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By Ferramentas Blog

quarta-feira, julho 29, 2015

NOMAD

















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Em 1990, em São Paulo, os integrantes do NOMAD reuniram-se e decidiram unir suas experiências musicais, desenvolvendo um repertório próprio onde todo o universo do reggae music fosse abrangido. O NOMAD encara o reggae como uma língua musical universal, que permite a mistura de estilos e a expressão de valores de nossa cultura brasileira. Não procura ser radical nem comercial, mas quer ser uma banda com identidade e sonoridade próprias, trilhando um caminho independente. As músicas, em português, falam da vida urbana e sua gente, seus amores, suas contradições, seus jogos de poder.  Durante esses anos de trabalho, o NOMAD participou dos maiores eventos relacionados ao reggae em São Paulo, em festivais como o "Cultura Reggae Brasil", no SESC Pompéia e “Rap ’n Reggae”, no Vale do Anhangabaú, ao ar livre, e brilham nas "Reggae Nights" do AeroAnta e do Balafon. Em novembro de 94 abrem os shows de Andrew Tosh no Olympia, São Paulo. Em 95, cruzam todo o litoral brasileiro, fazendo shows nas praias, onde está a maioria de seu público. O primeiro álbum, foi produzido por Nando Reis (Titãs). Músicas como "Long Time Ago", "Sapatos" e "Quatro Letras" já são conhecidas do público paulistano que acompanha a movimentação em torno do reggae e refletem a experiência de viver numa cidade como São Paulo.  Sua formação era Rica Caveman nos vocais, Edú Diegues nos teclados e vocais, André Bedurê no baixo, Pedro Mangabeira na guitarra e vocais e Érico Theobaldo na bateria. No naipe de metais, os convidados Boccato (trombone), Marcelo Mangabeira (sax alto) e Reginaldo (trompete). Seu primeiro vídeo clip "Quatro Letras", produzido pelos ‘3 Laranjas’, estreou na MTV em 1994 e atravessou o verão de 95 como um dos mais pedidos. O reggae tornou-se uma verdadeira música universal, derrubando as fronteiras da intolerância cultural, religiosa e racial do planeta. O NOMAD vive nessa realidade, com um trabalho aberto e consistente, voltado para o futuro. O Nomad terminou em 1997...
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http://www.reggaeraiz.com.br/biografia-110-nomad.html

domingo, julho 26, 2015

BRAA'ROOTS


















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A Banda Braa'Roots é de Gandu, Bahia.. 

 Formada por Victor (Voz e Guitarra); Pedraum (Voz); Jhonbraa (Contra-baixo); Maiko (Guitarra); Itamar (Teclado); Neto (Percussão) e Lucas (Bateria)..
Reunidos com o objetivo de passar um som incorporado com boas idéias, mensagens positivas, de luta e resistência, misturando esses ingredientes ao balanço natural do reggae e outras musicalidades envolvidas no projeto, aliado ao poder de informação da música. Há primeira formação da banda aconteceu em 2007 pela união de um grupo de amigos juntando várias “cabeças pensantes”, misturando suas influências culturais, sociais e morais. Totalizando assim mensagens, atitudes do bem, de paz e muito amor para todos que escutam a sua música.  Em 2009 lançaram um EP chamado "Carona pra Alma", onde conta com 07 músicas autorais que os ajudaram a estar divulgando o seu trabalho por várias cidades da Bahia participando de Festivais como Grito Rock Itacaré de 2013 e Encontro das Tribos 2014 e abrindo shows de bandas conhecidas nacionalmente como: Tribo de Jah, Adão Negro, Scambo.  Após 5 anos de lançamento do EP Carona pra Alma (2009), voltaram aos estúdios para gravação de um novo álbum. O CD, nomeado “Vibrando” conta com 11 faixas autorais de produção independente. Composições inspiradas nas experiências, conceitos, sentimentos e aprendizados adquiridos nos 6 anos de banda e no decorrer da vida de cada um integrante no objetivo de experimentar novas texturas musicais envolvidas com a música reggae sem perder a essência. Segue o Baile...
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 Site
http://www.soundcloud.com/braaroots

sexta-feira, julho 17, 2015

HISTÓRIA DO REGGAE NO BRASIL















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Reggae no Brasil : A chegada do Reggae ao Brasil ainda é um assunto um pouco nebuloso devido ao fato de não existir nenhum estudo histórico detalhado sobre o tema. Porém, alguns caminhos possíveis podem ser seguidos para tentar entender como esse estilo musical desembarcou em nosso país.  O primeiro contato do público brasileiro com o Reggae é simbolizado pela visita de Jimmy Cliff ao país, em 1969, para participar do Festival Internacional da Canção (FIC).  Em 1972, Caetano Veloso gravou “Nine Out of Ten”, lançada no Brasil em 1972 no álbum “Transa”, e a música foi considerada um marco na história do Reggae no Brasil – não necessariamente por SER um Reggae.  “Nine out of Ten, a minha melhor música em inglês. É histórica. É a primeira vez que uma música brasileira toca alguns compassos de reggae, uma vinheta no começo e no fim.Bob Marley e The Wailers foram a melhor coisa dos anos 70″, revelou Caetano em uma entrevista ao Jornal do Brasil.  (“Nine out of Ten” com intro de Reggae)  Gilberto Gil também se arriscou na linguagem do reggae em 1977, no disco “Revela”, mas não se jogou totalmente no gênero. Porém, logo em seguida, gravou a música “No Woman no Cry”, de Bob Marley, e a versão se tornou um grande sucesso no Brasil, com mais de 500 mil cópias do compacto vendidas.  Simultaneamente a esse movimento, alguns estados, como Maranhão, Pará e Bahia também começavam a se apaixonar pelo Reggae que era trazido pelas mãos de um vendedor de discos importados.  Nos anos seguintes, os primeiros álbuns começaram a ser lançados no Brasil e, junto com a visita de Bob Marley ao país em 1980, o estilo começou a decolar de vez por aqui. No mesmo ano, Gilberto Gil e Jimmy Cliff fizeram uma turnê de sucesso com shows pelo Brasil. Começaram então a surgir as primeiras bandas de Reggae no cenário nacional. Ainda no final dos anos 1970, aparece em Recife o Grupo Karetas, considerado a primeira banda de Reggae do Brasil. Outro artista apontado como um dos pioneiros do gênero no país é Edson Gomes. Nascido na Bahia, o cantor gravou seu primeiro disco “Reggae Resistência” em 1988, e seus hits se espalharam por todos os cantos.  Muitos outros grupos aparecem a partir da segunda metade dos anos 1980, entre eles a Tribo de Jah, no Maranhão. Até hoje o estado carrega o apelido de “Jamaica Brasileira” devido ao fenômeno que o Reggae se tornou no local, e a Tribo foi uma das responsáveis pela difusão e fortalecimento desse título. O grupo, formado na Escola de Cegos do Maranhão, possui uma trajetória de sucesso até hoje, levando em sua mala shows realizados em diversos lugares do planeta, entre eles a Jamaica, Argentina, Europa, entre outros.  Ainda na década de 1980, chega a vez do Rock se misturar ao Reggae, por meio da banda Paralamas do Sucesso. Em 1986, no Rio de Janeiro, nasceu uma das bandas que atravessou gerações e ajudou a fortalecer ainda mais a cena: o Cidade Negra. Em 1992, o grupo carimbou o passaporte e voou até Montego Bay, na Jamaica, para tornar-se o primeiro grupo de artistas latino-americanos a participar do Reggae Sunsplash Festival.  Com o fortalecimento do cenário nacional e várias apresentações de artistas brasileiros fora do país, o número de bandas se multiplicou nos anos 1990. Entre elas podemos destacar alguns nomes que atingiram o grande público, como Adão Negro, Alma Djem, Natiruts e Planta & Raiz. Curiosidade:  Em 2012, trinta e um anos após a morte de Bob Marley, a presidente Dilma Rousseff decidiu homenagear o músico jamaicano instituindo o Dia Nacional do Reggae. A data é comemorada no dia 11 de maio, mesmo dia em que o cantor morreu aos 36 anos.  O texto distribuído pelo Palácio do Planalto para divulgar a decisão dizia que nesta data “se homenageará o ritmo musical difundido mundialmente por Robert Nesta Marley”..
 Para entender como o Reggae chegou ao Brasil, primeiro é preciso fazer uma viagem no tempo, chegar até suas raízes e passar por toda a evolução desse estilo musical.  O Reggae é um gênero que tem suas origens no Ska e no Rocksteady, estilos muito populares na Jamaica no final dos anos 1950 e início dos anos 1960.  Em meados de 1968, alguns músicos jamaicanos começaram a fazer sons mais lentos que o Ska, porém mais rápidos que o Rocksteady, além de acrescentar alguns efeitos: foi aí que surgiu o Reggae em sua forma mais pura.  Alguns profissionais influentes na área, como Lee “Scratch” Perry e Joe Gibbs e King Tubby foram peças fundamentais no desenvolvimento desses gêneros na Jamaica. Um desses célebres produtores, Chris Blackwell, mudou-se para a Inglaterra ainda década de 1960 e levou consigo a missão de promover a música no país.  Mas o Reggae começou a ganhar mesmo o território internacional na década de 1970, com dois fatores decisivos para sua expansão ao redor do mundo:  – O lançamento do filme jamaicano “Balada Sangrenta” (“The Harder They Come”), estrelado por Jimmy Cliff, em 1972. O longa foi o primeiro a mostrar ao mundo a realidade da Jamaica, incluindo sua música; e, como não poderia deixar de ser, o mais conhecido e amado embaixador do reggae, Bob Marley. A carreira de Bob se estendeu por mais de uma década, começando em 1963 com a banda The Wailers, e que culminou com o lançamento do álbum Exodus, em 1977, quando alcançou a fama internacional.  Em 1985, uma categoria intitulada “Melhor Álbum de Reggae” foi introduzida no Grammy Awards, consagrando de vez o gênero perante todo o mundo..
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http://canalreggae.com.br/como-o-reggae-surgiu-no-brasil/

quinta-feira, julho 09, 2015

RAS MARGALHO





















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O DJ Ras Margalho, de Belém do Pará ,constantemente busca nos discos de vinil os materiais,as músicas de reggae para as festas e eventos. O Ras Margalho é um dos pioneiros,e um maiores colecionadores de vinil de Reggae do país. No repertório de Ras Margalho, Bob Marley, The Gladiators e reggae de raiz.
 Dono de um repertório de mais de cinco mil vinis,a coleção de Margalho é de uma organização de dar inveja.
 Ras Margalho é um dos pioneiros do reggae no Brasil,e foi homenageado pela banda Tribo de Jah com a música “pioneiros do reggae” que foi lançada no CD “Guerreiros da Tribo” onde a banda cita o nome dos pioneiros (Ras Alvim, Ras Margalho, Riba Macedo, Zé Roxinho, Viegas, Natty Nayfson, Chico do Reggae e Serralheiro)..
Ras Margalho administra o site sobre reggae no Brasil,DJs,artistas e vinil encontrado abaixo.
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 http://dreadlock.net.br/

sexta-feira, julho 03, 2015

JERU BANTO
























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Jeru Banto é Cantor/Mc e integrante do Digitaldubs Sound System..
 Criado em 2001, o Digitaldubs é primeira equipe de som especializada em reggae e dub no Rio de Janeiro. O coletivo é o principal representantes da cultura sound system no Brasil e vem, cada vez mais, conquistando reconhecimento na cena internacional.
As colaborações do Digitaldubs incluem lendas vivas do reggae, como os jamaicanos Ranking Joe, Sugar Minott, Cedric Myton e Earl Sixteen, além dos brasileiros B Negão, Black Alien, Otto, Mr. Catra e muitos outros.
Temas de Jeru Banto: 'Nos Porcos Não Crescerão Asas',' Manda Quem Pode','Mandando Vê','Sou Mais Um Soldado','Jah Me Guia'...
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http://www.digitaldubs.com.br/

quarta-feira, junho 17, 2015

RAS ALVIM
























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Ele começou um movimento na década de 70, mais precisamente em 1977, quando em sua casa Ras Alvim reunia-se com seus amigos Ras Margalho, Jorge Motora, Manassoude e Fernando Ripi. Fernando por sinal foi o primeiro a fundar uma casa de reggae em Belém do Pará chamada de “Toca do Reggae”, com todo apoio dos amigos Alvim e Margalho, que ficava localizada na Passagem Secundino Portela, na Marquês de Herval no Bairro da Pedreira, por onde passaram os melhores DJ’s da época tais como: Ras Margalho, Maestro Bernard, Dj Lídio e muitos outros.  Ras Alvim têm sua opinião formada sobre a transformação do reggae, dizendo que hoje em dia muitas pessoas vão as casa de reggae por pura empolgação sem saber de onde vem, o que as canções transmitem, a diferença entre a filosofia rastafari e o reggae, e que a consciência é a peça chave do verdadeiro crescimento regueiro.  No que se refere ao Rastafari, Alvim ressalta que existem hoje em dia pessoas que se caracterizam como rastas usando Dreads (uma das características dos rastafaris) que cantam reggae, mas não seguem a filosofia rasta.  Seu vocalista favorito é nada mais nada menos que Bob Marley, “Bob conseguiu ter o dom de ser insubstituível, não morreu está apenas adormecido” – diz ele.  Alvim gostaria que as pessoas que vão as casas de reggae, fossem com a certeza de que o reggae traz a paz, a união, a humildade e principalmente tenham a consciência que o reggae não é somente uma dança, mas sim uma cultura muito bonita, fácil de aprender e difícil de esquecer.  Alvim é um dos responsáveis pelo crescimento do reggae no Brasil, foi ele quem apresentou o ritmo ao dono de radiola “Riba Macedo”, que começou a tocar o reggae entre os forrós e merengues que tocavam em São Luis do Maranhão. Logo o ritmo caiu nas graças dos maranhenses (aliás, o disco que Riba Macedo levou primeiro para o Maranhão foi o “Reggae Frontline”). Ras Alvim é um dos pioneiros do reggae no Brasil, recentemente foi homenageado pela banda Tribo de Jah com a música “Pioneiros do Reggae” que foi lançada no cd “Guerreiros da Tribo” onde a banda cita o nome dos pioneiros(Rasta Alvim, Ras Margalho, Riba Macedo, Zé Roxinho, Viegas, Natty Nayfson, Chico do Reggae e Serralheiro). Ras Alvim pode ser encontrado todos os dias em sua barraca de discos na praça das Mercês em Belém do Pará. Querendo trocar umas idéias sobre reggae, comprar CD’s e ou LP’s, é só aparecer por lá e falar com o Alvim ou com o seu filho Max Alvim..
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http://reggaeamor.blogspot.com.br/2010/01/amor-faz-homenagens-ao-pioneiro-do.html

terça-feira, junho 02, 2015

REGGAE MOONSHINE















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Reggae Moonshine, a mais nova banda de reggae de Nazaré na Bahia,é fruto de um projeto de amigos, que tem como principal objetivo fazer música de qualidade, com letras que transmitam mensagens de paz, amor,união e positividade... Reggae Moonshine
Membros:Lauro Niella e Lucas /Sukitah/..
Temas:Dádivas de Jah,Discípulo de Bob,Reggae Music,Vida Maré..
Letra de Discípulo de Jah:
" As orígens das palavras que vieram
pra ficar ao som de Bob que veio da Jamaica,
letras que falavam sobre a paz e o amor..
A mente sã que faz parte de mim,
influenciada foi pela positividade...
Na paz de Jah ao som de Bob
faço um Reggae sem esnobe
falo da natureza falo do amor e me
pergunto todo dia em que mundo estou..."
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 http://palcomp3.com/reggaemoonshine/2-reggae-music/

quarta-feira, maio 27, 2015

RAKUNNAS

 






















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Rakunnas, cantor, compositor, nascido aos 29/04/72 em Capanema cidade localizada no nordeste do Estado do Pará. 3° filho de 5 irmãos, passou sua infância e adolescência na cidade de Ananindeua na grande Belém, vindo de uma família de músicos, seu pai e tios tocavam com suas bandas pelas cidades do interior da região norte do país. veio para o Rio de Janeiro em julho de 1994, onde trabalhou em vareas áreas. Em 1998 conheceu Dudu Fagundes na comunidade de Senador Camará na Zona Oeste do Rio de Janeiro quando buscava por um professor de violão para aprender tocar, encontrou um grande amigo, compositor, cineasta, maestro, escritor, produtor (Maestro das Ruas). Que quando viu Rakunnas, logo disse você tem talento por que não grava um CD? 10 (dez) anos depois de conhecer Fagundes, gravaram o 1° CD (Deus de Já) no dia 30 de junho de 2008, com composições de Rakunnas, Dudu Fagundes , Ana Paula Lima, Nanato do Pandeiro e Joilson da Rocinha. Nesse mesmo ano em 2008 participou do filme Maestro das Rua do Brasil do Cinestra Dudu Fagundes. Filmado na Lapa Rio de Janeiro. Rakunnas iniciou sua carreira na Cidade do Rio de Janeiro no bairro do Engenho Novo - Zona Norte. Com carreira solo e trabalho independente. Dedica seu tempo fazendo divulgação do seu trabalho em rádios, TVs, Djs, promoter, casas de eventos, sites de divulgação, outros artistas e buscando novas parcerias. Com apenas 4 anos de estrada seu trabalho está tocando nas melhores rádios AM, FM nacional e webradios no ano de 2011 seu trabalho foi divulgado por mais de 50 rádios suas músicas foram umas das mais pedidas e foi recorde de audiência por onde passou.  Em 2010 mudou-se para a cidade de Saquarema na Região dos Lagos no estado do Rio de Janeiro. Rakunnas com a música ´´Deus de Já´´, foi classificado em 9° em lugar entre as 20 músicas Para participar do 1º LAGOS MUSIC FEST em São Pedro da Aldeia - R.J. Festival realizado nos dias 03 e 04 de Dezembro de 2010..

domingo, maio 17, 2015

InNATURA























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Andava com saudades da Izabella, do Bruno e do Kiko do Natiruts? A boa nova é que eles estão aí de volta à cena, com o projeto InNatura.De Léo e Bia a Eduardo e Mônica, em Brasília o amor sempre terminou em música. Mas no caso de Bruno Dourado e Izabella Rocha, a música desabrochou no amor – e o amor se desdobrou em música novamente. O percussionista e a cantora se apaixonaram no Natiruts, onde atuaram por 11 anos, casaram-se, trouxeram ao mundo a primeira filha, Gabriela, em 2004, e em 2006 saíram da banda de reggae para montar a InNatura com o brother Kiko Peres, que havia deixado o Natiruts em 2002.  Mas para saber qual é a melhor nova, você terá que ver e ouvir esse DVD/CD de estréia do trio, Um Artista Brasileiro. Pois quem conhecia Bella e Bruno como vocalistas de apoio da banda brasiliense, um dos grandes nomes do reggae brasileiro, terá uma grande surpresa: eles foram à frente e enfim revelaram suas vozes, defendendo um repertório que engloba suas músicas no Natiruts, pérolas de novos compositores e algumas inéditas da própria lavra. Em formato acústico – basicamente violões e vozes –, as canções revelam novos caminhos para esses artistas brasileiros: o reggae continua a ser uma referência, mas agora sua música tem também fortes o folk, o soul, o samba-rock e até o jazz – sempre de forma natural, que é como as coisas acontecem para esse pessoal.  Foram 11 anos de Natiruts até que Izabella Rocha e Bruno Dourado resolvessem dar um tempo. Eles se tornaram pais da pequena Gabriela e, em 2006, chegaram à conclusão que era melhor deixar a estrada de lado e cuidar da vida. No sossego da família, novas musicalidades afloraram. De repente, não mais que de repente, lá estavam eles ensaiando músicas com Kiko Peres, mestre da guitarra que deixara o Natiruts em 2002 para se dedicar a uma carreira solo e a projetos de produção fonográfica.  Em ensaios descompromissados, nas tardes de sábado, foi sendo delineado, ao longo de seis meses, o repertório e os arranjos de Um Artista Brasileiro – aliás, esse era o nome de um show intimista em que Izabella cantava músicas de alguns dos novos compositores que conhecera ao longo das turnês com o Natiruts. O primeiro show do InNatura acabou sendo justamente o da gravação do DVD – em junho de 2007, na sala Martins Pena do Teatro Nacional de Brasília, com direção de José Eduardo Belmonte. Sem pressões, totalmente independentes, Bella, Bruno e Kiko mostraram então a que vieram. Não poderia haver melhor cartão de visitas que a faixa “Beleza Divina”, uma das inéditas do DVD, que Izabella e Kiko compuseram para a trilha do curta-metragem Uma Questão de Tempo, de Catarina Acioly. Nela dá para perceber que Bella tinha toda uma voz escondida, agora reluzindo num pop violeiro de muitas delicadezas e alto astral – “seu corpo balança, anuncia a primavera”, canta ela. A festa segue, com o trio mais banda de apoio (Jair Santiago no violão, Hamilton Pinheiro no baixo, Txotxa na bateria, Fernando Palau no piano e teclados, Edinho na percussão) em “Sorriso de Flor”, composição de Rafael Pondé, ex-integrante banda baiana de reggae Diamba. “Agora tenho que plantar / na roça pra vender na feira”, cantam Bella e Bruno, reforçando o clima interiorano, de tranqüilidade em meio às belezas naturais, em mais este pop violeiro que traz a marca do InNatura.  Aos poucos, o grupo vai mostrando as suas boas companhias em Um Artista Brasileiro. “Carcaça”, obra do ex-Dread Lion Luís Carlinhos com Baia e Fusuê, injeta melodia e otimismo no disco: “eu sigo com a minha esperança / de que tudo vai clarear”. É também o número do DVD em que Bella aproveita para apresentar os bailairinos Selma Trindade e Teresa de Castro em meio a uma deliciosa atmosfera teatral. Outra de Luís Carlinhos é “Já Valeu”, bela balada em que a voz de Bella deita e rola e ainda conta com a participação de Carlos Ataualpha no trapézio. Mais um dos destaques do disco é “Eus”, de Baia e Gabriel Moura, líder do Farofa Carioca – uma soul music existencialista, de versos fortes como “não sou Deus, mas sou eus / eu também sou milhões de eus”. Já Tonho Gebara, infelizmente falecido guitarrista do Natiruts, tem sua memória celebrada pelo InNatura com nada menos que três músicas: o folk meio Dylan, meio Raul Seixas “Lado Oposto”, o jazzy-baião- reggae “Tambor” (parceria com Luís Carlinhos e Rogê) e “Pode o Céu Cair” (com Shilon), um aceno ao samba-rock (“achei um Lp de quando Jorge era Ben”), com citação de Kiko ao solo de guitarra de Jimmy Page em “Stairway to Heaven”. Rafael Pondé, por sua vez, dá as caras novamente no repertório do DVD com o samba-soul “Morena do Mar” e os reggaes “In Flow e Foi” e “Princesa do Cerrado” – este que, por sinal, contou na gravação com o bandolim de sabor ibérico de Dudu Maia.  Um Artista Brasileiro foi também uma boa oportunidade para que Bella, Bruno e Kiko resgatassem suas favoritas dos tempos de Natiruts. Estão lá, com novas roupagens, as músicas “Discípulo de Mestre Bimba” (com os vocais e o berimbau de Bruno, mais a participação de um grupo de capoeiristas), a desencanada “Andar pela Ilha” e o reggae jazzístico “Misteriosa Atração” – ótimos exemplos daquilo tudo que eles tinham de novo a apresentar como InNatura. E, para quem ainda tinha alguma dúvida sobre o valor da rapaziada, o DVD ainda tem mais uma música inédita: “Clareou”, composição de Izabella em que ela esbanja melodias e domínio da língua inglesa – boa para abrir os caminhos no exterior.  E aí está, bem do jeito que eles queriam, o primeiro trabalho do InNatura. “Fizemos nosso DVD sem medalhões, não queríamos nada glamuroso”, conta Bruno. Era assim mesmo que tinha que ser. Perfeito retrato do dia-a-dia e da filosofia desses amantes da natureza e da música, Um Artista Brasileiro dá a partida para a segunda fase da trajetória de Bella, Bruno e Kiko. Naturalmente musical. Ou musicalmente natural – quem ouvir, que tire as suas conclusões. E depois viaje com eles no som.
Os componentes que regem a arte musical da In Natura estão mais uma vez em evidência: os instintos humanos, a preservação do ambiente, a beleza em seu estado natural, a contemplação da vida e o amor. São estes os elementos que formatam a mensagem sonora da banda em seu terceiro álbum recém lançado pela brasiliense GRV Discos.  As 13 faixas inéditas espanam versatilidade musical no In Natura 3 ao aliar o que há de melhor nas raízes do som genuinamente brasileiro às tendências internacionais. São levadas do Reggae e do Ragga originais da África e do Caribe, com esbarrões acústicos em ritmos negros tradicionais do Brasil - da capoeira à cantiga de roda.  A banda abusa dos ingredientes nacionais para refletir seu espírito tropical e praiano. Tudo com muito groove e toques eletrônicos, incorporando também os sons de metais, cordas e percussão à altura do profissionalismo que rege as composições da banda.  Essa abordagem “beira mar”, no entanto, não deixa esquecer o ponto de partida do trabalho da In Natura. É de seu bioma natural, o cerrado, que Izabella Rocha e Bruno Dourado (Vocais e Letras) convocaram outras “feras” de projeção da cena musical brasiliense – Kiko Peres (Guitarra), Marcelo Pahl (Bateria) e Bruno Xavier (Baixo), tendo ainda Leander Mota (Percussão) dividindo as funções nos timbales e atabaques com o polivalente Bruno – para assim formar o “back bone” instrumental do trabalho. As digitais sonoras destes artistas de renome estão em toda a obra, que conta também com a participação de outras personalidades convidadas.  O quinteto principal da In Natura desfruta da intimidade e talento necessários para traduzir ao imaginário dos ouvintes os cenários das paisagens e dos sentimentos humanos em suas cantatas. A sinestesia entre a imagem e o som converge nas vozes da dupla de lead singers. O casal Bruno e Izabella se alterna no microfone principal, conforme o torque melódico e a variação dos estilos musicais das faixas do CD que mais lhe caem bem.  Na trilha Cidade a Flutuar que abre os trabalhos, a banda mistura timbres modernos das cordas da guitarra, melodias de violino e programações futuristas de teclado. O resultado é um reggae-rap, acentuado pela voz do rapper MV Bill, que firma sua participação com trocadilhos ritmados em cima das palavras proferidas por Izabella Rocha.  Do outro lado do Atlântico - da Mãe África- vem o aporte talentoso do músico gabonês PacôMelézoTrês que versifica em francês trechos da Ragga Dance, introduzindo a tônica social e a estética urbana que conduz o olhar estrangeiro sobre o nosso Brasil continental.  Em Um que fazer, um reggae- pop e forte candidato a novo hit da banda, Bruno Dourado canta a mensagem de amor e de busca por sua amada, contextualizada no ócio contemplativo da natureza e da “saudade imensa” que a ausência dela instiga. A letra e música são de Fábio Allman (Monobloco), Fernando Velozzo e Carlos Pontual. Nesta faixa, o instrumental do In Natura 3 recebeu adições: nos teclados de Pedro Augusto, e no talento clássico dos irmãos Luis Paulo, André e João Pedro Dourado (violino , violoncelo e violão, respectivamente).  Em outros momentos do CD, o genoma musical da In Natura é revisitado e nos aproxima dos de suas origens - a já consagrada Natiruts. A trilha Passageira, gravada em 2002, recebe uma releitura e traz a participação da guitarrista Mônica Agena (Natiruts).  A ótima Jacarandá do Cerrado homenageia a flora e fauna do Brasil, tendo o cerrado em seu foco sonoro, e reclama a preservação da matéria prima do instrumento berimbau, fonte de arte e criatividade do vocalista já nos idos 1990.  São os ventos de um passado que levantam a trilha Velejo em Cumbuco, exalando o ritmo tranqüilo e maneiro das experiências vividas entre os amigos Rodrigo Amaral e Sérgio Maione, em composição coletiva da letra, ao lado de Bruno, neste paraíso do kite surf do Ceará. O toque especial vem do sopro pulmonar, denso e melódico do especialista Guigui Trotta (Gaita) brasiliense radicado no Rio de Janeiro e que deixa aí a sua marca.  A mutualidade do amor pleno, completo e recíproco, que emana do coração do álbum In Natura 3 vem reforçada de onde mesmo mais se espera: é a voz de Izabella Rocha que encadeia a mensagem e sonoridade do trabalho da banda.  Ao longo de várias faixas do novo álbum, a intimidade com que projeta sua voz de veludo é assimilada facilmente pelos colegas, fazendo flutuar os arranjos musicais de seus velhos e novos companheiros da vida, da arte e do palco.  Em Quero te encantar, a letra de Dora Vergueiro é embalada na melodia vocal de Izabella em performance instrumental, com breves acelerações ritmadas e minimalistas. Alheia a terminações silábicas repetitivas, a vocalista acentua a quebra dos versos e dita o torque das palavras, pontuando os sentimentos na levada desta música eivada de brasilidade.  Mas encanta ainda mais quando entoa a beleza da mulher brasileira, a senhora do carnaval da vida cotidiana; cosmopolita, letrada em idiomas e sublime como as sereias do mar é melodicamente enaltecida em estilo cantiga de roda na faixa Rainha Dourada.  A trilha A pé traz uma balada leve que mistura o Reggae e o ritmo da Salsa caribenha e aborda as contradições da vida e do amor.  E quando os vocais da alma silenciam, é a vez da poderosa instrumental Wacatoco. A música composta por Bruno Dourado é executada com a parceria de metais brasilienses dos Móveis Coloniais de Acajú – Xande (trombone) Esdras (sax barítono) e Paulo (sax Tenor). Este ska sonoro psicodélico é um chamamento e teste aos instintos primitivos do ouvinte. Um pulso certeiro instigando as energias do movimento corporal e da libertação que só a música pode oferecer.  Destaque também para a participação do virtuoso trompetista Moisés Paraíba que enobrece além de Wacatoco, outra faixa do álbum. Em Brilho da Cidade, dá o seu retoque °metal° em um solo desta composição de reggae chill-out de excelente qualidade.  A pequena Gabriela Rocha, filha do casal de apenas 8 anos, faz seu debut artístico na gravação de Respeitar o mundo, composta por seus pais ainda em 2001 quando integravam o Natiruts. O trio canta em uníssono o poder da intuição como chave ao sentido maior da vida: a evolução do ser e o respeito ao mundo no caminho da paz. Guitarras havaianas arrematam a obra.  Para concluir, o In Natura 3 é o som de Bruno , “Bella” e cia em seu estado natural de simbiose e evolução. A música que nasce da parceria madura do casal de músicos é a mesma que os projeta para a vida, no terreno artístico e social, e retro-alimenta a sua obra...
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 http://www.innaturabrasil.com/
  • Membros da banda
    Bruno Dourado
    Izabella Rocha
    Kiko Peres
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    DISCOGRAFIA
     Innatura3 (2013)
     Bossa Ragga (2010)
     CD e DVD - Um Artista Brasileiro (2007)

sexta-feira, maio 01, 2015

MARIETTI FIALHO
























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Uma voz acalenta a cena da música negra no sul do país, com o veludo da pele traduzido em sonoridades ao mesmo tempo suaves e cheias de força, com a delicadeza da mãe que acalenta seu filho e o poder da guerreira que defende a sua origem, usando como arma o som do instrumento musical mais antigo e perfeito. É Marietti Fialho, gaúcha e porto alegrense, bisneta de escravos e de portugueses, que herdou o gosto e o talento para a música dos país, Gerci Pacheco Fialho e Caitano Fialho Netto.  Essa voz da Marietti começou a ser ouvida há quase 20 anos, como integrante de uma das bandas pioneiras – e até hoje uma das maiores referências – do reggae feito no Rio Grande do Sul, a Motivos Óbvios. Ela começou como backing vocal, em 1990, e logo em seguida conquistou o posto de vocalista principal, que ocupou durante dez anos, até 2001, com muita presença de palco, muita atitude e empatia com o público. Ganhadora do Prêmio Açorianos de Música, na categoria Melhor Intérprete de Pop Rock, naquele ano mesmo, Marietti iniciou um novo trabalho, reunindo uma considerável bagagem desses anos todos como intérprete.  Muito além do reggae, Marietti empresta sua voz para outros gêneros musicais, sempre com segurança e conhecimento. Ainda integrante da Motivos, Marietti cantou blues como vocalista da Terraplane Blues. Cantou rap com Piá e a banda Da Guedes, referências do hip hop local. E foi ainda backing vocal para Gilson e Banda Ponto G (atual Limusine Negra), no CD Banda Partido de Primeira. Com a banda Motivos Óbvios, Marietti participou das coletâneas Porto Reggae e Tri-legal do Reggae. Também participou dos CDs Rádio Comunitária Legal e Reggae às Pampas, Zona Norte Primeiro Passo e Baladas do Bom Fim (um tributo a Nei Lisboa), como uma interpretação elogiada do clássico “Telhados de Paris”. Esteve também na trilha sonora e figuração do filme Neto Perde Sua Alma.  Nesse novo trabalho, Marietti fez shows em teatros e várias casas noturnas de Porto Alegre. Em 2004 participou pelo Projeto Sempre as Terças, na Unisinos, no Teatro Padre Werner, que foi gravado pela TVE/RS e TV Unisinos, para o Programa Palcos da Vida, no Instituto Odomodê, Assembléia Legislativa (Sarau no Solar), na Cidade Camaquã, no Dia Nacional da Consciência Negra, em 2005. Em 2006 fez show na cidade de Osório, pelo Simpósio de Cultural Negra.  Ministrou também oficina de Técnicas Vocais na Escola João Satte – pelo projeto Escola Aberta, de outubro de 2005 a outubro de 2006 e na Associação de Moradores da Vila Santa Rosa. Essa voz da Marietti já ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Sul e foi ouvida no Rio de Janeiro, Uruguai, Argentina, Paris, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e em todo interior do Rio Grande do Sul.  Essa bagagem toda coloca a Marietti em eventos de grande significado artístico, cultural e político. Ela apresentou o primeiro e quinto Fórum Social Mundial/POA e cantou no primeiro, segundo e terceiro.  Foi Jurada do Prêmio Açorianos de Música de 2002 e da Nona edição do Festival de Porto Alegre. As musicas que Marietti canta recebem em seus arranjos um brilho especial, com fortes influências do jazz, do samba, do reggae, do funk e da bossa nova. É Música Preta Brasileira. Faz tempo, ela vem sendo acompanhada por um time de músicos de primeira, que garantem o balanço e a pegada: Chico Ferretti, James Liberato, César Audi e Alvaro Luthi..
A cantora Marietti Fialho, uma das vozes iluminadas da música negra do lado de cá do Oceano Atlântico, lançou o seu primeiro disco solo em 18 anos de carreira, no dia 1o de Outubro, no Bar Opinião, em Porto Alegre. “Este trabalho é a minha vida, foi o que ouvi da minha infância até hoje”. Assim, Marietti define “Eu vou à Luta”, que reúne músicas inéditas, com composições de Luiz Vagner, Chico Ferretti, Jorge Foques, Da Gama e Xiko Mestre, e duas músicas próprias, uma delas feita em parceria com o amado, Ton Matos. Em português e até ioruba, Marietti mistura elementos de samba, jazz, soul, funk dos anos 80 (que não tem a ver com o “pancadão” de hoje), hip-hop, maracatu, reggae e bossa nova. Resumindo: “Música Preta Brasileira”.  Selecionado pelo Fumproarte, “Eu vou à Luta” foi gravado no Estúdio Transcendental, em Porto Alegre, com arranjos e produção musical de Chico Ferretti. Acompanham no disco de Marietti os músicos Chico Ferretti (teclado), James Liberato (guitarra), César Audi (bateria) e Álvaro Luthi (baixo). Os convidados especiais são Amauri Iablonovski (sax), Sérgio Dias (trombone) e Anjinho do Trompete. Scratchs a cargo do DJ Anderson, percussão de Giovani Berti, Rafael Santos no violão e teclado, Rosa Franco e Da Gama nos violões. Completam o time as backing vocais Gabriela Ferretti e Claudia Quadros. Direção Geral de Marietti Fialho e Produção executiva de Elenice Zaltron..
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 http://marietti-fialho.blogspot.com.br/

segunda-feira, abril 27, 2015

MOTIVOS ÓBVIOS

















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A banda gaúcha “Motivos Óbvios” realiza desde 1990 uma pesquisa musical e cultural em um dos ritmos negros que mais evolui em todos os tempo, o Reggae ! A banda possui uma personalidade sulista singular, adquirida através da fusão das raízes negras com as modernidades da música pop mundial, em composições próprias e eventuais releituras de clássicos.  A Motivos Óbvios já fez várias apresentações ao lado de grandes nomes do cenário musical nacional e internacional tais como Cidade Negra, Tribo de Jah, Chico César, The Gladiators, Los Pericos e Naná Vasconcelos. Em março de 2000, recebeu o troféu Açorianos de melhor disco de Reggae, em Porto Alegre. Em maio de 2001, a banda participou como uma das representantes brasileiras, do festival VI Porto Alegre em Buenos Aires.  Numa apresentação especial, abriu o show da The Wailers, banda de Bob Marley, na Casa do Gaúcho em 2009. Integrada por músicos que trazem em seu currículo passagem pelas mais variadas bandas e estilos musicais, a Motivos Óbvios retornou aos palcos em 2012 com novos arranjos, novas composições e releituras de clássicos da Reggae Music. Assim o novo show, como se diz na linguagem Reggae, é “Uma Pedrada De Responsa”..
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 Site:
http://www.motivosobvios.com.br/

  • Membros da banda:
    Marietti Fialho - Vocais
    Geda - Vocais
    Renato Lubianca - Vocais e Guitarras
    Branka - Vocais e Percussão
    Rick - Baixo
    Fernando Catatau - Bateria

quinta-feira, abril 02, 2015

TIM MARLEY




















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O projeto Tim Marley vem para animar as noites trazendo os grandes sucessos de Tim Maia agora em versões originais de ritmos jamaicanos. Este projeto promete inovar e cativar a todos os amantes da boa música brasileira e também do Reggae, Ska, Funk, Rocksteady, Ragga e Soul. A formação conta com músicos que fazem parte de importantes bandas do cenário da música Reggae em Brasília, com Pedro Lima nos vocais e guitarra, Bernardo Ferraz na bateria, Rafael Paz e Rafael Mendes nos teclados e Renato Contaifer no baixo, além de participações especiais. Conheça mais este novo projeto musical que vem com o intuito de agradar diversos públicos, trazendo novas versões de grandes clássicos para incendiar as pistas da cidade..
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https://soundcloud.com/timmarley

terça-feira, março 24, 2015

ONZE:20

















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Onze:20- Origem: Origem - Juiz de Fora, MG País -Brasil Gênero(s) Reggae, rock alternativo, pop rock, ska, hardcore melódico (começo da carreira) Período em atividade     2006 - presente Gravadora(s)     Radar Records -Afiliação(ões) -  Projota, Strike, Mr. Thug -Integrantes: Vitin ,Chris, Marlos ,Vinicius, Fábio, Athos, Fabio Barroso ´-Ex-integrantes -Lulu Trombini, Raphael Ferrari . Onze:20 é uma banda de reggae1 brasileira formada em 2006 em Juiz de Fora, Minas Gerais. O nome da banda é a hora exata em que a banda se perguntava qual seria o nome da banda. Com o objetivo de criar um som que é possível compartilhar os problemas, as expectativas e as alegrias e, ainda, se identificar com seu público, Onze:20 se empenha em fazer, de forma marcante e com a qualidade de uma grande banda de Root´s Rock Reggae. A banda tem em sua principal característica musical, um meio marcante do seu som, desde o começo ao fim, a musica interage completamente em ambos os lados, tanto a voz quanto a instrumental entram em harmonia.Uma das formas mais notáveis da banda é a forma em que eles tratam seus fãs, sendo assim uma se não a única das bandas em que conversam, curtem e apoiam o público Em 2007 lançaram sua demo a Hora em que tudo Começa. Em 2010 lançaram Efedrina. Em 2013 lançaram A Nossa Barraca, contendo 11 faixas, pela Radar Records . O sucesso foi obtido quando lançaram o single "Meu Lugar" no dia 09/08/2012 no Youtube. E agora com o mais novo sucesso "Vida Loka". Integrantes
Musicos  Victor Hugo - Vocal  ,Fábio Mendes - Bateria , Marlos Vinicius - Baixo elétrico, backing vocal -Chris Baumgratz - Guitarra Solo  -   Fabio Barroso - Guitarra Base -    Athos - Teclados. 
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 http://pt.wikipedia.org/wiki/Onze:20


Discografia

Álbuns de estúdio
  • Efedrina (2010)
  • A Nossa Barraca (2012)
  • "Pra Você" (2013)
  • Vida Loka (2014)
Demos
  • Hora em que tudo Começou (2007)

 

domingo, março 15, 2015

BAIXADA CENTRAL















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O Reggae brasileiro é um celeiro de bandas e cantores excelentes,mas que por um motivo ou outro não se firmam e nem seguem adiante.Em meados dos anos 80/90,surgiram dezenas de novas bandas,a maioria apadrinhadas por Johnny B.Good,(R.I.P.1952-2011),que era um amante e batalhador do reggae.A banda BAIXADA CENTRAL do Rio de Janeiro é uma delas.Com um reggae de levada africana e letras que falam do cotidiano teria tudo para ficar,mas sabemos que neste País nada é fácil ,a não ser para poucos, muito poucos...Por isso esta aí a música Abuso Do Poder,para curtirmos e meditarmos,Baixada Central..
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por Marco Cardoso

sexta-feira, março 06, 2015

AHUANDA
















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A banda Ahuanda,do Rio de Janeiro,mostra um Reggae raiz com arranjos e características próprias, meditativo e contemplativo. Um diferencial interessante da banda Ahuanda é o uso da escaleta ,ou melódica,instrumento de teclado e sopro,tornado famoso pelo saudoso mestre jamaicano da escaleta e multiinstrumentista Augustus Pablo, somando a atmosfera da composição..
Membros da banda: Joh Ventura , Cesar Vinicios , Mauricio Qpin , Julio Diniz..
Lançaram o álbum ´´Do Sonho a Realidade´´ em 2007 ( independente )..
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https://www.facebook.com/ahuandareggae?ref=profile

quarta-feira, março 04, 2015

SOUNDS OF SOUL













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Paralelamente ao trabalho com a Banda Tribo de Jah, Fauzi Beydoun faz experimentações com outras vertentes musicais como o blues, bossa-jazz e soul music..
Celebrando a parceria com o baixista e produtor Gerson da Conceição da Banda Mano Bantu, Fauzi montou uma banda que conta com Eduardo Marques na Batera, Edy Ricardo nos teclados e com seu filho Pedro Elias Beydoun na guitarra. Para Fauzi, tocar com o filho se tornou uma motivação adicional.
 Com 19 anos de idade, Pedro Elias já atingiu precoce maturidade musical.  A idéia do projeto, na verdade, é recriar o clima de ‘jam session’ no show onde Gerson e Pedro também cantam canções de seu próprio repertório, fazendo o show fluir de forma espontânea e imprevisível. Clássicos da Tribo de Jah,, canções inéditas e outras já um tanto que conhecidas do próprio trabalho solo compõem um show intenso e vibrante o tempo todo. Por isso o título da banda “Sounds of Soul – Sons da Alma”.  É marca já característica das interpretações de Fauzi, cantar com sentimento, especialmente quando interpreta blues com rara intensidade. Intenso, aliás, pode ser o melhor adjetivo para esse trabalho que está sobretudo antenado com tudo que há de mais raiz e essencial em se tratando de música na cena ‘world music’ atual..
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 https://www.facebook.com/pages/Fauzi-Beydoun-e-Banda-Sounds-of-Soul/

terça-feira, fevereiro 24, 2015

SANA REGGAE FESTIVAL

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Sana Reggae Festival  -O Naturalmente Sana é uma junção de projetos sociais que visam a evolução da sociedade local,comunidade serrana do Rio de Janeiro, juntamente com a educação ambiental dos visitantes. Sana é um lugarejo bucólico longe dos centros urbanos do Rio de Janeiro, se localiza na Serra de Macaé e é cortada pelo rio Sana.Em Janeiro de 2002 Sana foi decretada Área de Proteção Ambiental.  Há muitas cachoeiras e pocinhos na região com águas límpidas, boas para mergulhos. A cidade tem a altitude que varia entre 300 e 600 metros, tendo como ponto mais alto o Pico do Peito do Pombo, com cerca de 1.400m de altitude.  A região é rica em recursos hídricos e em biodiversidade da Mata Atlântica, lugar ideal para curtir o frio da montanha no inverno e se refrescar nas águas geladas no verão. Muitos atrativos necessitam do acompanhamento de guias especializados.
O Naturalmente Sana é uma junção de projetos sociais que visam a evolução da sociedade local juntamente com a educação ambiental dos visitantes. São eles: Um festival internacional de música, o Sana Reggae Festival, que realiza-se todo o começo de ano, como vitrine para os demais projetos e ferramenta de conscientização dos valores humanos.  O projeto Quilombo que tem sua abordagem tanto nas crianças como nos adultos da comunidade, com o apoio pedagógico, aulas de alfabetização, inclusão digital, aulas de música, teatro, circo e aulas esportivas como capoeira e futebol.   O projeto de Educação ambiental acontece em quatro maneiras: Monitoramento turístico, Oficina de Pintura de camisetas, Gestão e monitoramento de resíduos e o reflorestamento local com o plantio de 2.500 mudas, a partir da 1ª Maratona Ambiental do Sana..
Sana é o lugar onde vive o lendário músico de reggae Dom Luiz Rasta..
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https://www.facebook.com/sanareggaefest/
 http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/rio-de-janeiro/sana/

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

FORÇA DA PAZ

 














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A banda Força da Paz surgiu em meados de 2007, em Cotia(SP), com o propósito de transmitir a consciência de Jah Rastafari, semear Amor, e resgatar nossas Raízes nos dias atuais; através da Música Reggae e da Cultura Rastafari. Todas as músicas são de autoria própria. Atualmente, a banda Força da Paz está trabalhando na gravação e produção de seu álbum de lançamento, "Bendito Amor" (Produzido e gravado de forma independente, com participação do músico jamaicano Fatstring.)
O CD Força da Paz - Bendito Amor em breve estará disponível para todos! Siga Força da Paz no Soundcloud, e nas principais redes sociais para acompanhar as novidades da banda.  Graças e Louvores a JAH RASTAFARI, Mais Fogo! Mais Vida! Mais Amor! ..
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 https://soundcloud.com/forcadapaz

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

ATO LIBERTÁRIO


















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Formada em 2011 em Aracaju/SE,a banda Ato Libertário tem como base rítmica o autêntico reggae de raiz jamaicano, fazendo a ligação entre o Nyahbing e o Dub com fortes influências de Ragga, Ska entre outras vertentes do gênero, com uma pitada de improvisação, o grupo passeia pela música progressiva experimental. As apresentações ao vivo são cheias de energia, letras revolucionárias envolvidas em arranjos fortes e criativos com linhas consistentes de baixo e bateria, além do revezamento de instrumentos entre os integrantes da banda dando um ponto de destaque em suas performances. Em menos de um ano a banda se destacou no cenário musical local, sendo finalista do III Festival Aperipê de Musica de 2011 com a canção Tudo Por Dinheiro. Desde então a banda vem se apresentando com frequência em vários eventos e não demorou para dividir o palco com bandas de renome nacional e internacional como Midnite, Mato Seco,Vibrações, Adão Negro entre outras. Em 2012 participou do Projeto Verão tocando no Palco Multicultural e no aniversário de 10 anos da Rua da Cultura, além de lançar o seu primeiro álbum “Pra Quem Vive”. Em 2013 a banda se apresentou no palco principal do Verão Sergipe dividindo o mesmo com Gilberto Gil. O CD de estréia da banda Ato Libertário intitulado “Pra Quem Vive ”foi gravado de forma independente e contém 10 faixas autorais entre elas Caminho, Sinta o Poder e Tudo por Dinheiro, que são algumas das canções que não podem ficar de fora do repertório. O disco foi mixado por Max Nascimento e conta ainda com a participação especial de Luiz de Assis da banda Alagoana Vibrações. Levantar a bandeira da música independente com garra e determinação, esse é o lema da banda que vem a cada dia conquistando seus objetivos com respeito ao público em primeiro lugar, firmando parcerias, cientes de que somos apenas elos da mesma corrente e que ainda há muito trabalho pela frente. No momento a banda está em fase de pré produção do seu segundo disco “Lenha Na Fogueira”,ainda sem previsão de lançamento..
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Membros da banda:
  Robson Lira
 Tinho Marinho
 Rodrigo Mago
 Douglas Trindade
 Danyel Nanume
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 https://www.facebook.com/atolibertario/

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

TERRA SANTA


















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Terra Santa é uma Banda de Reggae do vale do paraíba São José dos Campos,São Paulo..
Com uma nova formação a banda de Reggae de "TERRA SANTA" voltou aos palcos e vem com um show rico e vibrante para interagir com o seu público..
Temas:Correntes,Concentrem sem em Jah..