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By Ferramentas Blog

domingo, maio 17, 2015

InNATURA























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Andava com saudades da Izabella, do Bruno e do Kiko do Natiruts? A boa nova é que eles estão aí de volta à cena, com o projeto InNatura.De Léo e Bia a Eduardo e Mônica, em Brasília o amor sempre terminou em música. Mas no caso de Bruno Dourado e Izabella Rocha, a música desabrochou no amor – e o amor se desdobrou em música novamente. O percussionista e a cantora se apaixonaram no Natiruts, onde atuaram por 11 anos, casaram-se, trouxeram ao mundo a primeira filha, Gabriela, em 2004, e em 2006 saíram da banda de reggae para montar a InNatura com o brother Kiko Peres, que havia deixado o Natiruts em 2002.  Mas para saber qual é a melhor nova, você terá que ver e ouvir esse DVD/CD de estréia do trio, Um Artista Brasileiro. Pois quem conhecia Bella e Bruno como vocalistas de apoio da banda brasiliense, um dos grandes nomes do reggae brasileiro, terá uma grande surpresa: eles foram à frente e enfim revelaram suas vozes, defendendo um repertório que engloba suas músicas no Natiruts, pérolas de novos compositores e algumas inéditas da própria lavra. Em formato acústico – basicamente violões e vozes –, as canções revelam novos caminhos para esses artistas brasileiros: o reggae continua a ser uma referência, mas agora sua música tem também fortes o folk, o soul, o samba-rock e até o jazz – sempre de forma natural, que é como as coisas acontecem para esse pessoal.  Foram 11 anos de Natiruts até que Izabella Rocha e Bruno Dourado resolvessem dar um tempo. Eles se tornaram pais da pequena Gabriela e, em 2006, chegaram à conclusão que era melhor deixar a estrada de lado e cuidar da vida. No sossego da família, novas musicalidades afloraram. De repente, não mais que de repente, lá estavam eles ensaiando músicas com Kiko Peres, mestre da guitarra que deixara o Natiruts em 2002 para se dedicar a uma carreira solo e a projetos de produção fonográfica.  Em ensaios descompromissados, nas tardes de sábado, foi sendo delineado, ao longo de seis meses, o repertório e os arranjos de Um Artista Brasileiro – aliás, esse era o nome de um show intimista em que Izabella cantava músicas de alguns dos novos compositores que conhecera ao longo das turnês com o Natiruts. O primeiro show do InNatura acabou sendo justamente o da gravação do DVD – em junho de 2007, na sala Martins Pena do Teatro Nacional de Brasília, com direção de José Eduardo Belmonte. Sem pressões, totalmente independentes, Bella, Bruno e Kiko mostraram então a que vieram. Não poderia haver melhor cartão de visitas que a faixa “Beleza Divina”, uma das inéditas do DVD, que Izabella e Kiko compuseram para a trilha do curta-metragem Uma Questão de Tempo, de Catarina Acioly. Nela dá para perceber que Bella tinha toda uma voz escondida, agora reluzindo num pop violeiro de muitas delicadezas e alto astral – “seu corpo balança, anuncia a primavera”, canta ela. A festa segue, com o trio mais banda de apoio (Jair Santiago no violão, Hamilton Pinheiro no baixo, Txotxa na bateria, Fernando Palau no piano e teclados, Edinho na percussão) em “Sorriso de Flor”, composição de Rafael Pondé, ex-integrante banda baiana de reggae Diamba. “Agora tenho que plantar / na roça pra vender na feira”, cantam Bella e Bruno, reforçando o clima interiorano, de tranqüilidade em meio às belezas naturais, em mais este pop violeiro que traz a marca do InNatura.  Aos poucos, o grupo vai mostrando as suas boas companhias em Um Artista Brasileiro. “Carcaça”, obra do ex-Dread Lion Luís Carlinhos com Baia e Fusuê, injeta melodia e otimismo no disco: “eu sigo com a minha esperança / de que tudo vai clarear”. É também o número do DVD em que Bella aproveita para apresentar os bailairinos Selma Trindade e Teresa de Castro em meio a uma deliciosa atmosfera teatral. Outra de Luís Carlinhos é “Já Valeu”, bela balada em que a voz de Bella deita e rola e ainda conta com a participação de Carlos Ataualpha no trapézio. Mais um dos destaques do disco é “Eus”, de Baia e Gabriel Moura, líder do Farofa Carioca – uma soul music existencialista, de versos fortes como “não sou Deus, mas sou eus / eu também sou milhões de eus”. Já Tonho Gebara, infelizmente falecido guitarrista do Natiruts, tem sua memória celebrada pelo InNatura com nada menos que três músicas: o folk meio Dylan, meio Raul Seixas “Lado Oposto”, o jazzy-baião- reggae “Tambor” (parceria com Luís Carlinhos e Rogê) e “Pode o Céu Cair” (com Shilon), um aceno ao samba-rock (“achei um Lp de quando Jorge era Ben”), com citação de Kiko ao solo de guitarra de Jimmy Page em “Stairway to Heaven”. Rafael Pondé, por sua vez, dá as caras novamente no repertório do DVD com o samba-soul “Morena do Mar” e os reggaes “In Flow e Foi” e “Princesa do Cerrado” – este que, por sinal, contou na gravação com o bandolim de sabor ibérico de Dudu Maia.  Um Artista Brasileiro foi também uma boa oportunidade para que Bella, Bruno e Kiko resgatassem suas favoritas dos tempos de Natiruts. Estão lá, com novas roupagens, as músicas “Discípulo de Mestre Bimba” (com os vocais e o berimbau de Bruno, mais a participação de um grupo de capoeiristas), a desencanada “Andar pela Ilha” e o reggae jazzístico “Misteriosa Atração” – ótimos exemplos daquilo tudo que eles tinham de novo a apresentar como InNatura. E, para quem ainda tinha alguma dúvida sobre o valor da rapaziada, o DVD ainda tem mais uma música inédita: “Clareou”, composição de Izabella em que ela esbanja melodias e domínio da língua inglesa – boa para abrir os caminhos no exterior.  E aí está, bem do jeito que eles queriam, o primeiro trabalho do InNatura. “Fizemos nosso DVD sem medalhões, não queríamos nada glamuroso”, conta Bruno. Era assim mesmo que tinha que ser. Perfeito retrato do dia-a-dia e da filosofia desses amantes da natureza e da música, Um Artista Brasileiro dá a partida para a segunda fase da trajetória de Bella, Bruno e Kiko. Naturalmente musical. Ou musicalmente natural – quem ouvir, que tire as suas conclusões. E depois viaje com eles no som.
Os componentes que regem a arte musical da In Natura estão mais uma vez em evidência: os instintos humanos, a preservação do ambiente, a beleza em seu estado natural, a contemplação da vida e o amor. São estes os elementos que formatam a mensagem sonora da banda em seu terceiro álbum recém lançado pela brasiliense GRV Discos.  As 13 faixas inéditas espanam versatilidade musical no In Natura 3 ao aliar o que há de melhor nas raízes do som genuinamente brasileiro às tendências internacionais. São levadas do Reggae e do Ragga originais da África e do Caribe, com esbarrões acústicos em ritmos negros tradicionais do Brasil - da capoeira à cantiga de roda.  A banda abusa dos ingredientes nacionais para refletir seu espírito tropical e praiano. Tudo com muito groove e toques eletrônicos, incorporando também os sons de metais, cordas e percussão à altura do profissionalismo que rege as composições da banda.  Essa abordagem “beira mar”, no entanto, não deixa esquecer o ponto de partida do trabalho da In Natura. É de seu bioma natural, o cerrado, que Izabella Rocha e Bruno Dourado (Vocais e Letras) convocaram outras “feras” de projeção da cena musical brasiliense – Kiko Peres (Guitarra), Marcelo Pahl (Bateria) e Bruno Xavier (Baixo), tendo ainda Leander Mota (Percussão) dividindo as funções nos timbales e atabaques com o polivalente Bruno – para assim formar o “back bone” instrumental do trabalho. As digitais sonoras destes artistas de renome estão em toda a obra, que conta também com a participação de outras personalidades convidadas.  O quinteto principal da In Natura desfruta da intimidade e talento necessários para traduzir ao imaginário dos ouvintes os cenários das paisagens e dos sentimentos humanos em suas cantatas. A sinestesia entre a imagem e o som converge nas vozes da dupla de lead singers. O casal Bruno e Izabella se alterna no microfone principal, conforme o torque melódico e a variação dos estilos musicais das faixas do CD que mais lhe caem bem.  Na trilha Cidade a Flutuar que abre os trabalhos, a banda mistura timbres modernos das cordas da guitarra, melodias de violino e programações futuristas de teclado. O resultado é um reggae-rap, acentuado pela voz do rapper MV Bill, que firma sua participação com trocadilhos ritmados em cima das palavras proferidas por Izabella Rocha.  Do outro lado do Atlântico - da Mãe África- vem o aporte talentoso do músico gabonês PacôMelézoTrês que versifica em francês trechos da Ragga Dance, introduzindo a tônica social e a estética urbana que conduz o olhar estrangeiro sobre o nosso Brasil continental.  Em Um que fazer, um reggae- pop e forte candidato a novo hit da banda, Bruno Dourado canta a mensagem de amor e de busca por sua amada, contextualizada no ócio contemplativo da natureza e da “saudade imensa” que a ausência dela instiga. A letra e música são de Fábio Allman (Monobloco), Fernando Velozzo e Carlos Pontual. Nesta faixa, o instrumental do In Natura 3 recebeu adições: nos teclados de Pedro Augusto, e no talento clássico dos irmãos Luis Paulo, André e João Pedro Dourado (violino , violoncelo e violão, respectivamente).  Em outros momentos do CD, o genoma musical da In Natura é revisitado e nos aproxima dos de suas origens - a já consagrada Natiruts. A trilha Passageira, gravada em 2002, recebe uma releitura e traz a participação da guitarrista Mônica Agena (Natiruts).  A ótima Jacarandá do Cerrado homenageia a flora e fauna do Brasil, tendo o cerrado em seu foco sonoro, e reclama a preservação da matéria prima do instrumento berimbau, fonte de arte e criatividade do vocalista já nos idos 1990.  São os ventos de um passado que levantam a trilha Velejo em Cumbuco, exalando o ritmo tranqüilo e maneiro das experiências vividas entre os amigos Rodrigo Amaral e Sérgio Maione, em composição coletiva da letra, ao lado de Bruno, neste paraíso do kite surf do Ceará. O toque especial vem do sopro pulmonar, denso e melódico do especialista Guigui Trotta (Gaita) brasiliense radicado no Rio de Janeiro e que deixa aí a sua marca.  A mutualidade do amor pleno, completo e recíproco, que emana do coração do álbum In Natura 3 vem reforçada de onde mesmo mais se espera: é a voz de Izabella Rocha que encadeia a mensagem e sonoridade do trabalho da banda.  Ao longo de várias faixas do novo álbum, a intimidade com que projeta sua voz de veludo é assimilada facilmente pelos colegas, fazendo flutuar os arranjos musicais de seus velhos e novos companheiros da vida, da arte e do palco.  Em Quero te encantar, a letra de Dora Vergueiro é embalada na melodia vocal de Izabella em performance instrumental, com breves acelerações ritmadas e minimalistas. Alheia a terminações silábicas repetitivas, a vocalista acentua a quebra dos versos e dita o torque das palavras, pontuando os sentimentos na levada desta música eivada de brasilidade.  Mas encanta ainda mais quando entoa a beleza da mulher brasileira, a senhora do carnaval da vida cotidiana; cosmopolita, letrada em idiomas e sublime como as sereias do mar é melodicamente enaltecida em estilo cantiga de roda na faixa Rainha Dourada.  A trilha A pé traz uma balada leve que mistura o Reggae e o ritmo da Salsa caribenha e aborda as contradições da vida e do amor.  E quando os vocais da alma silenciam, é a vez da poderosa instrumental Wacatoco. A música composta por Bruno Dourado é executada com a parceria de metais brasilienses dos Móveis Coloniais de Acajú – Xande (trombone) Esdras (sax barítono) e Paulo (sax Tenor). Este ska sonoro psicodélico é um chamamento e teste aos instintos primitivos do ouvinte. Um pulso certeiro instigando as energias do movimento corporal e da libertação que só a música pode oferecer.  Destaque também para a participação do virtuoso trompetista Moisés Paraíba que enobrece além de Wacatoco, outra faixa do álbum. Em Brilho da Cidade, dá o seu retoque °metal° em um solo desta composição de reggae chill-out de excelente qualidade.  A pequena Gabriela Rocha, filha do casal de apenas 8 anos, faz seu debut artístico na gravação de Respeitar o mundo, composta por seus pais ainda em 2001 quando integravam o Natiruts. O trio canta em uníssono o poder da intuição como chave ao sentido maior da vida: a evolução do ser e o respeito ao mundo no caminho da paz. Guitarras havaianas arrematam a obra.  Para concluir, o In Natura 3 é o som de Bruno , “Bella” e cia em seu estado natural de simbiose e evolução. A música que nasce da parceria madura do casal de músicos é a mesma que os projeta para a vida, no terreno artístico e social, e retro-alimenta a sua obra...
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 http://www.innaturabrasil.com/
  • Membros da banda
    Bruno Dourado
    Izabella Rocha
    Kiko Peres
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    DISCOGRAFIA
     Innatura3 (2013)
     Bossa Ragga (2010)
     CD e DVD - Um Artista Brasileiro (2007)

sexta-feira, maio 01, 2015

MARIETTI FIALHO
























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Uma voz acalenta a cena da música negra no sul do país, com o veludo da pele traduzido em sonoridades ao mesmo tempo suaves e cheias de força, com a delicadeza da mãe que acalenta seu filho e o poder da guerreira que defende a sua origem, usando como arma o som do instrumento musical mais antigo e perfeito. É Marietti Fialho, gaúcha e porto alegrense, bisneta de escravos e de portugueses, que herdou o gosto e o talento para a música dos país, Gerci Pacheco Fialho e Caitano Fialho Netto.  Essa voz da Marietti começou a ser ouvida há quase 20 anos, como integrante de uma das bandas pioneiras – e até hoje uma das maiores referências – do reggae feito no Rio Grande do Sul, a Motivos Óbvios. Ela começou como backing vocal, em 1990, e logo em seguida conquistou o posto de vocalista principal, que ocupou durante dez anos, até 2001, com muita presença de palco, muita atitude e empatia com o público. Ganhadora do Prêmio Açorianos de Música, na categoria Melhor Intérprete de Pop Rock, naquele ano mesmo, Marietti iniciou um novo trabalho, reunindo uma considerável bagagem desses anos todos como intérprete.  Muito além do reggae, Marietti empresta sua voz para outros gêneros musicais, sempre com segurança e conhecimento. Ainda integrante da Motivos, Marietti cantou blues como vocalista da Terraplane Blues. Cantou rap com Piá e a banda Da Guedes, referências do hip hop local. E foi ainda backing vocal para Gilson e Banda Ponto G (atual Limusine Negra), no CD Banda Partido de Primeira. Com a banda Motivos Óbvios, Marietti participou das coletâneas Porto Reggae e Tri-legal do Reggae. Também participou dos CDs Rádio Comunitária Legal e Reggae às Pampas, Zona Norte Primeiro Passo e Baladas do Bom Fim (um tributo a Nei Lisboa), como uma interpretação elogiada do clássico “Telhados de Paris”. Esteve também na trilha sonora e figuração do filme Neto Perde Sua Alma.  Nesse novo trabalho, Marietti fez shows em teatros e várias casas noturnas de Porto Alegre. Em 2004 participou pelo Projeto Sempre as Terças, na Unisinos, no Teatro Padre Werner, que foi gravado pela TVE/RS e TV Unisinos, para o Programa Palcos da Vida, no Instituto Odomodê, Assembléia Legislativa (Sarau no Solar), na Cidade Camaquã, no Dia Nacional da Consciência Negra, em 2005. Em 2006 fez show na cidade de Osório, pelo Simpósio de Cultural Negra.  Ministrou também oficina de Técnicas Vocais na Escola João Satte – pelo projeto Escola Aberta, de outubro de 2005 a outubro de 2006 e na Associação de Moradores da Vila Santa Rosa. Essa voz da Marietti já ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Sul e foi ouvida no Rio de Janeiro, Uruguai, Argentina, Paris, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e em todo interior do Rio Grande do Sul.  Essa bagagem toda coloca a Marietti em eventos de grande significado artístico, cultural e político. Ela apresentou o primeiro e quinto Fórum Social Mundial/POA e cantou no primeiro, segundo e terceiro.  Foi Jurada do Prêmio Açorianos de Música de 2002 e da Nona edição do Festival de Porto Alegre. As musicas que Marietti canta recebem em seus arranjos um brilho especial, com fortes influências do jazz, do samba, do reggae, do funk e da bossa nova. É Música Preta Brasileira. Faz tempo, ela vem sendo acompanhada por um time de músicos de primeira, que garantem o balanço e a pegada: Chico Ferretti, James Liberato, César Audi e Alvaro Luthi..
A cantora Marietti Fialho, uma das vozes iluminadas da música negra do lado de cá do Oceano Atlântico, lançou o seu primeiro disco solo em 18 anos de carreira, no dia 1o de Outubro, no Bar Opinião, em Porto Alegre. “Este trabalho é a minha vida, foi o que ouvi da minha infância até hoje”. Assim, Marietti define “Eu vou à Luta”, que reúne músicas inéditas, com composições de Luiz Vagner, Chico Ferretti, Jorge Foques, Da Gama e Xiko Mestre, e duas músicas próprias, uma delas feita em parceria com o amado, Ton Matos. Em português e até ioruba, Marietti mistura elementos de samba, jazz, soul, funk dos anos 80 (que não tem a ver com o “pancadão” de hoje), hip-hop, maracatu, reggae e bossa nova. Resumindo: “Música Preta Brasileira”.  Selecionado pelo Fumproarte, “Eu vou à Luta” foi gravado no Estúdio Transcendental, em Porto Alegre, com arranjos e produção musical de Chico Ferretti. Acompanham no disco de Marietti os músicos Chico Ferretti (teclado), James Liberato (guitarra), César Audi (bateria) e Álvaro Luthi (baixo). Os convidados especiais são Amauri Iablonovski (sax), Sérgio Dias (trombone) e Anjinho do Trompete. Scratchs a cargo do DJ Anderson, percussão de Giovani Berti, Rafael Santos no violão e teclado, Rosa Franco e Da Gama nos violões. Completam o time as backing vocais Gabriela Ferretti e Claudia Quadros. Direção Geral de Marietti Fialho e Produção executiva de Elenice Zaltron..
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 http://marietti-fialho.blogspot.com.br/

segunda-feira, abril 27, 2015

MOTIVOS ÓBVIOS

















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A banda gaúcha “Motivos Óbvios” realiza desde 1990 uma pesquisa musical e cultural em um dos ritmos negros que mais evolui em todos os tempo, o Reggae ! A banda possui uma personalidade sulista singular, adquirida através da fusão das raízes negras com as modernidades da música pop mundial, em composições próprias e eventuais releituras de clássicos.  A Motivos Óbvios já fez várias apresentações ao lado de grandes nomes do cenário musical nacional e internacional tais como Cidade Negra, Tribo de Jah, Chico César, The Gladiators, Los Pericos e Naná Vasconcelos. Em março de 2000, recebeu o troféu Açorianos de melhor disco de Reggae, em Porto Alegre. Em maio de 2001, a banda participou como uma das representantes brasileiras, do festival VI Porto Alegre em Buenos Aires.  Numa apresentação especial, abriu o show da The Wailers, banda de Bob Marley, na Casa do Gaúcho em 2009. Integrada por músicos que trazem em seu currículo passagem pelas mais variadas bandas e estilos musicais, a Motivos Óbvios retornou aos palcos em 2012 com novos arranjos, novas composições e releituras de clássicos da Reggae Music. Assim o novo show, como se diz na linguagem Reggae, é “Uma Pedrada De Responsa”..
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 Site:
http://www.motivosobvios.com.br/

  • Membros da banda:
    Marietti Fialho - Vocais
    Geda - Vocais
    Renato Lubianca - Vocais e Guitarras
    Branka - Vocais e Percussão
    Rick - Baixo
    Fernando Catatau - Bateria

quinta-feira, abril 02, 2015

TIM MARLEY




















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O projeto Tim Marley vem para animar as noites trazendo os grandes sucessos de Tim Maia agora em versões originais de ritmos jamaicanos. Este projeto promete inovar e cativar a todos os amantes da boa música brasileira e também do Reggae, Ska, Funk, Rocksteady, Ragga e Soul. A formação conta com músicos que fazem parte de importantes bandas do cenário da música Reggae em Brasília, com Pedro Lima nos vocais e guitarra, Bernardo Ferraz na bateria, Rafael Paz e Rafael Mendes nos teclados e Renato Contaifer no baixo, além de participações especiais. Conheça mais este novo projeto musical que vem com o intuito de agradar diversos públicos, trazendo novas versões de grandes clássicos para incendiar as pistas da cidade..
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https://soundcloud.com/timmarley

terça-feira, março 24, 2015

ONZE:20

















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Onze:20- Origem: Origem - Juiz de Fora, MG País -Brasil Gênero(s) Reggae, rock alternativo, pop rock, ska, hardcore melódico (começo da carreira) Período em atividade     2006 - presente Gravadora(s)     Radar Records -Afiliação(ões) -  Projota, Strike, Mr. Thug -Integrantes: Vitin ,Chris, Marlos ,Vinicius, Fábio, Athos, Fabio Barroso ´-Ex-integrantes -Lulu Trombini, Raphael Ferrari . Onze:20 é uma banda de reggae1 brasileira formada em 2006 em Juiz de Fora, Minas Gerais. O nome da banda é a hora exata em que a banda se perguntava qual seria o nome da banda. Com o objetivo de criar um som que é possível compartilhar os problemas, as expectativas e as alegrias e, ainda, se identificar com seu público, Onze:20 se empenha em fazer, de forma marcante e com a qualidade de uma grande banda de Root´s Rock Reggae. A banda tem em sua principal característica musical, um meio marcante do seu som, desde o começo ao fim, a musica interage completamente em ambos os lados, tanto a voz quanto a instrumental entram em harmonia.Uma das formas mais notáveis da banda é a forma em que eles tratam seus fãs, sendo assim uma se não a única das bandas em que conversam, curtem e apoiam o público Em 2007 lançaram sua demo a Hora em que tudo Começa. Em 2010 lançaram Efedrina. Em 2013 lançaram A Nossa Barraca, contendo 11 faixas, pela Radar Records . O sucesso foi obtido quando lançaram o single "Meu Lugar" no dia 09/08/2012 no Youtube. E agora com o mais novo sucesso "Vida Loka". Integrantes
Musicos  Victor Hugo - Vocal  ,Fábio Mendes - Bateria , Marlos Vinicius - Baixo elétrico, backing vocal -Chris Baumgratz - Guitarra Solo  -   Fabio Barroso - Guitarra Base -    Athos - Teclados. 
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 http://pt.wikipedia.org/wiki/Onze:20


Discografia

Álbuns de estúdio
  • Efedrina (2010)
  • A Nossa Barraca (2012)
  • "Pra Você" (2013)
  • Vida Loka (2014)
Demos
  • Hora em que tudo Começou (2007)

 

domingo, março 15, 2015

BAIXADA CENTRAL















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O Reggae brasileiro é um celeiro de bandas e cantores excelentes,mas que por um motivo ou outro não se firmam e nem seguem adiante.Em meados dos anos 80/90,surgiram dezenas de novas bandas,a maioria apadrinhadas por Johnny B.Good,(R.I.P.1952-2011),que era um amante e batalhador do reggae.A banda BAIXADA CENTRAL do Rio de Janeiro é uma delas.Com um reggae de levada africana e letras que falam do cotidiano teria tudo para ficar,mas sabemos que neste País nada é fácil ,a não ser para poucos, muito poucos...Por isso esta aí a música Abuso Do Poder,para curtirmos e meditarmos,Baixada Central..
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por Marco Cardoso

sexta-feira, março 06, 2015

AHUANDA
















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A banda Ahuanda,do Rio de Janeiro,mostra um Reggae raiz com arranjos e características próprias, meditativo e contemplativo. Um diferencial interessante da banda Ahuanda é o uso da escaleta ,ou melódica,instrumento de teclado e sopro,tornado famoso pelo saudoso mestre jamaicano da escaleta e multiinstrumentista Augustus Pablo, somando a atmosfera da composição..
Membros da banda: Joh Ventura , Cesar Vinicios , Mauricio Qpin , Julio Diniz..
Lançaram o álbum ´´Do Sonho a Realidade´´ em 2007 ( independente )..
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https://www.facebook.com/ahuandareggae?ref=profile

quarta-feira, março 04, 2015

SOUNDS OF SOUL













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Paralelamente ao trabalho com a Banda Tribo de Jah, Fauzi Beydoun faz experimentações com outras vertentes musicais como o blues, bossa-jazz e soul music..
Celebrando a parceria com o baixista e produtor Gerson da Conceição da Banda Mano Bantu, Fauzi montou uma banda que conta com Eduardo Marques na Batera, Edy Ricardo nos teclados e com seu filho Pedro Elias Beydoun na guitarra. Para Fauzi, tocar com o filho se tornou uma motivação adicional.
 Com 19 anos de idade, Pedro Elias já atingiu precoce maturidade musical.  A idéia do projeto, na verdade, é recriar o clima de ‘jam session’ no show onde Gerson e Pedro também cantam canções de seu próprio repertório, fazendo o show fluir de forma espontânea e imprevisível. Clássicos da Tribo de Jah,, canções inéditas e outras já um tanto que conhecidas do próprio trabalho solo compõem um show intenso e vibrante o tempo todo. Por isso o título da banda “Sounds of Soul – Sons da Alma”.  É marca já característica das interpretações de Fauzi, cantar com sentimento, especialmente quando interpreta blues com rara intensidade. Intenso, aliás, pode ser o melhor adjetivo para esse trabalho que está sobretudo antenado com tudo que há de mais raiz e essencial em se tratando de música na cena ‘world music’ atual..
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 https://www.facebook.com/pages/Fauzi-Beydoun-e-Banda-Sounds-of-Soul/

terça-feira, fevereiro 24, 2015

SANA REGGAE FESTIVAL

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Sana Reggae Festival  -O Naturalmente Sana é uma junção de projetos sociais que visam a evolução da sociedade local,comunidade serrana do Rio de Janeiro, juntamente com a educação ambiental dos visitantes. Sana é um lugarejo bucólico longe dos centros urbanos do Rio de Janeiro, se localiza na Serra de Macaé e é cortada pelo rio Sana.Em Janeiro de 2002 Sana foi decretada Área de Proteção Ambiental.  Há muitas cachoeiras e pocinhos na região com águas límpidas, boas para mergulhos. A cidade tem a altitude que varia entre 300 e 600 metros, tendo como ponto mais alto o Pico do Peito do Pombo, com cerca de 1.400m de altitude.  A região é rica em recursos hídricos e em biodiversidade da Mata Atlântica, lugar ideal para curtir o frio da montanha no inverno e se refrescar nas águas geladas no verão. Muitos atrativos necessitam do acompanhamento de guias especializados.
O Naturalmente Sana é uma junção de projetos sociais que visam a evolução da sociedade local juntamente com a educação ambiental dos visitantes. São eles: Um festival internacional de música, o Sana Reggae Festival, que realiza-se todo o começo de ano, como vitrine para os demais projetos e ferramenta de conscientização dos valores humanos.  O projeto Quilombo que tem sua abordagem tanto nas crianças como nos adultos da comunidade, com o apoio pedagógico, aulas de alfabetização, inclusão digital, aulas de música, teatro, circo e aulas esportivas como capoeira e futebol.   O projeto de Educação ambiental acontece em quatro maneiras: Monitoramento turístico, Oficina de Pintura de camisetas, Gestão e monitoramento de resíduos e o reflorestamento local com o plantio de 2.500 mudas, a partir da 1ª Maratona Ambiental do Sana..
Sana é o lugar onde vive o lendário músico de reggae Dom Luiz Rasta..
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https://www.facebook.com/sanareggaefest/
 http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/rio-de-janeiro/sana/

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

FORÇA DA PAZ

 














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A banda Força da Paz surgiu em meados de 2007, em Cotia(SP), com o propósito de transmitir a consciência de Jah Rastafari, semear Amor, e resgatar nossas Raízes nos dias atuais; através da Música Reggae e da Cultura Rastafari. Todas as músicas são de autoria própria. Atualmente, a banda Força da Paz está trabalhando na gravação e produção de seu álbum de lançamento, "Bendito Amor" (Produzido e gravado de forma independente, com participação do músico jamaicano Fatstring.)
O CD Força da Paz - Bendito Amor em breve estará disponível para todos! Siga Força da Paz no Soundcloud, e nas principais redes sociais para acompanhar as novidades da banda.  Graças e Louvores a JAH RASTAFARI, Mais Fogo! Mais Vida! Mais Amor! ..
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 https://soundcloud.com/forcadapaz

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

ATO LIBERTÁRIO


















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Formada em 2011 em Aracaju/SE,a banda Ato Libertário tem como base rítmica o autêntico reggae de raiz jamaicano, fazendo a ligação entre o Nyahbing e o Dub com fortes influências de Ragga, Ska entre outras vertentes do gênero, com uma pitada de improvisação, o grupo passeia pela música progressiva experimental. As apresentações ao vivo são cheias de energia, letras revolucionárias envolvidas em arranjos fortes e criativos com linhas consistentes de baixo e bateria, além do revezamento de instrumentos entre os integrantes da banda dando um ponto de destaque em suas performances. Em menos de um ano a banda se destacou no cenário musical local, sendo finalista do III Festival Aperipê de Musica de 2011 com a canção Tudo Por Dinheiro. Desde então a banda vem se apresentando com frequência em vários eventos e não demorou para dividir o palco com bandas de renome nacional e internacional como Midnite, Mato Seco,Vibrações, Adão Negro entre outras. Em 2012 participou do Projeto Verão tocando no Palco Multicultural e no aniversário de 10 anos da Rua da Cultura, além de lançar o seu primeiro álbum “Pra Quem Vive”. Em 2013 a banda se apresentou no palco principal do Verão Sergipe dividindo o mesmo com Gilberto Gil. O CD de estréia da banda Ato Libertário intitulado “Pra Quem Vive ”foi gravado de forma independente e contém 10 faixas autorais entre elas Caminho, Sinta o Poder e Tudo por Dinheiro, que são algumas das canções que não podem ficar de fora do repertório. O disco foi mixado por Max Nascimento e conta ainda com a participação especial de Luiz de Assis da banda Alagoana Vibrações. Levantar a bandeira da música independente com garra e determinação, esse é o lema da banda que vem a cada dia conquistando seus objetivos com respeito ao público em primeiro lugar, firmando parcerias, cientes de que somos apenas elos da mesma corrente e que ainda há muito trabalho pela frente. No momento a banda está em fase de pré produção do seu segundo disco “Lenha Na Fogueira”,ainda sem previsão de lançamento..
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Membros da banda:
  Robson Lira
 Tinho Marinho
 Rodrigo Mago
 Douglas Trindade
 Danyel Nanume
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 https://www.facebook.com/atolibertario/

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

TERRA SANTA


















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Terra Santa é uma Banda de Reggae do vale do paraíba São José dos Campos,São Paulo..
Com uma nova formação a banda de Reggae de "TERRA SANTA" voltou aos palcos e vem com um show rico e vibrante para interagir com o seu público..
Temas:Correntes,Concentrem sem em Jah..

sábado, fevereiro 14, 2015

EMANAI
























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Em meados de 2012 com o principal objetivo de trazer uma mensagem de respeito, igualdade, e Fé buscando no Eu e Eu a Evolução espiritual do ser humano através de suas letras. No início de 2013 Emanai,de Torres,RS lança seu dois primeiros Singles "Alma Livre" e "Positivamente" , desde então vem conquistando espaço se apresentando e conquistando publico no Litoral, Serra e Capital do RS. Para 2014 a banda prepara seu primeiro álbum oficial que promete trazer uma pegada pesada e ao mesmo tempo melodias suaves como o perfume que emana das flores litorâneas..
Transmitindo uma vibração única, inspirada no sentimento e na espiritualidade, juntamente com a musicalidade rústica e pesada inspirada no reggae das Ilhas Virgens..
Membros:
GustaMAN - Vocal e Baixo/
Richard Teixeira - Guitarra Solo e Back Vocals /
Maicon "TOCHA" Reis - Teclados e Back Vocals /
Rodrigo Poli -Bateria

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 https://soundcloud.com/emanairootsreggae

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

DANGOLA
















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Dangola canta um reggae certeiro,com forte mensagem .O ritmo é de fácil assimilação,e logo o mentalizamos.O refrão da música Tem Que Mudar diz "Tem que mudar,tente entender,mudar o mundo pra se viver"é um ótimo exemplo disso,ouça e tente esquecer''..
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Por Marco Cardoso


quinta-feira, fevereiro 12, 2015

RAFAEL CARDOSO e SKUMA REGGAE
























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Unidos pela vontade de criar novas sonoridades, Rafael Cardoso (quarto,da esquerda p/ direita) and Skuma Reggae é a fusão de dois trabalhos que foram concretizados na última década. Em 2014 a banda passou por uma renovação sonora e conta hoje com uma das grandes vozes do reggae nacional: Rafael Cardoso. E essa nova formação direciona as canções para os territórios dub, ragga, blues e Rhythm and Blues, proporcionando performances pulsantes e com belas texturas. A banda é formada por Rafael Cardoso (voz); Felipe Santos (guitarra/samples/voz); Pedro Brum (guitarra/voz); Beto Grizendi (contrabaixo); Fábio Ramiro (teclados/syntetizador/voz);e Kadu Carvalho (bateria), músicos que atuam na cidade de Juiz de Fora,em Minas Gerais e região. O grupo almeja conquistar destaque na cena nacional, terra onde o movimento reggae enche as grandes casas e núcleos urbanos. E é nesse público fiel que Rafael Cardoso and Skuma deposita sua confiança, com grande recompensa. No público e em toda a família Marley, claro..
 Tocaram recentemente no Budha Bar, em Petrópolis, abrindo a temporada 2015 com o o show tributo à Bob Marley e iniciando as comemorações de 70 anos de aniversário do Rei..
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http://soundcloud.com/rafaelcardososkumareggae

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

SAULO DOUGLAS





















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O reggae de Saulo Douglas,"Pintores da Paz",possui uma mensagem que pode e deve ser aplicada nos dias atuais,e no futuro. Saulo Douglas é cantor e compositor,e fez parte do "Grupo Karetas",de Recife,pioneiros do reggae no Brasil.Saulo teve influência decisiva nos rumos que a banda tomou,antes focada nos ritmos nordestinos como "baião",forró etc...
No começo dos anos 1980 Saulo Douglas compôs e gravou com o "Grupo Karetas",a musica "Vento Norte",que rapidamente se tornou hino no Nordeste,assim se transformando no primeiro disco de reggae brasileiro. Saulo nasceu na cidade de Recife em Pernambuco,e atualmente reside nas Ilhas Canárias na Espanha,e adotou o novo nome de Saulo Wo'Dou,continuando a divulgar o reggae para o mundo...
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by Marco Cardoso

sábado, fevereiro 07, 2015

REVISTA REGGAE BRASIL
























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A Revista Reggae Brasil foi desenvolvida por Ras Portuga na Bong Produções em 2010, quando, o amante do reggae lançou a primeira edição do trabalho, com matérias da cultura jamaicana, o reggae no Brasil, bandas nacionais, lojas de reggae, rádios, sites, entre outras coisas sobre a música reggae.    Além da folhagem de alta qualidade que a revista compõe, ela acompanha um CD coletânea com 19 músicas variadas de vários artistas e bandas nacionais e internacionais que integram uma matéria na revista.   Após o lançamento da primeira edição, a Bong Produções deu continuidade no projeto, lançando a cada temporada uma nova edição mais inovadora e criativa, estando, no momento, na 7° edição da Revista.   Já passaram pela Revista Reggae Brasil vários artistas consagrados do reggae.   Com tiragem média de 15.000 exemplares, a revista é divulgada em todo território nacional. Sendo encontrada através de eventos, marketing, nas principais bancas de jornal, loja do estilo, e, principalmente, pelo site...
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http://www.revistareggaebrasil.com

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

LEÃO NEGRO


















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Aqueles que viram e ouviram Leão Negro  jamais esquecem,sua voz que nos lembra a do Rei Bob Marley.Poesia e rebeldia são sua marca que entre uma música e outra faz seu manifesto pra massa regueira.Baiano de Feira de Santana, Leão Negro passou a ser um artista muito admirado,espeçialmente pelos seus conterraneos baianos que o admiram muito.
Talento,visual,rebeldia,poesia, tudo vivo em Leão Negro.
A sua banda é formada por Leão Negro nos Vocais,Juroba nas Percussões e Romulo nas Guitarras,Teclados,Bateria e Baixo.
Leão Negro lançou um disco denominado ´´Música Rebelde´´com temas como Esse Ano eu vou Passar,Judah,Melhor não Podia Estar,Natural Desnaturado,O Rei Leão,Outra Cara,Que foi,Redemption Songs,Soraia e Zimbabwe,sendo Redemption Songs e Zimbabwe releituras de Bob Marley...
(Nenhuma imagem disponível de Leão Negro)
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Postado por JAHMAN

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

REPÚBLICA DO REGGAE













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 A República Do Reggae é o maior festival de reggae da América Latina,e é realizado anualmente em Salvador,Bahia...
 O evento reúne grandes nomes nacionais e internacionais do ritmo jamaicano..
 A República do Reggae 2014 contou as bandas Midnite, a maranhense Tribo de Jah, a carioca Ponto de Equilíbrio, além da cantora Dezarie, Edson Gomes, e Bunny Wailer, um dos integrantes da formação original do grupo The Wailers, juntamente com Bob Marley e Peter Tosh...
O evento aconteceu  no dia 15 de novembro, no  Wet’n Wild, a partir das 19h...
 Republica do Reggae , evento já consagrado e que está na sua 11º edição, e que esse ano trouxe o tema " De Volta as Raizes " Seguindo a origem do reggae roots.  E nesse ano trouxe pela primeira vez na Bahia. Bunny Wailer, também conhecido como Bunny Livingston, foi um integrante da formação original do grupo de reggae Bob Marley And the Wailers, juntamente com Bob Marley e Peter Tosh. Cantor, compositor e percussionista, foi batizado de Neville O’Riley Livingston em 10 de abril de 1947 na Jamaica. Bunny Wailer certamente é uma grande atração mundial que se apresentou no Maior Festival de Reggae da America Latina, além dele outras grandes atrações estão na grade Oficial do evento, são eles, Midnite, que pela sua primeira vez se apresentou no Republica do Reggae, Midnite é uma banda de Reggae, originária da ilha de St. Croix nas Ilhas Virgens Americanas.O som da banda acompanha o tradicional "Reggae Roots" da Jamaica, da década de 1970. As composições da banda são caracterizadas pelo estilo "chant and call", que dá a sua música um intenso sentimento Rastafari. As músicas são geralmente focadas nos males da opressão, nas falhas inerentes dos ajustes políticos, econômicos e sociais numa escala global, e na salvação da humanidade através da fé em Jah (Deus, segundo a religão Rastafari).Dezarie, é uma cantora de reggae nascida em St. Croix, nas Ilhas Virgens Americanas. Divide as dependências do estúdio Afrikan Roots Lab com os conterrâneos do Midnite. Recebeu o prêmio Best New Female Reggae Artist (Melhor Revelaçao Feminina do Reggae) em Atlanta antes de retornar a ilha de St. Croix. Possui quatro discos em sua carreira, Fya de 2001, Gracious Mama Africa de 2003, Eaze the Pain de 2008 e The Fourth Book (2010). Em suas apresentações no Brasil, a cantora foi bem recebida pelas críticas e pelo público, devido sua postura e presença de palco. Edson Gomes, tambem considerado como o grande Reggae man da Bahia e do Brasil, trazendo suas belas canções com musicas e letras tocantes indo de encontro ao sistema e ao mesmo tempo de reflexão para nós mesmo. Sendo que foi a atração que tocou em todas as edições do Republica desde 2003, Ponto de Equilibrio, atração bastante solicitada nos festivais de Reggae pelo Brasil e não poderia faltar nessa edição, e Tribo de Jah, que retorna ao Festival depois de muito tempo, pois foi umas das pioneiras no Reggae aqui no nosso pais.   Vale lembrar que ainda teve atrações no Palco Resistência o chamado palco 2 da Republica do Reggae, que oferece espaço para bandas do cenário local de Salvador e cidades circunvizinhas mostrarem o seu trabalho nos intervalos entre as bandas do palco principal. As bandas Back´s and Finos, Banda Dissidência, Lutte, Isaque Gomes e Thomé Vianna. E  mais não deixe de apreciar a cultura local da Aldeia Hippie de Arembepe e a Tenda Dub  ..                                                                         
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 http://www.correio24horas.com.br
 http://www.clickreggaefeira.com.br/2014/10/republica-do-reggae-2014.html

sexta-feira, janeiro 16, 2015

GOMES BRASIL
























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Na cadência do ritmo jamaicano, Gomes Brasil cede espaço para o reggae. O cantor piauiense, que residiu por 10 anos no Ceará, revelou suas experiências pelo Estado e cantou grandes sucessos do gênero, como os de Bob Marley..
Em Fortaleza, Gomes Brasil conheceu a Rebel Lion, uma das bandas com maior tempo de atividade no cenário musical cearense, sendo responsável pela introdução do reggae no Estado.
 “Morei no Ceará por 10 anos e estive numa das maiores ‘faculdades’ de reggae do Brasil que é a Rebel Lion. Aprendi muito”, contou.
Com alma de 'regueiro' na caracterização, no estilo e na música,  Gomes Brasil ainda fez revelações sobre sua carreira artística com demonstrações no palco do Talentos.“ Hoje só canto reggae. Mas já cantei vários ritmos e agora vou cantar um pouco de axé”, finalizou o cantor...
Temas de Gomes Brasil: Let's Play That ( Paulo Uti / Torquato Neto ),e o cantor interpreta alguns temas como o da banda jamaicana The Gladiators (Chatty Chatty Mouth) e Clinton Fearon..
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http://cidadeverde.com/gomes-brasil-canta-sucessos-do-reggae-no-talentos-do-piaui-105933

quinta-feira, janeiro 08, 2015

JAHFREECA

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    Jahfreeca,banda de reggae de Vitória,Espírito Santo-Informações de início..
    Início em 7 de março de 2011 .
    Gênero:
  • Reggae music
  • Cidade natal:
    Vitória
  • Gravadora:
    Estamos precisando de uma
  • Afiliação:
    Haile Selassie I Jah Rastafari
  • Descrição curta:
    Jahfreeca reggae music
  • Interesses pessoais:
    Transmitir a mensagem real e alerta sobre o poder que o amor tem de transforma..
  • Local atual:
    Vitória..
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quarta-feira, janeiro 07, 2015

ARMANDINHO
























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 Armando Antônio Silveira da Silveira (Porto Alegre, 22 de Janeiro de 1970), mais conhecido pelo seu nome artístico Armandinho é um cantor, compositor brasileiro. seu reggae hoje pode ser a inspiração de muitos novos talentos. Faz sucesso com canções "praieiras", nas linhas reggae e pop. No ano de 1994 entrou na banda de rock TNT, por ter amizade com Charles Master, mas a banda se desfez no mesmo ano, não influenciando muito na carreira de Armandinho . Em 2002 lançou seu primeiro álbum solo de reggae, intitulado Armandinho. Em 2004, lançou seu segundo disco, chamado Casinha, com músicas como "Desenho de Deus" ,"Starfix", "Analua" ,que foi fazer sucesso só em 2006, com o lançamento do disco ao vivo. Em 2006 lança seu CD ao vivo, gravado em Balneário Camboriú - SC, foi nesse disco que o artista obteve um reconhecimento nacional. Em 2008 ,lança seu terceiro CD de estúdio, Semente, segundo pela gravadora Universal Music, com músicas como "Semente", o disco foi bem aceito. Em 2009 sai da Universal Music, e lança um CD totalmente independente, o Armandinho Vol.5 com produção dele mesmo, no seu próprio selo. No final de 2013 lançou o álbum "Sol Loiro", com músicas mais intimistas e que mais lhe fazia sucesso. Algumas de suas canções de sucesso são: "Balanço da Rede", "Ursinho de Dormir", "O Justiceiro", "Sexo na Caranga", "Toca uma Regueira Aí", "Semente", "Paulinha", "A Filha" e "A Ilha". Atualmente mora em Porto Alegre, Armandinho também é surfista, o que segundo ele, é um dos motivos em que o fez morar durante muitos anos no litoral e não nos grandes centros. Nascido de pai gaúcho e mãe de Santa Rosa (RS), Armandinho ouviu de tudo um pouco, desde criança. O pai, com quem conviveu pouco, tocava MPB no violão e cantava muito bem. Sua mãe comprava um disco por mês, de Vinícius de Moraes a Rita Lee, e foi sua grande incentivadora. Foi minha mãe quem me colocou na aula de violão, aos 8 anos. Devo muito a ela por ter me proporcionado coisas úteis, não coisas fúteis, conta Armando.  Com a avó, aprendeu a gostar dos artistas populares dos programas da rádio Farroupilha AM. O padrasto, um gauchão bem tradicional, ouvia música regional, incluindo os argentinos Mercedes Sosa e Ariel Ramires. A música sempre serviu como terapia pra sua fala. Era muito gago não conseguia nem conversar. Chegava no colégio, começava a ler um texto, e logo já gaguejava. Daí sua turma já caía em cima. Começava a ler e ficavam rindo, o chamavam de Dirceu Borboleta, que era um personagem gago do seriado Bem Amado. Aquilo começou a ficar meio traumático para ele. Então, até que descobriu que quando cantava não gaguejava. Começou a ler os textos cantando e acabou virando uma atração na sala. Era o ‘cantor da aula’. Começou a pegar onda aos 11 anos, na praia de Tramandaí, no Rio Grande do Sul. Armandinho morava em Porto Alegre que, apesar de não ter praia, é uma cidade que tem muitos surfistas. A praia mais próxima fica a 100 km e o acesso é fácil. Naquela época o surfe teve uma explosão e as pessoas do seu colégio começaram a pegar onda. Nos verões, férias de colégio, sua família acabava indo pra Santa Catarina, onde seu avô morava. Sua relação com o surfe começou muito cedo. Formou a primeira banda ainda nos tempos de estudante, em 85, com colegas também moleques. Com 12 anos, Armandinho já compunha e sua primeira canção a estourar nas rádios anos depois foi escrita nessa época, "Sexo Na Caranga". Teve a 'fase Beatles', a 'fase Rolling Stones' e uma idolatria por Elvis Presley que lhe rendeu o primeiro e doloroso contato com a morte:   Me lembro quando o Cid Moreira anunciou a morte do Elvis no Jornal Nacional, eu tinha sete anos e foi um choque pra mim!  conta.  Na adolescência começou a andar com uma galera mais velha e acabava matando um pouco de aula, dava aquela escapadinha para ir na praia. Saía depois do almoço pra pegar onda em Tramandaí e só voltava pra casa às seis.  Começo- Porto Alegre, onde nasceu e cresceu Armandinho - Mas foi na MPB e nos 'bares da vida' que Armandinho moldou seu caminho. 'MPB e reggae brasileiro, sempre foi esse o meu lance. Na noite, acho que toquei quase todas as canções do Djavan! A gente pegava canções da MPB e fazia novos arranjos na levada reggae e a coisa foi dando certo. Acabamos inventando uma batida de viola que virou febre nos bares de Porto Alegre há seis, sete anos atrás'. O divisor de águas entre a noite e o sucesso radiofônico foi uma fita cassete com dez canções, entregue ao diretor da Rádio Atlântida, braço da poderosa Rede RBS, da qual o selo Orbit também faz parte. O Gerson Pont escolheu a música "Folha de Bananeira", que eu compus moleque, e botou pra tocar. Bombou na hora', lembra Armandinho. 'Depois, foi a vez de "Rosa Norte", bombou de novo'. O projeto, que sai em 2006 pela Universal Music, captura a energia do público que lotou o Rancho Maria's e traz todos esses hits de Armandinho e sua banda, a começar pela cadenciada "Desenho de Deus" , primeiro single do álbum. O estilo pop/mpb/reggae de Armandinho está presente em canções como "Balanço da Rede", "Justiceiro", em levadas mais cadenciadas como "Pela Cor do Teu Olho" e "Casa do Sol", além da inédita "Lua Nova" , entre outras canções assinadas pelo gaúcho. Carreira  O divisor de águas entre a noite e o sucesso radiofônico foi uma fita caçête com dez canções, entregue ao diretor da Rádio Atlântida, braço do poderoso Grupo RBS, da qual o selo Orbeat Music também faz parte. Esse mesmo diretor, gostou da fita, e foi assistir a um show, com sua mulher. Os dois gostaram bastante, e ele pediu pra levar uma música dessa fita para a rádio.O Gerson Pont escolheu a música "Folha de Bananeira", que eu compus moleque, e botou pra tocar. Bombou na hora ,lembra Armandinho.  "Folha de Bananeira" ficou entre as quatro mais pedidas da Rádio Atlântida e em qualquer lugar do Rio Grande do Sul ela foi tocada. O refrão ”Fuma, fuma, fuma, folha de bananeira, fuma na boa, só de brincadeira”, ficou na mente de muitas pessoas, por tamanha repercussão da música. Com tamanha repercussão, grava às pressas o CD Armandinho pela Orbeat Music. Um "Balanço da Rede" abre o CD e norteia todo o trabalho do artista, com muita ênfase na “pegada” reggae, como "Lembrar de mim", que evidencia um estilo pessoal e inconfundível. Músicas como "Ursinho de Dormir", "Pela Cor do teu Olho", "Sentimento" e "Outra Noite que se Vai" estão no CD. Esta última, composta em parceria com Charles Master, e gravada também pelo TNT, Márcio Petracco, com o seu “lap steel”, dão a exata noção do romantismo e talento da música brasileira na voz e nas cordas de Armandinho. O segundo disco, Casinha, foi lançado em 2004. Ali continha a já citada canção "Desenho de Deus". O álbum também trazia outro futuro sucesso: “Toca uma Regueira Ai”. Uma regravação de Caetano Veloso, com "O Leãozinho". Em 2006 pela Universal Music, sai o Armandinho: Ao Vivo, foi o disco que o fez conhecido no Brasil inteiro, ele captura a energia do público que lotou o Rancho Maria's e traz todos esses hits de Armandinho e sua banda, a começar pela cadenciada "Desenho de Deus", primeiro single do álbum. O estilo de Armandinho está presente em canções como "Balanço da Rede", "O Justiceiro", em levadas mais cadenciadas como "Pela Cor do Teu Olho" e "Casa do Sol", além da inédita "Lua Cheia", entre outras canções assinadas pelo gaúcho. Em 2008 a gravadora do cantor resolveu inovar. Lançou o Maxi Single, um álbum digital com quatro novas músicas do cantor por um preço bixo. No mesmo ano o cantor lança seu quarto disco da carreira, que leva o nome de "Semente". Esse também é o nome da primeira música de trabalho do novo CD. Em 2009 lança o CD Armandinho Vol.5, depois de sair da gravadora, quinto disco da carreira, Armandinho queria fugir do pop romântico, onde temia ter caído por conta do megahit “Desenho de Deus”. E ele, de certa forma, conseguiu. Sem deixar o reggae e o romantismo de lado em momento algum, porém, o músico externou algumas de suas influências roqueiras em riffs e pormenores de guitarras gravadas todas por ele mesmo.  Como fiquei responsável por todas as guitarras, deixei meu lado rock falar um pouco mais alto. Sempre ouvi muito Black Sabbath, The Clash, Jimi Hendrix, Sublime. Gosto muito do Tom Morello (Rage Against The Machine) também,      conta Armandinho.  “Volume 5” é recheado de composições que podem facilmente estourar nas rádios de todo o país, como “Tá Todo Mundo Aí”, “Tchubirundu” e “Dengo Seu”. Mas o ponto alto do álbum fica a cargo de “Como Dois Animais”, versão de Armandinho para a bela música de Alceu Valença. Banda  Músicos acompanhantes  -    Luciano Granja - Guitarra, Violão -    João Coiote - Violão, backing vocal -    Pedro Porto - Baixo elétrico  -   Vini Bondan - Bateria  -  Lúcio Dorfman - Piano, backing vocal  -   Gordo Lopes - Percussão, backing vocal..
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Armandinho_%28cantor%29


Discografia

Ano Álbum de Estúdio
2002 Armandinho
2004 Casinha
2008 Semente
2009 Armandinho - Vol. 5
2013 Sol Loiro
Ano Álbum Ao Vivo/DVD
2006 Armandinho: Ao Vivo
2012 Armandinho: Ao Vivo em Buenos Aires

quarta-feira, dezembro 31, 2014

BRUNO GUSTAVO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Bruno Gustavo é um jovem músico e compositor do reggae e trabalha em uma loja de música.
O dreadlock mora em Río de Janeiro ,no Estado de Río de Janeiro, Brasil,e ainda está em início de carreira.
Temas de Bruno Gustavo:Reggae Raiz,Destino litoral ...
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https://soundcloud.com/bruno-gustavo-25/reggae-raiz

sexta-feira, dezembro 05, 2014

ORIUNDOS DE JÁH



















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 Oriundos De Jáh é uma banda de reggae de Saquarema,Rio de Janeiro,formada pelos irmãos Rubens e Ramón Gardel,entre outros integrantes.Reggae brasileiro,com influências do nosso povo sofrido e massacrado pela Babilônia,vieram lembrar a todos que por serem Oriundos De Jáh tem a esperança de vida próspera pelo resgate do sangue de Cristo,filho de Jáh.Mesmo com todo tradicionalismo que se decida ter,é imprescendível lembrar que a música não se detém em barreiras humanas,a essência de cada músico com seu dom,cada influência rítmica é livre.Por isso classificam o seu som como Reggae brasileiro,onde com todas as tendências brasileiras e originais da própria música,como o Jazz,o pai dos ritmos,o swing,o rock,o blues.Brasileiros são sim os reis da mistura..Nada de se prender a uma raíz sómente..Louvado seja Jáh e seu filho Jesus Cristo..Amén..
Temas: Rumar Pra Ver o Mar,Índio Gente,Los..
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http://palcomp3.com/oriundosdejah/
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sexta-feira, novembro 14, 2014

SOUL REGGAER
























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Em novembro de 2004, foi fundada a Soul Reggaer,em Recife,Pernambuco, pelos amigos Ozéas Filho, Rubens Soul Reggaer, Filipe Kbça e Renato Zen. O pensamento de seus idealizadores foi formar a banda que é baseada no reggae, porém atrelando a outros estilos musicais miscigenando o som, assim fazendo relação à grande mistura cultural que a banda está envolvida.  Soul Reggaer traz uma proposta no reggae totalmente inovadora. Com estilo de reggae autêntico, a banda faz uma miscigenação cultural nas suas canções o que torna o som único.Em julho de 2007, a Soul Reggaer gravou suas duas primeiras singles, as canções Sensação de Paz e Seu Filho. Porém, em 2008, as duas músicas foram regravadas e unidas a mais oito canções gravadas e assim foi criado o primeiro álbum da banda, “Ilha da magia”. Junto ao lançamento do novo álbum, a Soul Reggaer participou de grandes concertos. Em janeiro de 2008 participou do Recicle Festival, evento que contou com a participação de Pitty e Ponto de Equilíbrio. Ainda no mesmo ano, a banda participou do Festival Celebração Reggae que apresentou bandas como Edson Gomes e Mato Seco. Em 2009, a Soul Reggaer participou do Festival Pré no reggae que contou com as principais bandas de reggae do Recife e ainda se fez presente no Natal do Reggae que teve a participação da banda Vibrações, de Alagoas. Atualmente, a banda mantém na internet um dos maiores portais de reggae da capital pernambucana que cresce a cada dia e se consolida como um dos maiores portais de reggae da grande rede. E isso se deve, também, a grande receptividade que o público teve com o Portal da banda Soul Reggaer...

Websitehttp://www.soulreggaer.com

quinta-feira, outubro 30, 2014

RAS THIAGÃO
























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Ras Thiagão é um artista do reggae de Cmpos Altos,Minas Gerais,cantor,compositor e fez trabalhos com nomes como Cederic Myton ,do The Congos..
Atua muito também em São Paulo..
 Com sua banda Ras Thiagão e Força da Paz gravou temas como Jah is my Driver ,Com Jah Não Temerás .Participações: Tomaz Freitas (Órgãos, strings) Felipe Cruz (Baixo) Jah Salva (Bateria e teclado) Jah Lucas (Guitarras, flautas).
No  dia 09 de maio de 2014 o Barimar Reggae Roots abriu suas portas para uma edição Sound System mais que especial, na qual tiveram a honra de receber uma das vozes mais marcantes do Reggae Jamaicano: Cedric Myton, vocalista da renomada banda The Congos, com as participações especiais de R.ZEE Jackson, também diretamente da Jamaica, Ras Thiagão (SP) e Sana Fya Bun (Sana-RJ)..
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https://soundcloud.com/salvarecords/ras-thiag-o-com-jah-n-o-temer

domingo, outubro 19, 2014

GHETTO I
























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Ghetto I (Brasil) -Renato J. Santana da Silva a.k.a Ghetto I, Cantor, múltinstrumentista autodidata e produtor de eventos e musical fundador do selo independente de black music I-VIBEZ RECORDS - RASTA SOUND.  Nasceu em Porto Alegre-RS, neto de um múltinstrumentista gaúcho desde pequeno ouvia seu avô tocar saxofone quando ficava na casa de seus avos, mas foi em José de Freitas – PI aos 9 anos de idade que surgiu a sua admiração pela musica reggae onde viveu 3 anos, aos 12 anos voltou para Porto Alegre, na adolescência ouvia muito reggae e rap e em 2000 aos 15 anos começou a compor, e em 2003 iniciou sua carreira como vocalista e guitarra base da banda Rasta Ghetto, em 2006 inicia carreira solo e em 2007 aprende a produzir com o seu amigo Till Danny em Curitiba-PR e foi ai que criou a I-VIBEZ RECORDS - RASTA SOUND, no mesmo ano lançou seu primeiro álbum solo e desde lá não parou mais.Conheceu o rastafári através da musica reggae, em 2004 participou de alguns encontros da fundação rastafári da Guiana Inglesa Congo Nya quando estiveram em Porto Alegre aprendendo mais sobre a cultura rastafári, depois continuou se aprofundando aos estudos, pesquisando e estudando a vida de Sua Majestade Imperial Haile Selassie I, livros sagrados como a bíblia, Kebra Nagast, depoimentos e historias de todas as ordens rastafáris e seus fundadores onde encontrou as suas raízes e sua cultura.Ghetto I já cantou em diversas partes do Brasil: nas principais casas de show de Porto Alegre, Cachoeirinha, litoral sul e litoral norte do RS, Litoral Sul de Santa Catarina (Farol de Santa Marta e Praia do Rosa), Paraná (Curitiba, Ilha do Mel e Almirante Tamandaré) e São Paulo (na capital foi convidado a Participar do Lançamento do grupo Código Fatal em Pirituba, organizou o Flow In Cordas e Tambores cantando e tocando violão evento que teve a participação do rapper Sombra e do raggaman Arcanjo Ras entre outros... E no Jarinú onde teve a honra de ser convidado pela organização rastafári Casa de Menelik a participar de um encontro nacional rastafári como cantor e também dando palestra sobre a industria musical rastafári junto com outros grandes músicos e produtores da cena nacional ). Gravou 3 álbuns em sua carreira:2004- CD Promo Rasta Ghetto (participação de músicos de alto nível de Porto Alegre),1º álbum solo -2007-Ghetto I Vibez, -2008-Hipnose (Participação do raggaman Arcanjo Ras e do Francês K-naman).Participou de alguns projetos nacionais e internacionais como: -2008- The Mission Riddim by Lion Kulcha Sound, -2008- Daybreak Riddim by Lion Kulcha Sound -2008-, Bass For Jah (Paris- FR), -2009- 2 dubplates para o sound system cearense New Roots Sound, produziu 2 coletâneas internacionais pelo selo I-VIBEZ RECORDS - RASTA SOUND e cantou: I-Vibez Riddim Vol.I e Vol.2 com a participação do consagrado artista das Ilhas Virgens Ras Attitude, Jah Franco(França e Jamaica), BQ, Brain, Opti Crew do Senegal, os paulistas Arcanjo Ras, Xandão entre outros...
Em 2006 participou do programa Papo Clip na Ulbra TV junto ao Nego Tigas e o Mão, cantor da banda Pure Feeling em Porto Alegre falando sobre a cena reggae gaúcha e em 2008 em Curitiba nos programas de webtv: Lion Kulcha Ragga TV, Liquid TV (Drum & Bass), shows, dubplates e participações...

sexta-feira, setembro 26, 2014

DON FYAH


















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Don Fyah (Brasil)  é produtor e cantor de reggae desde 1999. Já gravou várias músicas em todos os tipos de riddims (batidas instrumentais de reggae), produzidos por vários sound systems de renome no Brasil e no mundo. Apoiado por Johnny B Good e sua loja (pioneira na cena Reggae nacional há mais de 20 anos) lançou o CD "Acenda o Isqueiro", que é o seu segundo álbum solo, o CD foi produzido, arranjado, mixado e masterizado por Don em novembro e lançado em dezembro de 2007, o CD conta com 12 faixas de puro reggae New Roots e Dancehall, letras positivas e batidas dançantes produzidas por Don e por soudsystems do mundo todo, mostrando todo o meu talento e potencial. Adotou o nome Don Fyah no início de 2008 por ter mais a ver com a sua identidade rastafari e por ser um nome mais fácil de ser memorizado. Geralmente se apresenta ao vivo com a banda Império Rasta, mas também canta com outras bandas ou ainda no estilo soundsystem....
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http://ivbzblack.blogspot.com.br/

quinta-feira, setembro 18, 2014

ATTAMAN ITES























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 Attaman Ites a.k.a Hon. Yahtaman (Brasil) .
Atahualpa Maciel Paquier (Attaman Vibrations), natural de Cuiabá - MT, cresceu em meio a chapada dos Guimarães e culturas pantaneras com muita natureza e musicas regionais caipiras. Ainda na infância veio com a família para Brasília, onde cresceu e desenvolveu o gosto pelo rap, o hardcore, o skate, o basquete, conhecendo muitas pessoas e lugares, desde a elite até o gueto. Após conhecer o reggae ,muita coisa mudou e foi uma questão de tempo para conhecer Rastafari. Recentemente renascido pelo Espirito Santo e Fogo de Qedamawi Haile Selasie, a vida tomou outro rumo onde o crescimento espiritual associado com a evolução material fez-se criar um guerreiro do exército do REI, lutando por direitos iguais e justiça através da Palavra Viva. Som Palavra Poder. Mistura a influência do rap com o raggamuffin e reggae, dando um novo tom para a Palavra Viva, original rap Rastafari. Bem aventudados os que lutam pela justiça de JAH Haile Selassie I RastafarI. Bençãos e Amor... 
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quarta-feira, setembro 17, 2014

BUYAKA SAN
























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Buyaka San (Brasil) - Thiago Santos aka Buyaka San ingressou na música aos 18 anos, influenciado pelo rap, e pelos vocais raggamuffin que ouvia desde o começo dos anos 90. Seus primeiros registros musicais foram em 2000 como produtor e mc, no grupo de rap chamado SUBSOLO S/A. Em 2003, como o fim do grupo e o início de seus projetos solo, decidiu experimentar o raggamuffin influenciado pelo que ouvia de nacional e internacional. A experiência deu certo e Buyaka San é hoje um dos principais nomes do ragga nacional. Tanto nas letras quanto nas produções, Buyaka San explora a sonoridade em músicas que abordam a temmática da crítica, reflexão e diversão em sons que fazer pensar e dançar. Em 2006 lançou seu primeiro disco, com 12 faixas no estilo dancehall, entre elas os hits "Babilônia Sampa", Menina Sensual" e "Indo Além", música que da nome ao disco. Todos os instrumentais e a produção do disco "INDO ALÉM" são de Buyaka San, e provaram seu grande talento também como produtor. Desde então, participou de várias coletâneas e mixtapes nacionais e internacionais, como Coletânea Raggabrazil, Agua Riddim, Meia Noite Riddim, RaggaJungle Riddim, e em dubplates para os sounds systems Burnah Sound e Cross Culcha Sound, ambos da Alemanha, e na metade de 2007 lançou uma mixtape com os melhores sons, disponível para download na internet. Seu novo disco “Meu Reggae”, lançado em julho de 2008, a venda na Loja Johnny B Good traz músicas que passam pelo Rub’a’Dub, New Roots e Dancehall, regadas pelo mais puro vocal raggamuffin. A segunda faixa do disco e música de trabalho “Cultive a Paz” logo na primeira semana de seu lançamento, chegou em ficar em segundo lugar nas mais pedidas do programa Reggae Power (Radio Transcontinental) e também pode ser ouvida no programa Cultura Reggae Brasil (Radio Cultura AM). Buyaka San tambem desenvolve juntamente com Dj Zambol, o "Zambol Groove Sound System", sistema de som que explora as vertentes do reggae roots, dub, rub'a'dub, dubstep, newroots, dancehall com muito raggamuffin. Reggae Music!!!
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segunda-feira, setembro 15, 2014

XANDÃO




















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Alexandre Cruz a.ka. Xandão (Brasil)  iniciou sua carreira artística no interior de São Paulo como cantor aos 16 anos. Desde então já fez muitos shows em diversos lugares de São Paulo como Sarajevo, KVA, Peruche, Tom Maior, Clube da Cidade, Expresso Brasil, Hole Club, Outs, Toy Lounge, Funhouse, Galeria Olido, Açaí Praia, entre outros espaços da periferia da cidade. Ao vivo leva sua mensagem Rasta e sempre irradia uma dose de energia incrível, sendo considerado um dos cantores mais expressivos do novo reggae nacional.Versátil tanto na cena reggae como no rap (onde passou por diversos grupos), também participou de CDs como"Produto Mental Faturado" (Ascendência Mista),"Coletanea Prof. M.stereo" rapper (MUNHOZ),participou dos shows de lançamento do álbum "Versos Sangrentos" (Facção Central) com backing vocal, "360 Graus de Destruição" (F.A.S.),"O real Crime que mata" (Filosofia de Rua), "A Luta Continua" e "O Real Bate-Cabeça" (RPW), "Igual Você Nunca Viu" (Enganjaduz), "A Copa é Nossa"do rapper (CABAL),"Uh bem miké ,uh mal mi kè" rapper (FEX),"Sigue Adelante" coletânea latina do cantor (I-Mosa), entre várias outras coletâneas de rap e cds da Família 7 Velas, coletivo que fundou com Jimmy Luv em 2002 onde veio se desenvolvendo cada vez mais na cena ragga,em 2006 lança o album "Na Babilandia" e em 2008 "Simplesmente Viva" ambos produzidos por Jimmy Luv a.k.a Galo Rex,atualmente realiza seus shows pelo Brasil,grava dub plates para sound systems de Portugal e prepara seu disco novo "'Fé no coração"...
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domingo, setembro 14, 2014

ALE BOXE

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Ale Boxe (Brasil)
Ale-Boxe (Brasil Guetostyle) mc hip hop, dancehall...
No seu 1ºAlbum (Enganjaduz) misturando hip hop, ragga, reggae e samba, em português e italiano, com participações mais que especiais de Bezerra da Silva, Carica(samba), Helião e Negro Util(RZO),B-Negão, Záfrica Brasil, Skip com MV Bill e outros.Como produtor de eventos Ale trabalhou em projetos como: Free Jazz Music Festival, Projeto Atitudesmusicais(SECRETÁRIA DE ESTADO DE CULTURA), Projeto Adoniran Barbosa(SECRETÁRIA DE ESTADO DE CULTURA), Projeto Mova-se com KLJay(SECRETÁRIA DE ESTADO DE CULTURA)...
Hoje com um novo projeto chamado: Do Gueto Para o Mundo...
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quinta-feira, setembro 04, 2014

PROJETO FILME ZERO




















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O Projeto Filme Zero é um coletivo que visa a documentação audiovisual,com a finalidade de construir um processo histórico. Descrição O Projeto Filme Zero é um coletivo que visa a documentação audiovisual com a finalidade de construir um processo histórico. Trabalhando com manifestações culturais e populares.  Com o reggae e o rastafari foram anos de registros em imagens, intermediados pela Associação Cultural Reggae e a loja Johnny B Good, principais fontes de divulgações de bandas e eventos em São Paulo.  Por fazer parte de uma cultura Etiope, Jamaicana, o rastafarismo no Brasil não é tão popular como o samba, o frevo ou o maracatú, e outras manifestação culturais regionais do país, ou seja cada região aderiu o reggae de uma forma, e as suas sincretizações são peculiares de cada estado ou região.  Por motivos históricos escravocratas a cultura negra esta mais presente no norte e nordeste do Brasil e são lugares onde mais falam em reggae.  Mas é em São Paulo uma grande metrópole do sudeste onde diversos músicos e artistas migram de todo o país para mostrarem seus trabalhos, neste cenário diversificado de "rastafaris brasileiros" atua o projeto Filme Zero. Registrando com imagens, entrevistas e apresentações esses personagens que carregam a banda do reggae.  Mas para a população em geral o rastafarismo se limita a música, e desconhecendo crenças, rituais, literaturas e opiniões.  O projeto pretende não só desmistificar e esclarecer mas também apresentar e aproximar,o público em geral.  Hoje com o fácil acesso da internet e as redes sociais o Projeto Filme Zero/reggae cumpre sua verdadeira função, construir o processo histórico e poder interagir o acervo com o público.  Acreditando que tudo vira história, e que o registro em imagens podem reproduzir a história. O projeto Filme Zero atua como uma máquina do tempo, podendo remeter as pessoas para diversas ocasiões, mesmo elas não terem nunca estando lá.  Desde então o Filme Zero registra os principais eventos em São Paulo,nacionais e internacionais, acreditando fazer parte da cultura rastafari em São Paulo e no Brasil...
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Website:http://www.renatomoraes.net

domingo, agosto 31, 2014

DREAD LION
























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A banda DREAD LION surgiu no início de 1991, como resultado da descoberta, por um   grupo de amigos, do ritmo e da mensagem do reggae vindo da Jamaica. Nessa época, Gilberto Gil, os Paralamas do Sucesso e o grupo Cidade Negra (que acabava de lançar   seu primeiro álbum), já mostravam que o reggae se enquadrava perfeitamente à lingua-  gem musical e cultural brasileira. Rapidamente a banda conquistou uma legião de admira-  dores no Rio de Janeiro, que lotava as apresentações em universidades e casas de show, encabeçando o movimento de bandas que surgiram e marcaram a cena carioca nos anos 1990. O DREAD LION passou a se apresentar nas principais capitais do Brasil, consolidando  o estilo original que caracteriza as composições e a sonoridade da banda. Durante este   período, dividiram o palco com atrações internacionais como The Wailers, Pato Banton, Andrew Tosh, Yellowman e Big Mountain. O primeiro disco "Por Que Não Paz?" veio em  1997. Gravado no A.R. Studios, no Rio de Janeiro, o CD registrou as músicas que já   eram sucesso junto ao público, fixando pela primeira vez a sonoridade inconfundível da   banda. O DREAD LION conquistou definitivamente seu espaço no cenário nacional  ganhando o respeito e a amizade de bandas como Skank, Cidade Negra, Paralamas do Sucesso, Pedro Luís e a Parede, Natiruts e Tribo de Jah, entre outras. Em 1998 o DREAD   LION fez o videoclip da música "Oh! Chuva", com a participação do cantor e compositor  Geraldo Azevedo. Esse videoclip possibilitou à banda estrear na programação da MTV,  para depois formar com o Skank um time de futebol, sagrando-se campeões do MTV  ROCKGOL em 1999, e vice-campeões em 2000 e 2001. O sucesso independente logo  chamou a atenção das gravadoras, e a banda assinou com a Sony Music, que em 1999  relançou o CD "Por Que Não Paz?", com regravações das músicas "Oh! Chuva" e  "Obrigado Senhor" e a inédita "Beira-Mar", sob a produção de Nélson Meirelles. A partir de então a música "Oh! Chuva" atravessou novas fronteiras, tornando-se um hit  cantado e tocado em todo o Brasil, sendo regravada por diversos artistas, como o   grupo de forró Falamansa e a cantora Dora Vergueiro. Ainda pela gravadora, o DREAD   LION teve a música "Por Que Não Paz?" Incluída na coletânea internacional "Sem   Fronteiras", junto a artistas como Pearl Jam, Alanis Morissette, Oasis e Jamiroquai,   que teve a renda revertida para os refugiados da guerra de Kosovo. Em março de 2001 a banda entrou no estúdio Rock House (Rio) para gravar  o disco "Já É!".  O visual do estúdio e a experiência do produtor Rodrigo Kuster permitiram a seleção de   um repertório com arranjos na medida exata do desejado pela banda. O resultado final   impressiona não só pelas novidades bem como pela diversidade rítmica encontrada no   disco. O DREAD LION que conquistou tantos seguidores, continua encantando.   Actualmente a banda vem divulgando o CD "JÁ É!" em shows pelo Brasil, e prepara o   lançamento do videoclip da música "Tempo Ligeiro".
Gravado por Rodrigo Vidal no AR (RJ),Porque Não Paz? é o primeiro registro do grupo Dread Lion desde o seu início em 1992. Produzido por Shilon, guitarrista do Baia e Rockboys, o disco foi lancado duas vezes e em versões diferentes: uma pelo selo Rob Digital em 1997 e outra, dois anos depois, pela Sony Music. Para o segundo lançamento, o grupo entrou no Discover Estúdio (RJ) com o produtor Nelson Meireles, regravou duas faixas e incluiu a inédita "Beira-mar". "Oh! Chuva", a canção mais conhecida do disco, tem em sua versão original a participação do cantor da MPB Geraldo Azevedo..
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http://www.reggaeportugal.com/portugues/artigo_dread_lion_pt.htm