Compartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter 6. Pelas piscinas naturais que se formam na maré baixa Como você já viu, a beleza da praia em Arembepe é daquelas de tirar o fôlego. São muitos os elementos que garantem uma paisagem encantadora no litoral da vila, e incluem as dunas, a vegetação nativa, os coqueiros e o encontro do rio com o mar.  Mas o maior destaque é mesmo a possibilidade de mergulhar em piscinas naturais que são formadas pelos recifes de coral da região. Com as águas cristalinas, não faltam peixinhos coloridos para observar mergulhando de snorkel – e a criançada adora a experiência.  Confira as 5 melhores Piscinas Naturais na Bahia  Para aproveitar ao máximo esse espetáculo da natureza, é preciso estar lá na maré baixa. E o ideal é consultar a tábua de marés no site da Marinha para ter certeza do melhor momento para a visita. Fique atento também às fases da lua: durante a cheia e a nova, a variação da maré é maior, e tudo fica mais perfeito. Na minguante e crescente, o mar varia menos e não é a mesma coisa.  Foto piscinas naturais da Praia de Arembepe, BA. A Praia de Arembepe, na maré baixa, forma deliciosas piscinas naturais devido aos recifes. Mergulho garantido!  Pela comida fresquinha e saudável É possível visitar a Bahia sem explorar bastante a culinária regional? Acarajé, vatapá, sarapatel e muito mais se fazem presentes em todo o estado, e lá em Arembepe dá para comer muito e bem.  Naturalmente, os pratos de frutos do mar, como moquecas e camarões, são o grande destaque. E com aquele oceano enorme na frente, é tudo sempre fresquinho.   Não há dificuldade alguma também em encontrar comidinhas baianas. Na comunidade hippie, dá para experimentar pratos mais naturais e saudáveis, já que se baseiam no que a natureza oferece.  Pode ter certeza que é uma viagem para comer bastante, e com muita qualidade – como em todo o litoral baiano.  Dicas das Praias de Arembepe aqui!   Pela alegria contagiante de ficar lá Não experiência igual a estar em uma praia quase deserta, com natureza variada e preservada, e localizada em um vilarejo com clima de interior.  O tempo não passa, não dá vontade de sair da areia e do mar cristalino com suas piscinas naturais. E qualquer um vai terminar as férias contagiado por esse ambiente encantador e delicioso.  É o cenário que costuma povoar os sonhos da maioria das pessoas quando pensa na hora de tirar uma folguinha da correria do dia a dia. Mar azul, areia branquinha, coqueiros e muita paz.  Lagos próximas às dunas, vegetação de restinga, tartarugas desovando. Tem de tudo que se pode esperar de melhor no litoral da Bahia!
 Definitivamente Arembepe é um destino mágico, com uma aura única e que só conhecendo para entender. E com a certeza de que não vai querer voltar para casa – ou vai querer muito retornar um dia.  Convencidos com esses 8 motivos para visitar Arembepe nas próximas férias?
Nem só música aconteceu a a República do Reggae em 2014. Mantendo a tradição dos últimos cinco anos, a 11ª edição do maior festival do gênero jamaicano na América Latina recebeu a Aldeia Hippie de Arembepe. O espaço contou com stands para comercialização e exposição dos produtos confeccionados na região. A República aconteceu no  dia 15 de novembro de 2014 a partir das 18 horas, no Wet’n Wild. Na Aldeia estavam disponíveis diversos itens que compõem a Feira de Artesanato em Arembepe e produzidos pelos próprios moradores do local, como brincos, pulseiras, colares, camisetas, quadros, entre muitos outros. As mercadorias foram vendidas a preços populares, assim como na região de origem...
Aliás Arembepe é o local de nascimento de algumas bandas do reggae baiano,além de um grupo com o nome Arembepe,formado pelo pioneiro do reggae baiano Chico Evangelista..
Cerca de 80 famílias vivem hoje na aldeia de Arembepe. São pessoas de todas as idades e de diversos lugares do mundo. O centro de artesanato é o ponto de encontro dos moradores locais, onde podem expor sua arte.  A aldeia é formada por cabanas rústicas, sendo a maioria construída de madeira e palha, sem grande preocupação com conforto. Arembepe, que pertence ao distrito de Camaçari, foi descoberta pelos alternativos na década de 70..
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http://surforeggae.com/noticias.asp?id=2610&Tipo=Destaque

quarta-feira, setembro 04, 2019

FELIPE SILVA (Monte Zion) TRIBUTO
























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O músico Felipe Silva , conhecido entre os amigos e fãs como Felipe Zion, do grupo de reggae carioca Monte Zion morreu afogado na praia de Grumari,no Rio De Janeiro..
O corpo estava desaparecido desde o dia 28 de agosto de 2019,e foi encontrado em 3 de agosto pelos bombeiros..
Nascido em 1979 e criado na Rocinha,maior favela da América Latina localizada no Rio De Janeiro. Participa na Formação da Banda Monte Zion desde 1998, compondo, tocando e fazendo o seu marcante vocal. Tocou com renomados artistas do reggae internacional como Pato Banton, Andrew Tosh, Ashanti Roy,Watty Burnett,Cedric Myton, bandas Como The Congos e Groundation, Africa Bless, Guerreros De Jah, Unidade Punho Forte, dentre outras. Fez parte de um grupo de músicos pertencentes a uma vertente que preserva a música Reggae na sua vertente mais tradicional denominada de Roots Reggae Music(Reggae Raíz)..
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terça-feira, agosto 20, 2019

IGOR SALIFY



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Igor Salify ,de Salvador,Bahia,desenvolveu sua paixão pela música ainda criança, época do primeiro contato com o Reggae. Seu interesse pela África e pela cultura dos seus antepassados mais tarde deu origem ao sobrenome artístico, que também é uma homenagem ao ícone africano “Salif Keita”. “Salify” (como é carinhosamente chamado pelos fãs e amigos), de forma autodidata se tornou músico ainda na adolescência à frente da banda Direto ao Ponto, onde cantou, tocou e compôs por 8 anos.
Em 2012, Igor conheceu Werner Argolo, jovem talento da produção musical brasileira especialista em timbres vintage, jazz e soul, e com a bagagem de grandes projetos como a banda Serial Funkers e Lancaster, considerado maior guitarrista de blues do país. De forma natural, assim como a amizade, nasceu o álbum “O Peão e o Rei”, que caiu no gosto da crítica especializada e do público, lançado nacionalmente em 2015 pelo Selo Surforeggae Sound-System Brazil.
Igor Salify a nova promessa do reggae nacional ! “Vivendo o Agora”,de 2018 traz faixas em português, inglês e espanhol com reflexões acerca da natureza e do cotidiano, além de canções de amor e sobre as crenças de cada ser humano. Sem dúvida um álbum que irá marcar a história do reggae no Brasil..
Temas:''O Dinheiro Mascarou a Liberdade'',''Te Encontrar'' (com participação dos argentinos do Los Cafres)..
Também participam do álbum o grande artista jamaicano Michael Rose (ex Black Uhuru),Anthony B, Vaughn Benjamin(Midnite), Edu Sattajah,baixista do grupo Leões de Israel e artista solo..
Igor Salify já tinha gravado um álbum em 2016,O Peão E O Rei ...
Considerado pela crítica uma das grandes promessas do Reggae no Brasil, o cantor e compositor, Igor Salify mostra suas influências, executando "O Guerreiro", música que fará parte do seu novo álbum.    -O Guerreiro / The Warrior (Igor Salify)- Por mais difícil tenho que sorrir, pois a vida não se entrega , o sistema irá te perseguir , não sei quanto tempo leva, evitar e fugir, não é fácil mesmo, a lição não se aprende quando esta com medo, Você vai conseguir vencer a si mesmo, Luz do sol vai guiar sempre o Guerreiro. ..
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http://www.surforeggae.com/banda.asp?CodBanda=583
O DINHEIRO MASCAROU A LIBERDADE (Igor Salify, Rafael Costa) O dinheiro mascarou a liberdade Minha alma desconfia da verdade Veja mais com o coração É real, não é ilusão Vá buscar no interior A essência do amor Não critique seu irmão Vai viver na solidão Veja o mal que te destrói Não desista de ser herói O dinheiro mascarou a liberdade Minha alma desconfia da verdade A mentira só conduz À escuridão e não à luz Retiraram as algemas Mas continuam os problemas

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Igor Salify - Vivendo o Agora 2018
01 - Tudo Que é Real
02 - Judah
03 - Deixe o Sol Brilhar
04 - Te Encontrar ft. Guillermo Bonetto (Los Cafres)
05 - King of Lions ft. Michael Rose
06 - O Dinheiro Mascarou a Liberdade
07 - O Guerreiro ft. Luis de Assis
08 - So Higher ft. Anthony B
09 - Submundo ft. Vaughn Benjamin
10 - Rastaman
11 - Lovers Time ft. Edu Sattajah
12 - Fire Starter
13 - Teu Poder
14 - DUB Mundo ft. Laurent Tippy Alfred
15 - Tudo que é DUB ft. Edu Sattajah

sexta-feira, agosto 09, 2019

AREMBEPE

























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Para entender um pouco mais do Arembepe, o grupo foi formado a partir dos então jovens compositores Chico Evangelista e Carlos Lima, reunindo músicos de estilos distintos, mas que tinham em comum as influências das sonoridades que circulavam pelas ruas de Salvador nos anos 1970: das músicas das festas de largo e dos candomblés até a Jovem Guarda, passando pelos sambas de roda e orquestras. “Cada um tinha uma maneira de se vestir, a gente era muito estapafúrdio, cada um naquele auge do momento hippie”, conta Dinho Nascimento, que hoje vive em São Paulo, onde rege a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene. O momento hippie citado por ele explica também o nome da banda, o mesmo da famosa comunidade em Camaçari. Capa do compacto da Odeon com os músicos Arembepe .
“Minha influência era muito da Jovem Guarda, eu curtia muito Beatles, Roberto Carlos, Os Vips. Que em Salvador só chegavam versões, por exemplo, de Beatles, através de Renato e Seus Blue Caps. E eu tocava em banda de baile também. Ouvia muito o Moreira da Silva e o Nat King Cole, e umas coisas inusitadas como Nelson Gonçalves, Teixeirinha”, conta Kiko. “Eu sou o dodói do suingue, não vivo sem ele. Sem balanço não é a minha”, fala, abrindo um largo sorriso, Chico, que agora vive em Salvador, onde após o Arembepe seguiu carreira solo lançando com Jorge Alfredo um disco pioneiro do reggae brasileiro, “Bahia Jamaica” (1979). “Eu sempre fui envolvido com cultura popular, minha mãe gostava muito de cantar samba de roda. E quando saía na rua via a capoeira, via os terreiros religiosos, igreja católica... É muito interessante isso no Arembepe, a gente sondava tudo isso, porque ao mesmo tempo que você estava passando e ouvia os sinos e procissões, você olhava no bairro em que nascia e tinha os toques dos tambores. E isso era muito vivo na Bahia, então isso virou música, virou cultura pra mim. Em 70 eu já participava de algumas ações das festas de largo, onde você passava a noite cantando. E via os meninos Chico e Lima nos festivais estudantis, o Kiko via na rua, cada um já fazia sua história. Vínhamos cada um de um bairro, isso é importante de falar, mas a gente sempre se encontrava porque Salvador era bem efervescente na rua”, conta Dinho. “O Arembepe são essas personalidades quatro, uma diferente da outra”, resume Lima, que vive hoje na capital baiana, onde nos últimos anos trabalhou compondo para outros artistas. Foi esse quarteto complementar que, após alguns shows de sucesso em Salvador e Fortaleza, decidiu tentar a sorte no Rio -- passagens compradas por um fã da banda, contatos no bolso. “No sudeste a gente se tornou mais baiano”..
 Mas a partir daí o Chico Evangelista foi um pioneiro do reggae mesmo com o disco ‘Bahia-Jamaica’,com Jorge Alfredo e Chico Evangelista. Então eles levaram a essência deles pra outros lugares. O Dinho também tem um trabalho muito bom na Orquestra de Berimbaus. Eles levaram o trabalho deles pra outros cantos”, comenta Caio. "O Arembepe é precursor de diversas coisas, mas não no sentido de 'inventei, isso é meu', e sim no sentido de 'isso é o que a gente faz na nossa terra há milianos', uma certa simplicidade mesmo. O lance de percussão, os caras sempre fizeram isso. Amplificar berimbau, são coisas que ninguém fazia. Então eles têm essa coisa visceral, tenho certeza que influenciaram indiretamente uma galera".
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https://www.redbull.com/br-pt/grupo-baiano-da-decada-de-70-arembepe-se-reune-apos-mais-de-30-anos

terça-feira, julho 16, 2019

MUSEU AFRODIGITAL










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O Museu Afrodigital é um projeto aprovado com recursos da CAPES-PROCULTURA e desenvolvido inicialmente pelo CEAO/UFBA, envolvendo ainda UFPE e UFMA. Está filiado à rede da memória virtual da Biblioteca Nacional como depositário digital. Trata-se de um serviço público, de um “museu sem donos” no dizer do Professor Dr. Lívio Sansone. Quando se observa que as intensas transformações tecnológicas atuais exigem novas formas de narrativas e novos ambientes de circulação de informações, tem-se que um Museu Digital é um lugar democratizante. Trata-se de dispositivo de acesso fácil que mostra o cotidiano e a cultura de minorias étnicas e de grupo marginalizados, além de trazer à lume elementos que configuram a memória e a história de um povo. Visa estimular a memória social de minorias étnicas e de memórias nacionais. Tendo em vista que a presença da cultura africana no Brasil é encontrada em acervos particulares e públicos, sobretudo nos estados aglutinadores de afrodescendentes com o Maranhão, o Museu digital da memória afro-maranhense busca contribuir com políticas e ações afirmativas na luta contra o preconceito racial. A UFMA participa através do seu Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e de Grupos de Pesquisa vinculados ao Programa. Entre os objetivos do projeto destacam-se: – Digitalização de documentos, acervos e inventário de memórias das culturas afrodescendentes; – Exploração de novas tecnologias na produção de conhecimento e da pesquisa; – Fortalecimento de programas de graduação e pós-graduação relacionados aos estudos étnico-raciais; – Desenvolver parcerias com diversos arquivos e pesquisadores; – Consolidar uma rede de pesquisadores em estudos étnicos e africanos...
Um texto do Prof. da UFMA Carlos Benedito Rodrigues da Silva sobre o Reggae no Maranhão, comentando peculiaridades desse gênero musical que transformou a Atenas Brasileira em Jamaica Brasileira...
 É difícil definir exatamente, quais os elementos que determinaram a adoção do reggae pela população maranhense, fazendo o ritmo se espalhar, principalmente entre os bairros periféricos de São Luís. Nessa região, considerada o “Portal da Amazônia”, que envolve principalmente os Estados do Pará e Maranhão, é possível identificar uma predominância musical dos ritmos caribenhos, principalmente o merengue, carimbó e bolero. A dinamização desse ritmo no Maranhão, coincide com a exploração da “discoteque” na região Sudeste em meados dos anos 70. Tanto que, os primeiros sons de reggae ouvidos em São Luís, foram através das músicas de Jimmy Cliff, cujos discos podiam ser comprados nas lojas locais. Por isso, os “regueiros” mais antigos dizem que nessa época, o ritmo era identificado como “discoteca lenta” ou “Jimmy Cliff”. Enquanto nas outras regiões, principalmente Sul e Sudeste, a preferência da população jovem recaía sobre os ritmos mais acelerados, como o rock ou a discoteque e, até mesmo sobre o funk, que preferencialmente se dança solto, nas regiões Norte e Nordeste, os ritmos preferidos eram o forró, merengue, etc. que se dançam “agarrados”. O ato de dançar “agarradinho”, estimulou a realização de concursos de danças em algumas festas especiais., onde os melhores dançarinos ganhavam prêmios, em dinheiro, viagens ou aparelhos de som. Muito dançarinos, especialmente masculinos, se destacaram nessas festas, sendo considerados “os Reis do Reggae” pela criatividade que exibiam durante as competições. Ainda que não se fale a mesma língua, o reggae é traduzido em um veículo forte e legítimo de mobilização e identificação da população negra que habita as periferias urbanas e áreas palafitadas de São Luis..
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http://www.museuafro.ufma.br/

quarta-feira, junho 26, 2019

TONY BAIANO

















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Tony Baiano o Reggae da Terra Bahia e Banda Cabeça de Gelo.
Antônio Carlos dos Santos, nascido na cidade de quilombola de Acupe,no município de Santo Amaro, Bahia. Filho de uma negra, adolescente criado na roça pela sua avô, vivendo de roça e mares cada menino, pobre que moravam em casa, de taipe coberta de sapé, sempre Tony Baiano teve um sonho, de se torna um cantor, e ele cantava quando ouvia seu tio, avô Tony tocando para o avô. Tony veio para Salvador juntamente com seu avô e sua tia para melhora a sua vida ,o sonho do menino pobre nunca morreu. Tony ouvia muito Roberto Carlos, e Wilson Simonal e ele se espelhava muito. Tony nunca deixou de compor na sua inocência,até ter a sua chance no mercado fonográfico, em 1986 ...
Temas de Tony Baiano : La vem o Trem,Eu sou do Gheto,Oxossi Guerreiro,Cigana,Capoeira nao morre, Policia Assassina, Capitão do Mato, Vamos dança o Reggae,Rastafari Baiano, Menininha,Nosso Amor,A Bahia Precisa e Casa de Dete...
Em 1986 Tony conheceu um produtor na Bahia, de um selo evangélico que gostou de casa, até roupas pessoais, então com seguiu dinheiro para viajar na cidade.Algumas grandes composições suas, e lhe ajudou, como assim que poderia levá-lo para São Paulo, para apresentá-lo ao empresário ao dono do  selo Lui, de um estilo sertanejo porém. Tony pensou, e agora o que devo fazer? Bateu em  várias portas tentando um patrocínio para realizar seu grande sonho, não conseguindo ele então vendeu tudo que tinha , e  passou por muitas dificuldades, mas Tony participou de vários festivais musicais da televisão, shows de calouros em Salvador, então Tony viu seu sonho se realizar quando estudava no Sesi no bairro do Retiro, onde teve naquele colégio uma festividade musical, na qual ,Tony não teve conhecimento, foi quando sua professora de história ao entrar na sala dizendo que estava decepcionada com a classe, alegando que todas as salas tinham que representar os meios dela foi quando ele dirigiu a ela sobre seus sonhos e que ele era um compositor, então ela olhou as suas composições , que se encantava com ele naquele e lhe escreveu no festival do Grael ,e Tony fez um bom trabalho. E lá foi um menino pobre para São Paulo, realizar os seus lindos sonhos chegando naquela cidade, Tony passou fome e frio, dormia no estúdio, mais dizia a si mesmo  ''não vou desistir'', e se apresentou ao empresário do selo Nacional Disco do Brasil que trabalhava no interior de São Paulo, e no estado de Goiás .Ele propôs a Tony um compacto simples com música sertaneja e Tony aceitou, gravando duas faixas. Assim seu disco foi feito e locado. Então surgiu o sonho de um menino pobre. Em 1988 Tony preparou o seu primeiro LP, agora pelo selo de São Paulo Musa-Bird de título ''Mamãe Bahia'', musica com qual Tony ganhou em terceiro lugar no projeto ''Over Grand'' da Bond F.M de São Paulo .Nesse disco Tony vem fazendo homenagem a irmã Dulce, Tony se orgulha de ser o primeiro artista a fazer uma musica baiana para a mesma e escutou. Porém ela gostou muito, mas não deu permissão para executá-la, por que Roberto Carlos disse para ela que não desse permissão para ninguém gravar músicas com o nome dela, por que o mesmo iria fazer uma música em sua homenagem . A mesma abençoou Tony e agradeceu pela homenagem. Tony hoje tem três locados todos falando da Bahia, e com o reggae,Tony Baiano, vem preferindo seu estado e a cidade de Salvador..
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https://www.palcomp3.com.br/TonyBaianooreggaedaterrabahia/oxossi-guerreiro/

sexta-feira, maio 17, 2019

KAZAMATA

















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Banda Kazamata,Reggae de São Luis no Maranhão..
Com ritmo envolvente e representantes de boa expressividade, o reggae simboliza mais do que a música do "terceiro mundo" em degraus mais "elitizados". Em São Luís, Junto às várias outras manifestações culturais, o mesmo tornou-se sem dúvida um importante e inegável ícone de referência. Dentre os seus representantes, a Banda Kazamata, hoje considerada como uma das principais bandas de reggae de São Luís, leva consigo e em todas as suas apresentações um público envolvente e fiel ao trabalho desenvolvido. Com um estilo próprio, e dando ênfase à valorização do reggae nacional, a banda busca alçar vôos e mostrar o que há de melhor na sua produção autoral. Nas rádios de São Luís, este trabalho ainda permanece sendo divulgado. A música "Sereno Bem" chegou por duas semanas consecutivas no topo das músicas mais pedidas na rádio local Universidade FM – 106,9. "Ilha D..jah" encontrando-se entre as Top Hits da Radio Mirante FM – 96,1. Para o ano de 2008, todas as expectativas se renovam com o lançamento do primeiro álbum da banda, mediante reconhecimento e expectativa de público e veículos de mídia. São 11 (onze) faixas regidas por mensagens simples e otimistas – um realce ao alicerce do dia-a-dia. Compõem a banda, Guilherme Gusmão (Voz e Violão), Hilton Quintanilha (Voz e Percussão), Paulo Apingorah (Guitarra), Márcio Praseres (Guitarra), Richardson "Pato" (Bateria), Albert Paiva (Teclado) e Jr. Muniz (Contrabaixo). Já permeando seu 5º ano de existência, a banda Kazamata esteve presente tocando junto aos principais artistas locais, além de destaques do reggae nacional (Planta e Raiz, Natiruts, Armandinho, Andread Jô) e Internacional (Alpha Blondy). A banda busca levar através de sua música, mensagens de unidade, simplicidade, respeito e paz - uma espécie de Kazamata* para quem quiser se abrigar nas vibrações positivas do Reggae.  Banda Kazamata...
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https://www.last.fm/pt/music/Kazamata/

sexta-feira, maio 03, 2019

MATEUS RASTA
























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Mateus Rasta é um músico, produtor e compositor formado pela Unisinos em produção musical, Baterista e vocalista da banda Rasta Blues, 20 anos no reggae. Hoje com o seu novo trabalho solo,Mateus Rasta lançou o disco "O Amor Me Ensinou"..
Influências :Reggae rockers, Lovers rock, dub, dancehall, dub poetry, drum and bass, roots reggae, new roots, naybing, ragga, ska..
Mateus Rasta,natural de Santo Angelo ,RS,mora em Florianópolis,SC..

segunda-feira, março 18, 2019

COLETIVO RADIOATIVO SISTEMA de SOM


























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O Coletivo RadioAtivo Sistema de Som apresenta a oficina "Sound System - A História e O Funcionamento dos Sistemas de Som", do projeto "Raízes Africanas - A História, A Luta e A Resistência do Povo Negro Através da Música Reggae." Com 8 horas de duração, a oficina tem como objetivo transmitir as técnicas e conceitos utilizados nos Sistemas de Som jamaicanos, desde a montagem das caixas acústicas e seus componentes até as técnicas de produção e reprodução da música reggae: a faixa de frequência correspondente a cada caixa de som utilizada e como atingir uma boa ressonância dessas frequências com diferentes projetos de caixas.  Evento Gratuito!  Arte: Luis Favarelo -Parceria: Casa de Cultura do Butantã ,em São Paulo,Capital.
 "Este projeto foi realizado com apoio do Edital de Apoio à Criação Artística - Linguagem Reggae - Secretaria Municipal de Cultura."
Evento ocorre no dia 23 de março de 2019,das 10 ás 18 horas,Casa de Cultura do Butantã ,em São Paulo..
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https://www.facebook.com/radioativosistemadesom

quarta-feira, março 13, 2019

VEJA LUZ























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Veja Luz é uma banda paulistana de reggae,de Taboão da Serra / São Paulo S.P, com influências de jazz, soul, hip-hop, afro-brasilidades e acaba de lançar o seu segundo álbum ,''Escolhas''.  Biografia -Formada em março de 2008, a banda Veja Luz iniciou sua trajetória com músicos que já se conheciam há pelo menos 10 anos e que já atuavam com nomes importantes do cenário reggae brasileiro.  Diante de muita sinergia e influências do reggae jamaicano, inglês, de ritmos afros como a Soul Music, Jazz, Blues, R. and B., Hip Hop e Ragga, além da brasilidade, a banda tornou-se referência no estilo por apresentar um som orgânico e que dialoga com todos os gostos.  No show, a união dessa experiência musical com a energia do publico resulta em um espetáculo altamente vibrante e dançante, que contagia a todos com as canções inéditas do 1º álbum intitulado "Veja Luz", e também com músicas já conhecidas no circuito musical percorrido pela banda.   Agregando poesia e outras artes, os shows da banda VEJA LUZ ganham uma dinâmica que prende a atenção geral já nos primeiros acordes e o que se pode garantir é uma boa conexão e participação efetiva do público que sempre atua como peça chave do espetáculo.  Tudo isso somado a melodias refinadas, guitarras marcantes, teclados e sopros muito bem arranjados, baixo e bateria envolventes e letras engajadas a questões socioculturais, a banda VEJA LUZ oferece como resultado de seu trabalho um reggae autêntico e universal.
Já gravaram uma música em pareceria com o cantor jamaicano Al Griffiths (The Gladiators),chamada ''Like A Lion'',em 2017..

terça-feira, março 05, 2019

REGGAE STEADY
















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Formada em janeiro de 2004, A Banda Reggae Steady Nasceu na cidade de Camaçari, Estado da Bahia,  e desde então vem mantendo a cultura Afro-Jamaicana e Brasileira. Em diversas composições próprias com o proposito de resgatar o verdadeiro Roots Reggae.                             
O nome da banda foi inspirado num ritmo que marcou a Jamaica na década de 60 e foi percussor do reggae, o Rocksteady, chamado rock devagar que, por sua vez, já foi remanescente do Ska, um ritmo da música negra americana. Com seus 5 anos de carreira, a banda vem conquistando o público admirador desse estilo que cada vez ocupa um espaço maior no cenário musical. Já foram realizadas apresentações em eventos renomados, ao lado de nomes consagrados do movimento reggae como Edson Gomes, Adão Negro, Becks e Finos,  Ed Vox e Zimbábue, além do jamaicano Siddy Ranks.  O grupo Reggae Steady já teve a honra de representar sua cidade em outros municípios como Cascavel  na Chapada Diamantina  (onde foi gravado o primeiro CD ao vivo), Mata da São João, Pojuca e Salvador, mostrando a força artística camaçariense nos polos culturais baianos, além das apresentações no próprio município ,no Espaço Camaçari 2000, Praça Abrantes, Festival de Arembepe e Gravafolia.  Devido ao grande sucesso alcançado, foi lançado em 2008 o 1º CD oficial, "Groove Apurado" que tem sido muito apreciado pelo público. Desta forma, "Reggae Steady" traz em sua filosofia um reggae lento, apurado, sólido e impactante com letras que trazem mensagens de protesto, louvores e muito reggae raiz, evitando apologias a atitudes negativas e colaborando com reflexões acerca da educação, cultura e resistência do povo brasileiro e trazendo, ainda, a positividade do Todo Poderoso Jah. Namastê..
Booking agent :Eduardo Viana Steady
Membros:
Daniel Alves / Daniel Cruz e Ivan Gutierre..
Seu CD  ''Organize Aê'' foi gravado no ano 2017 em Camaçari, Bahia. ...
Temas da Banda:
Reggae Steady: King Jah,Céu Azul ,A Natureza,Rei dos Reis,Dub Dan,Senhor dos Senhores,Dia a Dia,Quando Será?,Falsa Abolição e Falsários.....
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https://www.palcomp3.com/bandareggaesteady/info.htm

sábado, fevereiro 23, 2019

MANIFESTO DE VIDA

















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Banda de reggae formada na cidade de Joinville, Santa Catarina - Brasil, o MANIFESTO DE VIDA propõe a fusão do estilo jamaicano com outras linguagens musicais, entre elas o dub, o jazz, e a música instrumental brasileira.”  Música de alta vibração sonora para pessoas sedentas por boas energias, o MDV compartilha através de sua obra canções de liberdade, canções de forte poder reflexivo e meditativo sobre o mundo que nos cerca e sobre o mundo que nos habita; sobre o que somos e o que podemos ser para deixar de lado as ilusões da vida e viver de fato. Durante os espetáculos é criada uma atmosfera única: é realizado um verdadeiro show de reggae, com muita positividade e entretenimento, que caminha entre as músicas da banda e clássicos do reggae internacional, como Bob Marley And The Wailers, Groundation e Steel Pulse.   O Manifesto De Vida já teve a honra de ser banda de apoio para o jamaicano Cedric Myton, da lendária banda The Congos, em sua passagem pelo Brasil no ano de 2013. Também dividiu palco com os jamaicanos Eek-A-Mouse e R. Zee Jackson, e com as bandas Mato Seco, Leões de Israel, Cidade Verde Sounds, Jah I Ras e Jah Live, nomes de peso da música reggae nacional. 
Integram a banda os músicos André Renzetti (bateria), Rafael Vieira (percussão), Kahlil Bello (contrabaixo e vocais), Fabio Oliveira (piano e teclado), Gabriel Gern (guitarra e vocais), Mariana Sodmell (vocais e percussão) e Bruno “Meditation” Ferreira (guitarra e vocais).
 Influências The Wailers, Groundation, Steel Pulse, Ponto de Equilíbrio, Mato Seco, Música Brasileira, Dub, Jazz.

sexta-feira, fevereiro 01, 2019

ZÉ ROXINHO e a ÁGUIA DO SOM
























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A lendária Radiola ÁGUIA DO SOM. O equipamento bastante conhecido que ajudou a popularizar o Reggae no Maranhão, fazendo de São Luis a capital nacional do ritmo.  O nome do proprietário era Zé Roxinho do bairro da Liberdade, na Jamaica Brasileira, anos 1980...


quinta-feira, janeiro 24, 2019

BOB SILVA and MATAGAL REGGAE ROOTS















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Robert Vinicius Ferreira Silva (Bob Silva), é um musico e compositor natural de Montes Claros,Minas Gerais.
 Nascido no ano de 1992, Bob Silva cresceu ouvindo Reggae. Estilo esse que foi adotado por ele. Hoje como músico profissional, Bob Silva possui varias composições com letras engajadas sempre procurando apresentar a paz,o amor e a positividade ao mundo através de seu Reggae Raiz. Gosta muito da natureza, Bob Silva é portador de um grande conhecimento musical, e nascido em 92, foi criado em Bairro Pobre de Montes Claros no Norte de Minas Gerais onde ele já viveu de tudo e expõe isso em suas letras em forma de conscientização e protesto.É apreciador de uma boa música, principalmente quando se trata de Bob Marley e do reggae em geral. Atualmente está com o projeto solo e de uma banda na qual foi chamada por ele de Matagal Reggae Roots, cantando e tocando músicas já famosas como ''Astronauta'',''Vibe de Verão'', ''Eu e meus amigos'' e ''Reggae do amor''..
Integrantes:
Jhemersson Ledo (Teclados)
Emerson Gil (Baixo)
Augusto Cézar (Bateria/Percussão)
Bob Silva (Voz/Guitarra)
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http://palcomp3.com/bobsilva/

sábado, dezembro 22, 2018

EDSON GOMES (filme)


















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A vida de Edson Gomes será contada em filme biográfico de Chico KertészFoto: Divulgação- Após lançar o longa-metragem “Axé: Canto do Povo de um Lugar” e em fase de finalização de um documentário sobre os 30 anos do bicampeonato brasileiro do Bahia , Chico Kertész prepara agora um filme biográfico sobre Edson Gomes. “Eu acho que é um cara também que merece. É como se a gente estivesse fazendo um inventário da Bahia e pegando as coisas que precisa”, explica o diretor, contando que há algum tempo tem viajado a Cachoeira, onde vive o artista baiano, para realizar as filmagens. A data de estreia do filme, no entanto, ainda não foi definida. “Eu estou captando ainda, nem entrou em edição. Eu estou filmando ele, filmando, filmando...”, diz Chico, revelando que não tem encontrado dificuldades em registrar as imagens de shows e entrevistas com o músico, que é um dos maiores nomes do reggae no país. “Ele tem essa fama de ser ‘brabão’. Eu cheguei pra ele: ‘todo mundo fala que você é brabo’. E ele: ‘falam muita coisa de mim, mas não é não, eu sou tranquilo’. Ele comigo foi mesmo, eu perguntei muita coisa pra ele”, lembra Chico Kertész, para quem o artista “é um astro”. A motivação para gravar o filme documental vem desta visão: “Sou fã de Edson. Basicamente é do gosto pessoal, porque não dá para a gente fazer nada que não gosta”, explica o diretor. “Se você me mandar entrevistar Gusttavo Lima, fazer um filme sobre ele, não vai dar certo, né?”, destaca....
 Ricardo Reina ,historiador, cientista social, compositor e músico,também reivindica estar filmando um documentário sobre Edson Gomes há muito tempo..
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https://www.bahianoticias.com.br/cultura/noticia/33594-vida-de-edson-gomes-sera-contada-em-filme-biografico-de-chico-kertesz.html

terça-feira, dezembro 18, 2018

JAH-VAN (Djavan Goes Jamaica)

























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Com o auxílio do produtor BiD, Djavan foi para a Jamaica e voltou transformado. Não fisicamente, mas a obra do cantor e compositor alagoano fez essa viagem em um experimento que levou o nome de Jah-Van (Djavan Goes Jamaica), que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 14 - e, em breve, também em vinil.   A lista de artistas convidados que emprestam suas vozes para dar lugar ao particular e muito próprio gogó de Djavan estão Seu Jorge, Ivete Sangalo, Criolo, Arnaldo Antunes, Fernanda Abreu, Zélia Duncan, Black Alien, Zeca Baleiro, Chico César, Assucena Assucena.  A Rolling Stone Brasil adianta uma das canções que está presente no álbum de releituras. Trata-se de "Sina", que é envelopada por uma levada de ska e se transforma num híbrido interessante. No comando da voz, no lugar do agudo característico de Djavan, está o grave Arnaldo Antunes. O rapper Rincon Sapiência faz uma participação ao final da canção. "Assim que a idéia veio, pegamos o violão e começamos a testar as músicas do Djavan e anotar as que ficavam bacanas. Marcamos também as que teriam a batida mais pra trás do reggae ou mais acelerada do ska", explica BiD, idealizador e produtor do álbum ao lado de Fernando Nunes.  "Algumas se encaixavam instantaneamente, outras não, pela quantidade de acordes, pela harmonia complexa ou porque soava forçado. Tínhamos que simplificar onde possível, tirar alguns acordes que não fossem descaracterizar a composição e deixar tudo mais “jamaicano”, mais simples, já que o trabalho de composição do Djavan é bem complexo e rico em acordes", completa. O resultado soa interessante. Ivete Sangalo, por exemplo, canta "Lilás", Seu Jorge interpreta "Meu Bem Querer", com participação de Black Alien. Chico revive a linda "Nem Um Dia"....
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https://rollingstone.uol.com.br/noticia/djavan-vai-pra-jamaica-em-disco-com-seu-jorge-ivete-sangalo-arnaldo-antunes-e-mais-ouca-sina/

sexta-feira, novembro 30, 2018

REGGAE PATRIMÔNIO IMATERIAL da HUMANIDADE


















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Reggae entra para lista de Patrimônio Imaterial da Humanidade .
O reggae, estilo musical jamaicano que conquistou fama em todo o planeta graças a artistas como Bob Marley, passou a integrar a lista de Patrimônio Imaterial da Humanidade, anunciou a Unesco nesta quinta-feira.  A decisão de incluir o reggae na lista foi tomada pelo Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco, reunido esta semana em Port-Louis, a capital das Ilhas Maurício.  "É um dia histórico", celebrou a ministra da Cultura da Jamaica, Olivia Grange, que viajou a Maurício para a oportunidade. "Destaca a importância de nossa cultura e nossa música, cujo tema e mensagem é amor, união e paz", afirmou em uma entrevista à AFP.  A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) destacou que a contribuição deste estilo musical "à reflexão internacional sobre questões como a injustiça, a resistência, o amor e a condição humana demonstram a força intelectual, sociopolítica, espiritual e sensual deste elemento do patrimônio cultural".  A organização também recordou que, embora a princípio tenha sido uma expressão musical de comunidades marginalizadas, com o tempo o reggae foi "abraçado por amplos sectores da sociedade, sem distinção de sexo, etnia ou religião".  O reggae se une a uma lista criada em 2003 e que inclui quase 400 tradições ou expressões culturais, que vão da pizza napolitana até o flamenco, passando pela cerveja belga, a ioga e o tango.  O comitê da Unesco, que precisava examinar quase 40 pedidos de inscrição durante a reunião, também incluiu em sua lista as Parrandas de Cuba.  O reggae, apresentado pela Jamaica, se desenvolveu nos anos 1960 a partir do ska e do rocksteady, além de ter adicionado influências do soul e do rhythm and blues americanos.  O estilo caribenho ganhou popularidade rapidamente nos Estados Unidos e Reino Unido, graças aos muitos imigrantes jamaicanos que chegaram ao país após a Segunda Guerra Mundial. Também se tornou música dos oprimidos, abordando temas sociais e políticos, a prisão e as desigualdades.  O reggae é indissociável do movimento espiritual rastafári, que sacraliza o imperador etíope Haile Selassie I e promove o uso da maconha.  Em 1968, a canção "Do the Reggay" do grupo Toots and the Maytals foi a primeira a utilizar o nome reggae, um ritmo que depois conquistou grande êxito mundial graças aos clássicos de Bob Marley e seu grupo The Wailers, incluindo "No Woman, No Cry", "Stir It Up" ou "I Shot the Sheriff".  "O reggae é exclusivamente jamaicano", afirmou a ministra da Cultura antes da votação. "É uma música que nós criamos e que penetrou em todo o mundo".  Ao contrário da lista de Patrimônio Mundial, a de Patrimônio Cultural Imaterial não se estabelece segundo critérios de "excelência ou de exclusividade", de acordo com a Unesco. Não busca reunir o patrimônio "mais belo", e sim representar sua diversidade e destacar as artes e habilidades das diferentes comunidades...

domingo, novembro 25, 2018

REPÚBLICA DO REGGAE,2018


















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REPÚBLICA DO REGGAE,2018 -
O festival República do Reggae realizou a edição comemorativa de 15 anos no dia 17 de novembro de 2018, a partir das 16h20, no Wet'n Wild, na avenida Paralela, em Salvador,Bahia. Foram realizados os shows das atrações internacionais Steel Pulse,Alpha Blondy, Dezarie, Groundation e The Mighty Diamonds, além da banda brasileira Mato Seco.  Nas últimas 14 edições, já passaram pelo palco do festival grandes nomes do reggae nacional e mundial, como Gregory Isaacs, Lucky Dube, Alpha Blondy, Israel Vibration, Bunny Wailer, SOJA, U-Roy, Culture, Natiruts, Ponto de Equilíbrio, Edson Gomes e Tribo de Jah.
Este ano, a produção resolveu apostar em nove super atrações, sendo cinco nacionais e quatro internacionais. Os brasileiros foram representados pelos baianos Edson Gomes, Adão Negro, Ponto de Equilíbrio e Mato Seco, além do grupo alagoano, Vibrações.  De fora, desembarcam em Salvador os fenômenos Desarie, Steel Pulse, Groundation e The Mighty Diamonds..
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http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1973026-republica-do-reggae-tera-steel-pulse-dezarie-e-groundation-veja-atracoes

terça-feira, novembro 20, 2018

FILHOS DA LUZ
























Nascida em meados de 2000 no Rio De Janeiro, a Banda FILHOS DA LUZ fez parte do movimento de ascensão e expansão do reggae no cenário nacional, tendo, desde o início, como objetivo principal a expressão de mensagens reflexivas, por meio da música, sobre temas relevantes, como a propagação do amor e respeito ao próximo, a união, a igualdade, a paz, os problemas sociais, as questões ambientais, dentre outros..
Gravaram o seu álbum chamado ''O Mundo Dá Voltas''...
Filhos Da Luz-Formação:
BRENNO RESENDE (vocal)
MARCELO CAMPOS (bateria) 
MARCOS CAMPOS (contrabaixo), 
PAULO FRAIZ (guitarra e backing vocals) 
RAFAEL GALHARDO (guitarra e backing vocals)
General Manager- Deborah Costa

Para baixar o CD ''O Mundo Dá Voltas'' através do link:

http://filhosdaluzreggae.bandcamp.com/album/o-mundo-d-voltas


domingo, novembro 04, 2018

KEN BOOTHE NO BRASIL














Ken Boothe, lenda viva da música jamaicana,fez shows em São Paulo por Piero Paglarin .
A produtora You and Me apresentou, pela primeira vez em São Paulo, uma das maiores lendas vivas da Jamaica: Ken Boothe.  A espera dos fãs de música jamaicana foi tamanha que Ken Boothe fez dois shows diferentes para dar conta do repertório, já que hits seus – de todas as épocas – não faltam. Afinal, estamos falando de um cantor que está comemorando 55 anos de carreira. Sendo assim, São Paulo recebeu o músico nos dias 14 e 15 de setembro (sexta e sábado), no Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda). Os ingressos foram postos á venda pelo site da Sympla e o 1º lote de ambos os dias esgotou poucas horas depois do anúncio do show.  Boothe começou sua jornada no início da década de 60. Foi em 1963, ao lado de Stranger Cole, que ele iniciou oficialmente sua carreira de gravações. Dentre os singles gravados entre 63 e 65, destacam-se hits como “World´s Affair” e “Artibella”. Este último foi o pontapé que faltava para sua carreira decolar. Lançado pelas mãos de Sir Coxsone Dodd, o então jovem cantor alcançou o topo das paradas locais, abrindo espaço para seu primeiro álbum.  Lançado em 1967, “Mr. Rocksteady” consolidou Ken Boothe como um dos maiores fenômenos da música jamaicana, levando-o para topos de paradas e tours inéditas nos EUA, Canadá e Inglaterra.  Reconhecido como uma das mais belas vozes da Jamaica, Ken Boothe tem seu estilo inspirado no soul norte-americano, evocando nomes como Otis Redding, Wilson Picket, Syl Johnson e Marvin Gaye.  Aliás, foi com essa maneira de cantar com a alma, comum entre cantores de soul, que Ken Boothe em 1974 levou sua versão de “Everything I Own” (gravada originalmente pelo grupo estadunidense Bread) ao número 1 das paradas britânicas.  Nessas mais de 5 décadas de carreira, Mr. Ken Boothe lançou mais de 20 discos de estúdio, centenas de singles, gravou com todos os mestres da produção jamaicana, criou inúmeros hits e cantou em todas as partes do planeta. Hoje, aos 70 anos idade, com toda a energia de quem tem a vida baseada na música, o cantor brindou os fãs brasileiros, pela primeira vez, com dois shows exclusivos em São Paulo – do ska, passando pelo rocksteady até o reggae roots.  Ah, e vale ressaltar: antes e depois dos shows rolou famosa discotecagem com uma seleção de pedradas jamaicanas pela Jurassic Sound, com system novo estreando na pista.Big UP: Jurássico,Greg Fernandes e You And Me On A Jamboree Crew..
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https://www.sobrevivaemsaopaulo.com.br/2018/06/06/ken-boothe-faz-shows-em-sao-paulo/

sexta-feira, novembro 02, 2018

LÚ LION e BANDA ROCHA DE DAVI
























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O artista Lú Lion de Sergipe possuí uma bagagem única, atuando como vocal há 14 anos, sendo um dos fundadores da banda Leões de Jah, onde iniciou sua carreira de músico, neste período abriram shows importantes com Dezarie, Edson Gomes, Tribo de Jah, entre outros. A divulgação do seu trabalho se expandiu para fora do estado e do país no Reino Unido (Londres) convidado por EmpresS *1 (primeira rapper egípcia ) e músicos Jamaicanos. Atualmente dentro do cenário da música reggae sergipana Lú Lion e Banda Rocha de Davi segue com um projeto independente que se formou há dois anos, com a formação atual Lú Lion (voz e guitarra base), Everton José (contra baixo), Wesley santos (guitarra solo), Neto Franca (Bateria), Renatinha Root’s (backing vocal). Com o CD ''Reggae a Sua Mente'' Lú Lion e Banda Rocha de Davi traz músicas autorais na batida do reggae roots, tendo como principais sucessos as músicas “Reggae a Mente”, “Almas Penadas”, “Trem de Zion”, “Amazônia”, "Jah Cuida de Você" (com EmpresS *1), entre outras. Músicas como “Homem sem Deus”, Mundo em Confusão, “Eu Vim do Gueto”, entre outros sucessos, também marcaram a carreira do Vocal. O Lú Lion e Banda Rocha de Davi tem como principal objetivo levar ao seu público músicas de qualidade e conteúdos que levem as pessoas a refletirem as regras e ditaduras da sociedade, bem como a forma de vida e filosofia Rastafari....
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https://www.facebook.com/LuLionBanda/

terça-feira, outubro 23, 2018

MESTRE MOA do KATENDÊ -TRIBUTO










































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O mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, de 63 anos, era conhecido como Moa do Katendê, e até pouco tempo atrás vivia uma vida tranquila em Salvador,Bahia..
Foi a primeira vítima fatal das eleições para Presidente Do Brasil e demais cargos,agora em 2018..
Mestre Moa foi morto com 12 facadas nas costas, em um bar no Engenheiro Velho de Brotas, na região central de Salvador, na madrugada desta segunda-feira. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA), o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, de 63 anos, conhecido como Moa do Katendê, foi atacado após uma discussão política. O autor do crime, identificado como Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar.  A confusão teria começado por volta das 2h40, após um homem gritar palavras de apoio ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). O mestre de capoeira teria respondido que, ali, as pessoas preferiam o Partido dos Trabalhadores (PT). Ainda de acordo com a SSP-BA, a perícia analisou o corpo da vítima e constatou que foram desferidas 12 facadas na região das costas. De acordo com as primeiras informações, o agressor e a vítima não se conheciam antes do fato.  "O autor de um homicídio, na madrugada desta segunda-feira (8), em Salvador, contra um mestre de capoeira, alegou discussão política como motivação do crime", afirma a SSP-BA em um comunicado.  Paulo Sérgio foi preso em flagrante Paulo Sérgio foi preso em flagrante Foto: Alberto Maraux / Divulgação/ SSP-BA De acordo com a delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) responsável pelo caso, Milena Calmon, Paulo tinha envolvimento com outros dois casos de discussões em 2009 e 2014.  "Vamos ouvir outras testemunhas que nos ajudarão a esclarecer totalmente o caso", afirmou a delegada.  Ainda segundo o comunicado da SSP-BA, "o autor do assassinato e da tentativa de homicídio informou que foi xingado e que estava consumindo bebida alcoólica desde o início da manhã de domingo". Em depoimento, Paulo comentou que estava arrependido.  Policiais militares da 26ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) prenderam Paulo Sérgio em flagrante, "que cometeu o crime logo após uma discussão política sobre o resultado das eleições, na Avenida Vasco da Gama, Dique do Tororó", disse a PM em nota.  "O criminoso fez duas vítimas a facadas, um homem de 63 que não resistiu aos ferimentos e morreu no local e outro, de 51 anos, atingido no braço e socorrido por populares para o Hospital Geral do Estado (HGE)", afirma a corporação.  O homem ferido foi um primo de Moa do Katende, segundo a filha da vítima, Jasse Mahi, de 27 anos. Ela disse ainda que seu parente Germínio Pereira precisou passar por cirurgia no HGE. Procurada, a assessoria de imprensa da Secretaria de estado de Saúde da Bahia (Sesab) afirmou que não divulga o estado de saúde pacientes.  Paulo alegou discussão política como motivação do crime Paulo alegou discussão política como motivação do crime . Segundo a SPP-BA, Germínio teria tentado defender Moa do Katende do ataque.  De acordo com Jasse, seu pai era presente na vida dos filhos e muito querido pelos alunos de capoeira. Segundo ela, o irmão de Moa do Katende presenciou a discussão no bar e está bastante abalado.  — Meu pai estava num barzinho quando começou essa discussão política. O rapaz saiu, mas depois voltou e esfaqueou meu pai — disse Jasse. — Ele era um pai maravilhoso. Todo mundo ama meu pai, ele não tem inimigo.  Moa do Katende, de 63 anos, foi morto em Salvador Moa do Katende, de 63 anos, foi morto em Salvador Foto: Facebook/Reprodução A PM disse que uma equipe se deslocou até o bar assim que foi acionada, por meio do Centro Integrado de Comunicações (Cicom). No local, os PMs receberam a denúncia de que o autor do crime teria fugido para um beco próximo e iniciaram as buscas. Os policiais avistaram um rastro de sangue que levava até uma casa e o localizaram escondido no banheiro, onde foi preso em flagrante. Ele já estava com uma mochila com roupas no intuito de fugir.  Ainda segundo a PM, o autor do crime foi levado para o HGE para ser medicado, pois estava com um corte no dedo, e depois foi apresentado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).  O enterro de Moa do Katende será às 16h30 desta segunda-feira no cemitério da Ordem Terceira de São Francisco, na Baixa das Quintas, em Salvador, onde a família planeja realizar uma homenagem ao mestre de capoeira.  "Quero convidar a todos amigos, alunos e mestres de capoeira para prestar a última homenagem a este homem incrível que ele foi", convidou a filha da vítima em um post no Facebook. "Tragam Berimbau!", completou.  Nas redes sociais, amigos e parentes lamentaram a violenta morte de Moa do Katende.  Um dos posts diz que "guerrido defensor da cultura e do povo negro, sempre a frente pela qualidade de vida da população mais pobre e desfavorecida fará muita falta".  "Meus sentimentos à família desse grande Baluarte da Capoeira! Adeus, Mestre Moa Do Katende! A Capoeira está de luto!!", escreveu outra pessoa.  Leia abaixo a nota da Polícia Militar:  "Policiais militares da 26ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) prenderam em flagrante na madrugada desta segunda-feira (8) o autor de um homicídio, que cometeu o crime logo após uma discussão política sobre o resultado das eleições na Avenida Vasco da Gama, Dique do Tororó. O criminoso fez duas vítimas a facadas, um homem de 63 que não resistiu aos ferimentos e morreu no local e outro, de 51 anos, atingido no braço e socorrido por populares para o Hospital Geral do Estado (HGE).  A PM foi acionada, por meio do Centro Integrado de Comunicações (Cicom), com informações de que dois homens tinham sido atingidos por golpes de faca e imediatamente deslocou uma equipe ao referido endereço.  No local, os policiais receberam a denúncia de que o autor do crime teria fugido para um beco próximo e iniciaram as buscas. Os policiais avistaram um rastro de sangue que levava até uma casa e prenderam em flagrante o homicida escondido no banheiro. Ele já estava com uma mochila com roupas no intuito de fugir.  O autor do crime foi levado para o HGE para ser medicado, pois estava com um corte no dedo, e depois apresentado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)".  Confira a seguir o comunicado, na íntegra, da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA):  "O autor de um homicídio, na madrugada desta segunda-feira (8), em Salvador, contra um mestre de capoeira, alegou discussão política como motivação do crime. Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anos, usou uma faca para acertar fatalmente Romualdo Rosário da Costa, 63 anos, e Germínio do Amor Divino Pereira, 51, parente da vítima, que encontra-se, no Hospital Geral do Estado (HGE), com ferimento no braço.  Segundo informações preliminares Paulo chegou em um bar, na localidade do Dique Pequeno, bairro do Engenho Velho de Brotas, e se envolveu em uma discussão com 'Moa do Atendê', como era conhecido Romualdo. Após desentendimento, o autor da agressão saiu do estabelecimento, buscou uma arma branca, na sua residência, e retornou ao bar.  No local, Paulo deu facadas, nas costas de Romualdo, que estava sentado, e um golpe com a mesma arma branca, no braço de Germínio. Moa do Katendê morreu, no local, e o seu parente foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde está internado.  No Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o autor do assassinato e da tentativa de homicídio informou que foi xingado e que estava consumindo bebida alcoólica desde o início da manhã de domingo. Em depoimento ele comentou ainda que estava arrependido.  "Vamos ouvir outras testemunhas que nos ajudarão a esclarecer totalmente o caso", comentou a delegada do DHPP Milena Calmon, responsável pelo caso. A policial informou ainda que Paulo tinha envolvimento com outros dois casos de discussões em 2009 e 2014".
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https://extra.globo.com/casos-de-policia/mestre-de-capoeira-morto-com-12-facadas-apos-dizer-que-votou-no-pt-em-salvador-23139302.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=Extra

domingo, setembro 23, 2018

RAIZ TRIBAL

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A Banda Raiz Tribal tem como herança a paixão pelo reggae vinda de uma das principais bandas de reggae do país, a maranhense Tribo de Jah. Gill Enes e Keké Enes são filhos de Netto Enes (guitarrista da Tribo de Jah), Leo Rabelo é filho de Aquiles Rabelo (baixista da Tribo de Jah) e para fechar o time de feras Felipe Moreno é filho de Nengo Vieira (o maior nome do reggae gospel do Brasil). De pai para filho e depois para os palcos a fora, assim é a trajetória de 15 anos da banda, que começou em Guarulhos/ São Paulo e fez o caminho de volta para casa pra não perder os laços com a raiz musical maranhense. Mesmo com o DNA da Tribo de Jah a Raiz Tribal nesses 15 anos de carreira conquistou a própria identidade, tocou ao lado de bandas e cantores nacionais e internacionais consagrados e assim ganhou reconhecimento e admiração de quem toca reggae no país.  A banda Raiz Tribal prepara agora o 4º disco contendo 8 faixas inéditas que contará com algumas participações especiais ,aguardem!.
Membros da banda :
Gill Enes - Voz/ Vocal
Keké Enes - Teclados (Keyboards) / Voz e Vocais
Leonardo "Leo Maranhão" Rabelo - Baixo (Bass)
Filipe Lisboa (Filipinho) - Guitarra
Felipe Moreno - Bateria (Drums)
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https://soundcloud.com/gillenes/sets/raiz-tribal-novas-trilhas

domingo, setembro 09, 2018

EXPOSIÇÃO JAMAICA,JAMAICA .



















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Única casa deste tipo fora da Jamaica, o Museu do Reggae Maranhão tem ganhado destaque além das fronteiras do Estado. Um exemplo é a exposição “Jamaica, Jamaica”, no Serviço Social do Comércio (Sesc) na cidade de São Paulo. A mostra está na unidade da 24 de Maio do Sesc.  A exposição foi concebida pela Cité de La Musique Philharmonie de Paris e tem o Museu do Reggae Maranhense como um dos destaques.  A história do Museu do Reggae em São Luís tem sala dedicada na mostra desde o dia 15 de março, sendo vitrine para a divulgação da cultura e incentivo ao turismo no Maranhão. A programação vai até o dia 26 de agosto...
A exibição propõe uma viagem cronológica, além de apresentar o universo sonoro e cultural jamaicano, que ultrapassa as fronteiras físicas, tornando-se influência mundial e ponto importante na história da música. O acervo reúne desde peças de estúdio usadas por Bob Marley até jornais com notícias dedicadas ao tema.  Reggae no Maranhão -Alguns dos primeiros registros da música jamaicana no Brasil vêm de São Luís. E por esse motivo, o diretor do museu maranhense, Ademar Danilo, esteve na mostra em São Paulo, onde dialogou com uma plateia de jornalistas e artistas locais, explicando o título ludovicense de Jamaica brasileira.  “Fui convidado a explicar como é esse fenômeno do reggae aqui no Maranhão, que desperta muito interesse nas pessoas. O Museu do Reggae tem um impacto turístico muito favorável e positivo ao Estado. A imagem do nosso museu desperta a curiosidade das pessoas em conhecer o Maranhão, além de ser um importante espaço de divulgação para o turismo”, ressalta Ademar Danilo. Museu - Mais de 12.000 pessoas já visitaram o Museu do Reggae no Maranhão em menos de 5 meses de funcionamento. O equipamento construído pelo Governo do Maranhão e administrado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur) é o primeiro do gênero no mundo, fora da Jamaica, e segue ganhando notoriedade no circuito nacional e internacional.  Repercussão  -O equipamento cultural foi destaque em reportagens produzidas pela empresa de comunicação britânica BBC News, pela emissora chinesa CGTN, por jornais jamaicanos; além da imprensa nacional, como a revista Carta Capital, o jornal Estado de S. Paulo e a revista de bordo da empresa aérea GOL. “Estamos pautando diversos veículos de comunicação no mundo todo. Desde a BBC de Londres até a chinesa CGTN e jornais e revistas de renome”, afirma Ademar Danilo.
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http://www.radionoticiamaranhao.com.br/museu-do-reggae-maranhao-e-destaque-de-exposicao-em-sp/