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By Ferramentas Blog

sexta-feira, abril 09, 2021

RAS MENOR











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 Ras Menor nasceu no dia 31 de março em 1978 em São Paulo. Registrado como Márcio José Dias da Silva e usava como nome artístico Ras Menor. Sua carreira foi baseada nas mensagens religiosas do  Rastafári onde mesclava seu som entre o reggae e Rap com idéias ativistas e voltada pra vida árdua e sofrida do povo nos guetos brasileiros.O cantor, compositor paulistano Ras Menor faleceu na manhã do dia três de janeiro de 2020 por uma evolução progressiva da cirrose hepática.  Em 10 de novembro de 2019, ele foi hospitalizado com complicações de um quadro de cirrose hepática e teve alta em dezembro. Fiquei aguardando ele entrar em contato para nos conhecermos pessoalmente. João Carlos Ribeiro criador da rádio web “Música Tá na pista” em 2017 me passou o contato do Ras Menor para que eu o entrevistasse para a RitmoMelodia. Fiz contato e nos falamos com frequência pelo whatsapp, mas não conseguíamos nos encontrar pessoalmente devido ele trabalhar pela cidade vendendo seus artesanatos. No Natal de 2017 ele enviou uma mensagem de áudio pelo WhatsApp relatando que iria levar conforto espiritual e agasalho para pessoas em situação de rua no perímetro conhecido como a cracolândia em São Paulo. Horas depois ele envia outra mensagem em áudio dizendo que foi assaltado no local. Ele ficou muito frustrado e decepcionado.  No dia 10 de novembro de 2019 estávamos (eu pela Reggaebelde Project) na agenda do evento “Kebrada em ação destruindo o Preconceitos” em Poá – SP organizado por Cris Roots , Thiago Lopes Moreira e os DJs Leroy e Denise Ribeiro do Freqüência Reggae, mas ele foi hospitalizado nesse dia . Nesses três anos de contato não desisti de entrevistá-lo. Ele sempre agradecia a minha “paciência” de esperá-lo responder as perguntas que enviei para o seu email e minha “insistência” de todo ano lembrá-lo. Ele deixou o filho Caique de 10 anos de idade. Que descanse em paz Ras Menor.Vai deixar muitas saudades aos familiares, amigos, fãs e colegas de profissão. O reggae perde mais um guerreiro que combatia a opressão e as injustiças sociais. Os amigos fizeram uma campanha para proporcioná-lo um sepultamento digno. Ras Menor foi sepultado dia 04/01/2020 no Cemitério Dom Bosco...

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fonte,entrevista:

https://www.ritmomelodia.mus.br/entrevistas/ras-menor/

sábado, janeiro 09, 2021

RAS MATEUS

 











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Músico e compositor nascido em Salvador-BA, Ras Mateus iniciou o trabalho autoral em 2007.Nascido em Salvador,Bahia, Ras Mateus é músico e compositor, e iniciou sua trajetória musical em 2004, quando teve as primeiras experiências como instrumentista em bandas do cenário musical independente até o final do ano de 2007. Em fevereiro de 2008, prosseguiu com a carreira musical, compondo e cantando canções autorais que trazem mensagens de cunho social e espiritual inspirados na Ordem de vida Rastafari , acompanhadas pelo som cadenciado da música Reggae. Em outubro de 2008, mudou-se para Montevideo (Uruguai), formando junto a músicos uruguayos a banda Raiz Ancestral, que esteve 4 anos e meio participando primeiramente em projetos sociais como o “Proyecto Revolución de Conciencias”, em parceria com a Intendencia de Montevideo no "Proyecto Esquinas", onde esteve divulgando o trabalho musical em diferentes bairros da capital uruguaia, além de ajudar com os shows a campanha de coleta de abrigos de inverno e na coleta de alimentos não perecíveis destinados a refúgios onde vivem pessoas que recebem assistência e ajuda social.Ras Mateus também esteve participando da agenda cultural da capital e interior uruguaio, onde também esteve presente, divulgando o trabalho em festivais de reggae(Reggae es Salud,Primavera Reggae,Eliminatórias Sudamericanas do Rototom Sunsplash) e também em alguns eventos em diferentes estados e cidades do país , participou também em programas de rádio, e esteve no “Programa La Mirada” da Televisão Nacional do Uruguai onde fez uma entrevista e música. Após o retorno a Salvador em março de 2013, Ras Mateus gravou seu primeiro disco que se chama "Origem de todo Ser" no Ital Studios, na capital baiana.Com o disco pronto mudou-se para Porto Alegre em setembro de 2013 onde esteve vivendo e divulgando o seu primeiro album durante 4 meses no Rio Grande do Sul,e também participou do projeto social “Direito no Cárcere”, onde se leva cultura, arte e educação a uma das galerias do Presídio Central de Porto Alegre. Retornando a Salvador em Janeiro de 2014, esteve presente na Rádio Transamerica no Programa TransReggae onde a canção "Fogo no sistema" esteve tocando e sendo divulgada durante as transmissões do programa, e também participou no Programa Se liga no Reggae, na Rádio 100FM, onde a canção "Aprender a ser" é uma das músicas que também toca e é divulgada na programação. Como convidado, participou com algumas bandas que fazem parte dessa cena musical de Salvador e atualmente segue se apresentando,produzindo um novo disco e participando como convidado em alguns eventos...

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 http://tnb.art.br/rede/rasmateus





 Em 2013 lançou o disco "Origem de Todo Ser", e atualmente Ras Mateus estava produzindo o disco "Viver a Vida" que foi lançado em 2020.


sábado, janeiro 02, 2021

RAS SANSÃO









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Nascido em Porto Alegre – RS, Tiago Herbert de Araújo, conhecido como Ras Sansão, iniciou sua caminhada na música reggae aos 18 anos de idade, após escutar uma fita K7 do álbum “Uprising” de Bob Marley And The Wailers. Logo começou a fazer apresentações acústicas, e iniciar a inspiração para compor suas primeiras canções dentro do gênero reggae. Em 2004, após um intercâmbio com o grupo RastafarI da Guiana Inglesa, Congo Nyah Foundation, sua vida e sua música tomam um rumo voltado aos ensinamentos de S.M.I Haile I Selssie I.  Em 2009, junto como convidado pela banda Pure Feeling participou da turnê para Buenos Aires em parceria com a banda Nonpalidece, tocando nos maiores palcos da cidade, com enfoque para o Latrastienda Club e Teatro de Las Flores. Logo após esse período Sansão entra para a banda Enoré, que vai consolidar sua identidade musical que ele denomina como “Reggae Mantra”, sendo uma das pioneiras no Brasil a tocar estilo New Roots trazido pelas Ilhas Virgens Americanas, abrindo o primeiro show da musa do reggae Dezarie, em Porto Alegre em 2010, no Bar Opinião.  Iniciando projetos na área de Assistência Social, realizou a gravação de um disco com as crianças e adolescentes do Abrigo Residencial 7 (Casa de Acolhimento) e também a colaboração no Projeto Direito no Cárcere na Galeria E1 do Presídio Central de Porto Alegre. Em 2011, participou da fundação da Associação Cultural Reggae RS (ACRER) na qual foi eleito vice-presidente no mesmo ano e presidente 2012. A partir daí desenvolvendo forte parceria com o selo ZionLab, gravou três discos autorais e diversas participações em discos de vários artistas, como também parcerias com Gabriel Severino, Ras Mateus e GrooV.I.  Ras Sansão vem trabalhando forte como produtor musical, produzindo suas próprias músicas e alguns artistas do cenário musical local. Seu novo single ''Jah Love – Deus é Amor a''borda a relação do Ser Humano com a espiritualidade e com o planeta ...

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https://www.ritmomelodia.mus.br/entrevistas/ras-sansao/


segunda-feira, novembro 23, 2020

KUKY LUGHON

 









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Kuky Lughon,ou simplesmente Kuky é um cantor do reggae das raízes. "Pra Você" é o primeiro single do cantor Kuky Lughon, música que está no seu primeiro álbum que foi lançado em 2014 .Parceria mais que especial com o cantor Kuky Lughon, uma das principais vozes do reggae brasileiro, fundador da banda paulista Leões de Israel e atualmente tecladista e vocal na banda carioca Ponto de Equilibrio. Em breve lançará seu álbum de estréia com produção de Wagner Bagão (Dubalizer) no estúdio Audiofya (SP)-  Ficha técnica: Kuky Lughon - Voz, Teclados e Baixo Wagner Bagão - Bit Thales "Lion Framer" - Guitarra base -Jua Gomes - Violão solo -Leandro Kintê - Backing vocals - Gravado nos estúdios "Mighty Sounds" e "Audiofya Produções" Mixado e Masterizado no estúdio "Audiofya Produções" Produzido por Kuky Lughon e Wagner Bagão..Seu mais novo trabalho é a música e video-clip de ''Bom Dia'',lançado no youtube em 30 de outubro de 2020..

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quinta-feira, setembro 03, 2020

PIAUÍ ECOLOGIA (Antônio José da Silva)










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A notícia da morte de Piauí comove as gerações que protestam na avenida.  Eu não sabia que seu nome era Antônio, dizem que era um mago. Conheci o camarada com dreadlocks de tanto vê-lo ali, sempre ali. Em dias de paz vendia sua arte, em dias de luta expunha seus conceitos do mundo, se misturava entre os indígenas, mulheres, negros ou em qualquer marcha em protestos pela vida, se opunha à tropa de choque quando necessário.  Todos o chamavam de Piauí. Milhares o notavam e ele viu milhões ali passando, tantas pernas, tantos ternos, tantos poderes que desfilam na avenida Paulista, no vão maluco do MASP.   Soube hoje que Antônio morreu, no Piauí, em Teresina, debilitado estava pela trato que a vida lhe deu, entre a arte e os pensamentos, na defesa marginal do planeta, acima do entendimento comum dos negócios do mundo. Paz, amor, natureza não são moedas.  Agora notar, como a morte das pessoas crava vazios na metrópole. Antônio voltou de bicicleta para sua cidade natal, Picos. No Piauí, encontra agora a terra, deixou o asfalto, no planeta pulsa.Ele nasceu em Picos do Piauí e dali de forma mambembe pôs o pé na estrada.  Viajou o Brasil e se fixou em São Paulo.  Esse estado tem uma avenida conhecida nacionalmente: é a Avenida Paulista.  É o metro quadrado mais caro do país. Um local que reúne o centro nervoso dos negócios de São Paulo e do Brasil. Indústrias e bancos tem ali suas representações.  A Paulista é também uma importante artéria no trânsito paulista. Por ela você acessa o lazer, o conhecimento, o trabalho, o turismo, enfim...  E foi na avenida Paulista que o picoense se fez conhecer. Antônio José da Silva é o Piauí Ecologia – um piauiense que um dia resolveu procurar dias melhores pelas terras brasileiras.  Sem escolaridade formal, ele dedicou-se ao artesanado para ter o que comer e escolheu o vão do Museu de Arte de São Paulo para ser seu ponto de venda.  Piauí Ecologia lia tudo quanto era livro que ele encontrava, daí seu vocabulário elaborado e parte de sua conciência crítica sobre o Brasil e o mundo.  Se envolveu com as drogas lícitas e ilícitas; depois, disse ter superado o problema.  Embaixo daquela casa de Arte e Cultura de São Paulo, no meio do vai e vem frenético dos carros e transeuntes da Paulista, Piauí Ecologia foi vivendo seus dias e São Paulo foi conhecendo este filho de Picos do Piauí.  Mas ele resolveu voltar. Há alguns anos Piauí Ecologia voltou para Picos, para estabelecer moradia, e a forma que escolheu para a volta, fez jus às suas origens de “maluco de BR”: pegou sua bicicleta e pedalou 2511 km, dormindo em postos de gasolina e documentando em vídeos e em fotos que eram postadas regularmente em suas redes sociais.   Ontem, Picos, a Avenida Paulista e o Brasil ficaram sem o Piauí Ecologia.  Antônio José da Silva  faleceu, no hospital Getúlio Vargas (HGV) em Teresina. As causas de sua morte foram cirrose hepática e hepatite, agravadas por uma anemia profunda...

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https://pensarpiaui.com/noticia/saido-de-picos-ele-foi-uma-marca-da-avenida-paulista.html

https://jornalistaslivres.org/piaui-antonio-jose-da-silva/

por Helio Carlos Mello

segunda-feira, agosto 31, 2020

JÔH RAS


























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Jôh Ras é uma artista do reggae e reggae gospel de Feira de Santana,Bahia..
Baixista e backing vocal da Banda JardaFire e a Profecia .
Jôh Ras é uma cantora, compositora e instrumentista ..
Temas de Jôh Ras:''Avivamente'',''Fé'',''Obrigado Deus'',''Pela Misiricórdia'',''Baby'',''A Inveja'',''Querida Amada'' ,''Quem Tem Ouvidos Ouça''....
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Raiz DreadMaker

sexta-feira, julho 24, 2020

DUBSTEREO

















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DUBSTEREO
 O Dubstereo é de Salvador,Bahia, e é formado por artistas competentíssimos e que reúnem referências e estilos individuais para criar trabalhos com ares de novidade e com muita qualidade. Fazem parte do coletivo os músicos Russo Passapusso (voz), Fael 1º (voz), Jorge Dubman (bateria), Alan Dugrave (baixo), Gabriel Simon (teclados) e Jardel Cruz (percussão). Em 2009 e 2011, respectivamente, foram agregados Tiago Tamango (teclados) e Prince Áddamo (guitarra).  Participaram do novo álbum, da gravação à masterização, nomes de peso como Buguinha Dub, Victor Rice, Felipe Tichauer e André T., todos com imensa bagagem no universo musical. O disco foi gravado em apenas 48 horas, ao vivo, mas com qualidade de estúdio.   6681092271_ff634cc9c0_z  A arte do disco ficou por conta de Ricardo Fernandes, o experiente DJ Ricardo Magrão, que também foi responsável por capas incríveis como as dos discos de Criolo e Los Sebosos Postizos.  Baixe, ouça, compre o compacto, o CD, e saiba mais sobre esse baita coletivo soteropolitano. Dubstereo é coisa nossa!  (por Dani Pimenta)-
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Dubstereo –
Dubstereo (2013) 
Um verdadeiro dream team da música jamaicana da Bahia está presente nesse grupo e seu primeiro e último disco é uma excelente apresentação do quanto nossa tradição vem sendo trabalhada e ampliada. Formado por Russo Passapusso (voz), Fael 1º (voz), Jorge Dubman (bateria), Alan Dugrave (baixo), Gabriel Simon (teclados) e Jardel Cruz (percussão), Tiago Tamango (teclados) e Prince Áddamo (guitarra). Essas feras reunidas conseguiram o feito de lançar um debut que entrou pra história. Começaram logo chamando atenção para a bagaceira que Dubman e Dugrave fazem em “Sem Crise”, toda a banda é competentissíma e essa dupla trabalha como Pelé e Pepe do groove. A composição de Russo é uma das coisas mais bonitas e fortes do disco.  São 11 faixas e em absolutamente ‘todas a virtuosidade dos músicos pode ser sentida como em “A Invasão” e “Café Quilombo'” uma dubzera nervosa e super groovante, dois temas instrumentais que impressionam. “SOS Dancehall” e a primeira versão de “Jah Jah Revolta” que depois seria suesso com o Baiana System, ainda hoje tocam nos meus fones e é literalmente impossível não me fazer dançar pelas ruas de Sal City. Descubram ou redescubram essa jóia do nosso reggae! 
Por Danilo Cruz 
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https://oganpazan.com.br/10-discos-pra-entender-o-reggae-baiano-confira/
https://groovinmoodblog.wordpress.com/2013/08/31/dubstereo-lanca-seu-primeiro-album/

domingo, junho 14, 2020

DIAMBA


























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Em seu disco de estreia ''Ninguém Está a Salvo'', a banda Diamba nos apresenta uma forma de fazer Reggae autênticamente baiano mas sem o compromisso de manter princípios musicais sagrados aos ouvintes mais ortodoxos de Reggae. Utilizando elementos musicais e poéticos tipicamente nordestinos bastante presentes na lírica do vocalista Duda Sepúlveda, acrescentaram a intensidade do Rock bastante evidenciada nas guitarras de Rafael Pondé e Tadeu Patola mas principalmente na condução do baterista Caio Frenn apoiado pelo contrabaixista Renato Nunes, remetendo a bandas como Steel Pulse, Israel Vibration assim como Led Zeppelin e também Luiz Gonzaga. Apesar de fazer parte da geração do reggae da década de 90, que pode ser considerada como a segunda, apresenta uma sonoridade diferenciada diante das demais bandas soteropolitanas desta época, ainda bastante influenciadas por Bob Marley e pelo Reggae feito no Recôncavo baiano. O que a levou a ser uma das grandes representantes do Reggae baiano no Brasil.
 Por Bobo Tafari
A Diamba traz em seu histórico três CDs e dois DVDs, gravados de forma independente, e consolidados pelo público que sempre comparece em massa a todas as apresentações do grupo. Bastante entrosados e bem maduros musicalmente, Duda Sepúlveda (vocal), Renato Nunes (baixo) e Tilson Santana (teclados), experimentam uma fase muito especial de crescimento e reconhecimento de um trabalho sério e consistente. São 10 (Dez) participações no Festival de Verão, Show em dois Mundiais de Bodyboarding na Bahia no mês de Abril/09 e SET/10, Projeto pessoal “Dia de Encontro” com duas edições anuais, sua primeira edição em 2008 recebeu na Concha Acústica de Salvador a banda Carioca Ponto de Equilíbrio onde esgotaram-se os ingressos com um público de 5.700 pessoas e na segunda edição em 2009 mais uma vez lotando o Bahia Café Hall - Paralela, Duas edições no Mundial de Surf na Bahia o WQS. Neste verão a Diamba tem feito participações nos mais importantes ensaios de verão de Salvador como: Olodum, Jau Peri,Cortejo Afro, Alexandre Peixe, Babado Novo, Tatau entre outros. Recorde de publico de todas as edições do projeto Música no Porto superlotou as areias da praia de Armação no evento Indoor Games Coca – Cola2010, numa sintonia total entre atletas, areia, mar e muita gente bonita a banda se inspirou neste universo e fez todos cantarem e dançarem ao som de muito Reggae, assim foi o clima que tomou conta da nova Praça na Pituba onde antigamente eram as ruínas do Clube Português, agora novinha em folha a praça fica a beira mar e tem se tornado um ótimo local para realizações de eventos importantes como foi o Conexão VIVO no primeiro final de semana de Junho de 2010. No segundo semestre a banda Diamba veio fazendo shows em projetos como Reggae Power 2ª Edição com um público de aproximadamente 15 Mil Pessoas e através do Edital do Governo Estado em parceria com a SECULT e Pelourinho Cultura titulado como Tô no Pelô a banda Diamba lotou a Praça Tereza Batista todas as Quintas do mês de Novembro através do Projeto Te Encontro no Pelô, onde teve participações das bandas e grupo como Ministério Público, Casco Cabeça (Banda do Projeto TAMAR), Maglore, O Circulo, Ênio e a maloca, Pirigulino Babilake, Luciano da banda Mosiah, Serginho do Adão Negro, Os ex- integrantes da Natiruts (Isabela e Bruno), hoje com o trabalho chamado In Natura, Semente da Paz, Rafael Pondé, foi realmente um sucesso, com ingressos esgotados em todas as Quintas o projeto deixou saudades.  Histórico  Nesses 22 anos de estrada, a Diamba fez inúmeras apresentações pela capital e pelo interior da Bahia, além das turnês no Rio de Janeiro e no interior de Minas Gerais. A Diamba consolida uma carreira que poucas bandas intituladas de “alternativas” conseguiram.   Para Duda, um dos grandes resultados deste retorno é poder ouvir o público cantar e acompanhar todas as músicas do grupo, durante as apresentações. Hoje, o show é baseado em um vasto repertório dos CD´s “Ninguém está a salvo”, “Tempos de épocas” e “Diamba 10 anos ao vivo”. A banda trabalha em um ritmo eletrizante e sempre busca inovar o som, arriscando novos arranjos e mostrando canções inéditas, como as que estarão no próximo CD: “A Boa” música de trabalho, “Brilhar” (de Duda com a Diamba), “Beira da Praia”, “Falando com Jah” (ambas de Paulinho Marola) e “Fazer Valer” (de Duda).
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https://oganpazan.com.br/10-discos-pra-entender-o-reggae-baiano-confira/

MINISTEREO PÚBLICO


























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Ministereo Público – Sistema Perambulante de Som (2011)
 Esse coletivo e suas quintas dancehall foram um ponto de virada na cultura do reggae baiano, mostrando que essa Kingston brasileira, que é Salvador, possúia um bonde nervoso de DJ e “toasters” prontos pra colocar fogo nessa Babilônia que é toda nossa. Agregando diversos Mc’s oriundos do rap baiano, nas sessões de microfone aberto, assim como as minas que bagaçavam o sertão fritando a audiência com rimas nervosas e cheias de uma malemolência especial.  O que o Ministereo Público promoveu como um coletivo de Djs, pesquisadores da música jamaicana e de seus desdobramentos, ainda não foi plenamente avaliado. Dudoo Caribe, Regivam, Dj Raiz, Lord Breu, Dj Magone, ajudaram com suas pesquisas e apresentações a abrir trilhas para a música baiana no século XXI. Russo Passapusso, Dimak, DaGanja, Vandal, Soraia Drummond, Fael Primeiro, Semente da Paz, Nailah, são alguns dos excelentes vocais presente ao longo das 19 faixas! Disco fundamental é pouco… 
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Por Danilo Cruz
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https://oganpazan.com.br/10-discos-pra-entender-o-reggae-baiano-confira/

terça-feira, maio 12, 2020

DIA NACIONAL DO REGGAE-2020

























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O Dia Nacional Do Reggae foi intituído em 2012 pela então presidente Dilma Roussef,definindo 11 de maio como o Dia Nacional Do Reggae..
Esse ano de 2020 aconteceram algumas homenagens para o Dia Nacional Do Reggae ,mais on -line ou nas ''lives'',por causa da situação atual com o temido coronavírus.
 De acordo com a lei, a data serve para homenagear “o ritmo musical difundido mundialmente por Robert Nesta Marley”.  A data escolhida –11 de maio– é o dia em que o cantor Bob Marley faleceu.  O Ministério da Cultura informou que o projeto de lei é de 2008 (3.260/2008), de autoria do então deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) –hoje senador.  No texto do projeto, Rollemberg justifica que “é relevante mencionar a absorção de outros ritmos musicais estrangeiros que, sem dúvida, ‘caíram’ no gosto do brasileiro”.  No texto, Rollemberg menciona também que “o legado que Bob Marley deixou ao mundo vai muito além do reggae: é através deste que muitos artistas brasileiros usam o meio da música para fazer legítimas críticas sociais. A influência deste estilo musical é tamanha em alguns estados brasileiros, que já há lei municipal que instituiu o dia do reggae, como é o caso de Salvador, através da Lei n.º 5.817/2000”.  Rollemberg fala ainda sobre a influência de Bob Marley na música brasileira, citando “Cidade Negra, Edson Gomes, Gilberto Gil entre tantos outros artistas nacionais consagrados” que, segundo ele, “continuam a levar, através do reggae, mensagens de paz, amor e críticas sociais, na tentativa de alertar o povo para lutar pelos seus direitos, da mesma forma que Marley, considerado o primeiro astro do terceiro mundo com reconhecimento internacional, já fazia há quase quatro décadas atrás”.
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https://www.geledes.org.br/11-de-maio-instituido-o-dia-nacional-do-reggae/

quinta-feira, abril 23, 2020

MARCELO FALCÃO















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Marcelo Falcão Custódio -filho de Maria Selma Falcão Custódio e Ademir Custódio,nasceu e viveu no bairro do Engenho Novo, subúrbio carioca, em uma casa humilde, possui um irmão chamado Vinicíus Falcão. Sempre teve uma afinidade por música, cantando entre amigos, incluindo o futuro jornalista do Jornal do Brasil Silvio Essinger. Antes de completar 19 anos, Falcão completou o segundo grau como técnico em informática, e arranjou um emprego na empresa de hematologia Ciba-Corning.O Rappa Em 1992, Falcão viu um anúncio no jornal O Globo procurando vocalista para uma banda de reggae, e se instigou pelo nome de Nelson Meirelles, apresentador de um programa que Falcão ouvia na Rádio Fluminense, bem como produtor do Cidade Negra. Falcão foi o último a testar em uma extensa lista de candidatos, encontrando os músicos - Meirelles, Marcelo Lobato, Alexandre "Xandão" Menezes, e Marcelo Yuka, que tinham acompanhado o cantor Papa Winnie em sua turnê no Brasil - exaustos, mas sua performance empolgada de "Selvagem", da Banda Os Paralamas do Sucesso, foi o suficiente para uma aprovação. já tendo agendada apresentação no Circo Voador. Depois de um show sem nome em Curitiba, decidiram batizar o grupo. Após cogitar Cão Careca e Batmacumba, o nome escolhido O Rappa vem da designação popular dada aos policiais que interceptam camelôs, os "rapas". Com um P a mais para diferenciar, o nome foi escolhido. Um exemplo de a palavra rapa ser aplicada aos caçadores de camelôs pode ser encontrado na canção "Óia o rapa!", na composição de Lenine e Sérgio Natureza, gravada pela banda no CD Rappa Mundi.  Como o disco de estreia, O Rappa (1994), não obteve muito sucesso, Nelson Meirelles foi substituído por Lauro Farias, que tocava com Yuka no KMD-5. O segundo álbum, Rappa Mundi (1996), tornou-se um sucesso estrondoso, com muitas canções no rádio, e o terceiro, Lado B Lado A (1999), manteve a banda aclamada por público e crítica. A performance de Falcão em especial se tornou elogiada por sua empolgação e dedicação nos shows. Em 2001, o baterista e letrista Marcelo Yuka foi vítima direta da violência urbana, ao ser baleado durante tentativa de assalto, ficando paraplégico, e assim impossibilitado de tocar bateria. Lobato assumiu o instrumento (deixando para seu irmão Marcos Lobato, contribuinte d'O Rappa, os teclados como músico de apoio) e O Rappa voltou a tocar. Mesmo debilitado, o baterista voltou ao grupo e,no mesmo ano, lançaram o disco Instinto Coletivo ao Vivo, com um show gravado em 2000, ainda com Yuka na bateria e três inéditas de sua autoria.  Em 2003, O Silêncio que Precede o Esporro, primeiro álbum sem ligação com Yuka, foi lançado. Falcão se tornou o principal letrista, também fazendo em parceria com Carlos Pombo "O Salto".  Em 2005, atendendo a convite por parte da MTV Brasil, a banda gravou o especial Acústico MTV - O Rappa, com participação de Maria Rita em O que sobrou do céu e Rodo Cotidiano, e Siba, do Mestre Ambrósio, na rabeca em algumas canções. O disco também rendeu um DVD com algumas canções além das presentes no CD. No dia 7 de julho de 2007, O Rappa realizou um concerto na etapa brasileira do Festival Live Earth, no Rio de Janeiro.  Em 2008 eles lançaram seu mais recente álbum, 7 Vezes. A faixa escolhida para primeiro single, Monstro Invisível, chegou as rádios no dia 8 de julho, e fez muito sucesso, sendo bastante executada. Destaque também para o segundo single, Meu Mundo É o Barro. Em 22 de agosto de 2009, O Rappa fez um show na favela da Rocinha, onde foi gravado um DVD ao vivo.  Seguiram-se dois anos de pausa, explicados pelos músicos como necessidade de descansar após 15 anos na estrada. O Rappa voltou a tocar junto com shows na Marina da Glória em outubro 2011.Em 2013 lançam novo álbum intitulado ''Nunca Tem Fim...'', com músicas como "Anjos (Pra Quem Tem Fé)" “Fronteira (D.U.C.A.)” e "Auto-Reverse", com o qual 3 meses após lançamento, certificado de Disco de Ouro é atribuído ao novo álbum. No dia 3 de maio de 2017, o grupo anuncia no Facebook que após o termino da turnê, em fevereiro de 2018, fará uma pausa 'sem previsão de volta'.  Outros projetos Após anos de trabalho árduo, O Rappa decidiu tirar umas férias. Assim como os jogadores de futebol aproveitam as férias para jogar uma pelada com os amigos, Falcão não pensou diferente, reunindo vários amigos como B Negão, Bino (Cidade Negra), Liminha e João Fera (Paralamas do Sucesso) objetivando a criação do projeto LOUCOMOTIVOS. A princípio, tal projeto seria apenas um ensaio pré-carnavalesco, porém acabou se tornando o maior barulho da Lapa nos últimos verões cariocas. A ideia inicial era aproveitar esse período de descanso se divertindo e tocando algumas músicas preferidas, tais como Exodus, de Bob Marley; Mantenha o Respeito, da legendária Planet Hemp; Você, de Tim Maia; Inútil, do Ultraje a Rigor; e Novidade, de Gilberto Gil, entre outras.  A primeira apresentação aconteceu em 2005, na Marina da Glória e, em seguida, a banda foi convidada por uma marca de cerveja para tocar em seu bloco no carnaval de Salvador, onde tocou por dois anos consecutivos. O projeto foi tão bem aceito pelo público que o Circo Voador convidou os LOUCOMOTIVOS para assumir as noites de quartas-feiras no Verão do Circo.  Em 2009, Falcão decidiu não tocar para não atrapalhar o lançamento do disco 7 Vezes, do Rappa. Todavia, em 2010, com O Rappa de férias, os LOUCOMOTIVOS se reencontraram, fizeram o réveillon em Fernando de Noronha, e uma nova temporada no Circo, com o sucesso, resolveram levar o show para todo o Brasil.  Em abril de 2018, Falcão grava um álbum solo pela Warner Music, intitulado Viver (Mais Leve que o Ar).  Vida pessoal Relacionamentos O cantor é conhecido pela sua extensa lista de namoradas, algumas confirmadas, outras não. Algumas delas são Deborah Secco, Maria Rita e Isabeli Fontana. O namoro de Deborah e Falcão começou em 2004, na Marina da Glória, quando O Rappa se apresentou no Skol Rio. Deborah estava na platéia e os dois foram vistos aos beijos nos camarins, depois do show. Poucas semanas depois, a atriz tatuou no pé direito a declaração: "Falcão, amor verdadeiro, amor eterno". Quando ela começou a ensaiar para a Dança no Gelo, passaram a se ver pouco. O fim do relacionamento se deu em setembro de 2006. Maria Rita foi apontada como pivô de uma crise de ciúme da atriz. Comentou-se que a cantora nutria uma paixão platônica pelo líder de O Rappa. Maria chegou a tatuar na cintura parte da letra de uma canção composta por Falcão, Mar de Gente, em que se lê: “A arte ainda se mostra primeiro.” Mas eles não chegaram a namorar.
Um grande fã do reggae,Marcelo Falcão gravou com o astro jamaicano do reggae Cedric Myton (Do The Congos ) a música ''Diz Aí''..
 Diz aí” é a terceira faixa disponibilizada do primeiro álbum do cantor Marcelo Falcão. A faixa tem participação do ícone jamaicano Cedric Myton. Reggae roots com direito a toda indignação sobre o que vivemos..
Marcelo Falcão também tem  seu Jet Dub System, projeto paralelo do vocalista da banda O Rappa, que além de outras músicas revisita um clássico do mestre Tim Maia em ritmo de reggae ''Não Faz Sentido''..
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Falc%C3%A3o

Discografia

Carreira Solo

Com O Rappa




Marcelo Falcão
Marcelo em concerto com O Rappa em São Paulo, 2005
Informação geral
Nome completoMarcelo Falcão Custódio
Também conhecido(a) comoFalcãoJet
Nascimento31 de maio de 1973 (46 anos)
Local de nascimentoRio de JaneiroRJ
 Brasil
Gênero(s)Reggae
Rock alternativo
Rap rock
Funk rock
Samba-rap
Hip hop
Instrumento(s)vocalviolão
Extensão vocalBarítono
Período em atividade1992 - presente
Gravadora(s)Warner Music
Afiliação(ões)O RappaPlanet HempCharlie Brown JrB NegãoRaimundosChico Science & Nação ZumbiSOJARacionais Mc'sRodoxJota QuestIza

segunda-feira, abril 13, 2020

MORAES MOREIRA-TRIBUTO


























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Antônio Carlos Moraes Pires (Ituaçu, 8 de julho de 1947 — Rio de Janeiro, 13 de abril de 2020), mais conhecido como Moraes Moreira, foi um cantor, compositor e músico brasileiro, ex-integrante do grupo Novos Baianos, mas em carreira solo desde 1975. Faleceu no Rio de Janeiro enquanto dormia, aos 72 anos,vítima de um infarto.  Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos de Ituaçu, o "Portal da Chapada Diamantina". Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, Bahia. Mudou-se para Salvador e lá conheceu Tom Zé, e também entrou em contato com o rock n' roll. Mais tarde, ao conhecer Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, formou o conjunto Novos Baianos, onde ficou de 1969 a 1975. Juntamente com Luiz Galvão, foi compositor de quase todas as canções do Grupo. O álbum Acabou Chorare, lançado pela banda em 1972, foi considerado pela revista Roling Stone Brasil em primeiro lugar na lista dos 100 melhores álbuns da história da música brasileira divulgado em 2007. Moraes Moreira possui 40 discos gravados, entre Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar e ainda dois discos em parceria com o guitarrista Pepeu Gomes. Moraes se enquadra entre um dos mais versáteis compositores do Brasil, misturando ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e até mesmo música erudita. Em dezembro de 2015, o grupo Novos Baianos anunciou um retorno com a formação original.   Moraes em 30 de maio de 2003, em foto de Wilson Dias
Carreira solo -Saiu em carreira solo no ano de 1975, e desde então já lançou mais de 20 discos. Na sua carreira solo, destacou-se como o primeiro cantor de trio elétrico, cantando no Trio de Dodô e Osmar, e lançou diversos sucessos de músicas de carnaval, no que se convencionou chamar de "frevo trieletrizado". Alguns dos sucessos dessa fase são "Pombo Correio", "Vassourinha Elétrica" e "Bloco do Prazer", dentre outras. Durante os anos 80 se afastou um pouco do carnaval baiano, devido a sua comercialização para a indústria do turismo.
Em 1980,encontrou no Rio de Janeiro no Brasil com a lenda do reggae Bob Marley,Jacob ''Killer'' Miller,Junior Marvin,e outros brasileiros como Chico Buarque,o dono da chácara onde ocorreu uma partida,o ex jogador Paulo César Caju ,entre outros..
O ano é de 1980, Marley veio ao Brasil em uma estratégia de marketing para o lançamento de um selo Alemão por aqui, era a Ariola. Olha o timão de artistas que a Ariola já tinha: no primeiro ano contava com Moraes Moreira, Alceu Valença, Marina  Lima, Milton Nascimento, Ney Matogrosso e Geraldo Azevedo, depois viria, Chico Buarque, Tetê Espíndola, Wagner Tiso, Elba Ramalho e João Bosco. Havia um subselo, a Island Records, da qual Bob Marley era contratado, e é aí que ele entra na história, e vem para o Brasil..
Em 1994 gravou O Brasil Tem Concerto, influenciado pela música erudita, e no ano seguinte gravou o Moraes Moreira Acústico MTV, mais tarde transformado em CD e DVD. Em 1997, gravou um disco carnavalesco em que comemora seus 50 anos, 50 carnavais e dois anos depois lança o disco 500 Sambas em homenagem aos 500 anos de descobrimento do Brasil. No ano 2000 lançou o disco Bahião com H, tocando o baião com seu característico sotaque baiano. Em 2003 completou sua trilogia que tinha como tema o Brasil, e incluía os três álbuns Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira (1979) e O Brasil Tem Concerto (1994) e Meu Nome é Brasil (2003). Em 2005 lançou independentemente o surpreendente disco ''De repente'', misturando hip hop com repente nordestino e o swing característico de seu violão. Em 2008 Moraes lançou o livro A história dos Novos Baianos e outros versos em que conta a história do grupo em literatura de cordel e curiosidades sobre as músicas de sua carreira solo, e sai em turnê pelo Brasil com o show homônimo, tocando os maiores sucessos de sua carreira e recitando trechos do livro, que em 2009 foi transformado em DVD e CD.
Em 2012 Moraes gravou o disco A Revolta dos Ritmos, um disco com 12 composições inéditas dele. Paralelo ao novo CD Moraes viajou pelo Brasil, ao lado do seu filho Davi Moraes, com uma turnê comemorando os 40 anos do disco Acabou Chorare. A princípio seria apenas um show, mas devido ao grande sucesso a turnê foi criada e fez uma série de shows.  Sua música O Caminhão da Alegria acabou virando alcunha do Sport Club do Recife, na década de 1980, e é sempre tocada antes dos jogos do clube pernambucano na Ilha do Retiro.
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https://bileskydiscos.com.br/blog/

terça-feira, março 10, 2020

POSITIVA DUB



















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A banda Positiva Dub é um projeto musical e social de Porto Alegre que iniciou-se em 2014 com o intuito de levar o reggae as periferias e conscientizar sobre problemas do dia-a-dia!  A banda formada por Rodrigo (voz e guitarra), Charles (bateria), Mauricio (baixo), Victor (percussão) e Lauro (guitarra) se foca em tocar atualmente músicas próprias e covers de artistas como Bob Marley, The Congos, Groundation, Israel Vibration, Dennis Brown, Natiruts, Ponto de Equilibrio, Ultramen, O Rappa e etc.  Sempre visando o público de cada ambiente deixando o reggae sempre mais atrativo, dançante e com altas vibrações, nunca perdendo a sua essência roots..
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https://www.alegreme.com/porto-alegre/eventos/positiva-dub-no-espaco-maestro-show.html

segunda-feira, março 02, 2020

LU e DREAD ZION
























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LU e DREAD ZION-
 O pastor Lu como é conhecido criou em dezembro de 2004 a banda Dread Zion,de Criciúma,Santa Catarina, com a proposta de fazer um reggae maduro, com letras muito bem definidas a respeito do que é ser uma pessoa que procura viver em paz, na espera do Messias, com influencias dos grandes mestres do reggae que dispensam apresentações, fica na banda Christafari minha maior influência e admiração. Na estrada desde meados de 2006 trabalhando com o último CD chamado… “ONDE O CÉU É O LIMITE”, passamos por muitos lugares levando a mensagem de amor pra todas as tribos regueiras do sul do Brasil. O CD traz 9 canções inéditas e 1 regravação do single “BABILÔNIA” entre elas ressalto Vale da Decisão versão autorizada da musica Valey of Decision/Christafari.  No projeto de Lu de Souza e Dread Zion, assumimos desde o inicio da banda uma postura cristã, baseamos nossa fé em Jesus e a expressamos na forma mais alternativa possível, o show ''ONDE O CÉU É O LIMITE'', tem a participação de Tayná de Souza nos vocais, e do ator Jairo João Antonio atuando numa peça de pantomima. Com aproximadamente 1:50 hs de evento procuramos segurar a atenção dos espectadores com pirofagia (cuspe fogo), percussões, vídeos e efeitos visuais..
Um reggae maduro, com letras que falam de relações espirituais, cultura, questões sociais e Deus. É assim o som da banda gospel Dread Zion. O novo CD, “Onde o céu é o limite”, foi gravado em Criciúma e será lançado no próximo dia 8. São dez músicas inéditas e uma versão autorizada do Christafari - grande inspiradora do Dread Zion.   Formada por Paulinho Campos (baixo), Ricardo Medeiros, o Lagarto (bateria) e Lu de Souza (vocal e guitarra), a banda tem menos de dois anos de estrada, mas mostra um entrosamento no palco que promete contagiar o público..
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http://www.engeplus.com.br/noticia/musica/2006/reggae-gospel-no-novo-cd-do-dread-zion

sexta-feira, fevereiro 21, 2020

AKUNDUM
























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Akundum era uma banda de reggae e outros ritmos do Rio de Janeiro formada por Arlindo da Paixão (voz, guitarra e teclados), Marcelo Pimenta (baixo), Deusete Maranhão (teclados), Gláucio Ayala (bateria), Ludmila (vocal) e os bailarinos Giovanna Albuquerque, Márcio Machado e Júnia de Moraes. Chegou ao sucesso com o hit "Emaconhada", primeira faixa do álbum Akundum de 1996..
Arlindo Carlos Silva da Paixão, também conhecido como Mongol, é um músico brasileiro. Além de cantor, compôs músicas como Agonia e Emaconhada, música que garantiu o Disco de Ouro em 1997 para a banda Akundum, da qual foi líder.  Foi parceiro musical do cantor Oswaldo Montenegro e do baterista Gláucio Ayala, que fez parte da banda Akundum.
Hits:'Emaconhada', 'Coroa de Rei', 'Eu Amo Você', 'Rosa de Hiroshima', 'Qualé?', 'Reggae da Polícia' e todas as outras músicas...
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Mongol_(cantor)

sábado, fevereiro 15, 2020

A MACONHA BRASILEIRA

















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Muito óbvio de que a maconha tem tudo há ver com a música reggae e faz parte do movimento, modo de vida Rastafari,também aqui no Brasil.
A ganja ,como é chamada na Índia e na Jamaica inspirou letras de vários artistas do reggae daqui como Ponto de Equilíbrio,Dom Luiz,e inclusive originou alguns nomes de grupos como Diamba,Kayamanaya,Kaya Reggae Band,Canamaré,Sine Calmon e Morrão Fumegante,Mato Seco,Sensimilla Dub,Donaleda,Yerba Santa,entre outros..
Entre alguns temas das músicas ''ganjaman'' :Ponto De Equilíbrio-''Santa Kaya'',Dada Yute-''Ganja Lips Wuman'',Walking Lions ''Plante'',Sine Calmon ''Sinta e Kaya'',Central Africana ''Erva Santa'',Dom Luiz ''Plante,Reggae e Reze''..
Algumas informações sobre a maconha no Brasil..
“Maconha brasileira abastece 40% do mercado nacional”
Smoke Buddies 22 julho, 2015
 Em entrevista a revista Carta Capital, o sociólogo e professor da UFJF, Paulo Cesar Fraga, conta sobre o chamado “Polígono da Maconha” – uma região nordestina composta por 13 cidades que plantam maconha para o crime organizado. Ao contrário do que se pensa, o problema também é nosso. O Brasil não é mais somente uma rota do tráfico internacional de narcóticos. Hoje, o País é o maior consumidor de drogas da América do Sul e também um dos maiores produtores, em parte graças às plantações no chamado “Polígono da Maconha”, na região sertaneja do Nordeste.  “Há um mito de que a maconha consumida no Brasil venha do Paraguai, de que não é um problema nosso”, afirma o sociólogo Paulo Cesar Fraga, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). “Na verdade, a agricultura familiar e tradicional do sertão nordestino já produz 40% da maconha consumida no País”, diz.  Formado por 13 cidades (Salgueiro, Floresta, Belém de São Francisco, Cabrobó, Orocó, Santa Maria da Boa Vista, Petrolina, Carnaubeira da Penha e Betânia, todas em Pernambuco, e Juazeiro, Curaçá, Glória e Paulo Afonso, na Bahia), o Polígono da Maconha surgiu graças a uma confluência de fatores, no topo das quais está o baixo investimento dos governos no desenvolvimento da região.  Para Fraga, o governo deveria rever sua política de repressão ao plantio, o que poderia ajudar no desenvolvimento dos municípios afetados pela produção e também os pequenos agricultores, que acabam submetidos às regras do crime organizado. Dados da Polícia Federal mostram que 1kg de maconha rende para um agricultor da erva cerca de 150 a 200 reais, enquanto que a maconha é vendida nas capitais entre 600 e mil reais.  Leia a entrevista:  CartaCapital: A maconha cultivada no Polígono da Maconha é responsável pelo abastecimento de qual fatia do mercado nacional?  Paulo Fraga: Há um mito de que a maconha consumida no Brasil venha do Paraguai, de que não é um problema nosso. No entanto, estima-se que a maconha do Vale do São Francisco abasteça cerca de 40% do mercado nacional, ficando restrita às capitais, às regiões metropolitanas e ao interior do Nordeste. A maior parte da maconha consumida no Brasil vem do Paraguai e abastece os principais mercados como Rio, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e as regiões metropolitanas e as cidades de médio e pequeno porte dos estados do Sul e Sudeste. O Brasil é considerado o quinto maior produtor de maconha das Américas, mas sua produção não consegue abastecer todo o mercado nacional. Somos grandes consumidores.  CC: É possível estimar os valores envolvidos nesta cadeia produtiva?  PF: Não arriscaria valores, pois não há fontes ou projeções muito seguras. O que se pode dizer é que houve época em que os recursos do plantio tinham muito impacto nas cidades locais. Isso mudou e hoje o impacto é menor. Apesar de não se ter uma política agrária consistente para a região, os programas sociais e ações de desenvolvimento nos últimos anos tiveram impactos mais relevantes.  A crise que se avizinha pode significar um quadro como o que víamos o final do anos 1990, em que a pobreza extrema era muito presente na região, a violência era alarmante e a migração da violência do tráfico migrava para outras criminalidades mais facilmente. No final dos anos 1990, das 10 cidades com maior taxa de homicídios no país, três ficavam na região do Polígono da Maconha.  CC: O que explica o plantio de maconha na região do Nordeste denominada Polígono da Maconha?   PF: A presença da maconha na região vem de longa data, mas o cultivo se intensifica com o surgimento de um mercado no País. Esse surgimento estava atrelado à contracultura nos anos 1970 e teve produção recorde a partir da década de 90. No entanto, a explicação para o plantio de maconha na região do Vale do São Francisco não está apenas relacionada a um fator histórico ou de um mercado consumidor.  O deslocamento de agricultores para a construção de hidrelétricas no rio e o crescimento do agronegócio também têm uma parcela significativa na explicação deste fenômeno. O agronegócio, ao mesmo tempo que criou rotas de escoamento, não foi uma alternativa viável de emprego para os trabalhadores rurais. Se somarmos a isso as péssimas condições para o desenvolvimento dos produtos agrícolas tradicionais, em uma região de seca e de baixíssimo investimento governamental, temos os elementos propícios para o crescimento dos plantios ilícitos de cannabis.  CC: O senhor disse que, além dos elementos econômicos e sociais, historicamente o cultivo de maconha sempre esteve presente nesta região. É isso mesmo?  PF: Há registros da presença de cannabis na região desde a segunda metade do Século XIX. O inglês Richard Burton, navegando pelo Rio São Francisco, identificou a planta e chamou a atenção para o fato de o clima e da vegetação serem propícios ao desenvolvimento de seu cultivo para ser usado comercialmente, na indústria têxtil.  Já nos anos 1930, Jarbas Pernambucano, estudioso de questões sociais envolvendo o uso da maconha, revela a presença de plantios para fins de abastecimento dos incipientes mercados de Salvador e Recife. Nos anos 1950, em seu livro O Homem do Vale do São Francisco, Donald Pierson descreve situações de uso coletivo da maconha e de plantio em, pelo menos, cinco localidades. Nesta mesma época, já há preocupação das autoridades brasileiras com a repressão do plantio nessa região.Maconha brasileira abastece 40% do mercado nacional O Polígono da Maconha compreende 13 cidades do sertão pernambucano e baiano. Mais ao norte, desponta outro polo produtor no Maranhão e Pará  CC: A repressão ao plantio de maconha ocorre desde os anos 80. Por que ela não foi capaz de acabar com essa prática?  PF: Não adianta reprimir sem dar maiores alternativas ao plantio ilícito. É preciso ações como um maior financiamento do pequeno produtor, apoio ao escoamento da produção, integrar as áreas produtivas com os mercados consumidores, amenizar o convívio com a seca e mudar a nossa política de repressão às drogas. Estamos no século XXI e não podemos mais utilizar a desculpa de que a seca é um flagelo. Nessa mesma região, o agronegócio prospera. O problema, com certeza, não é a falta de água.  CC: Há interesse de grupos familiares ou de políticos regionais em manter essa atividade, que é altamente lucrativa?  PF: Enquanto houver esses problemas de infraestrutura para a agricultura local, haverá o plantio de cannabis.  Mas é lamentável que o Brasil não reveja suas leis sobre a produção de cannabis e essa região não possa se transformar em um polo legal para fins medicinais do uso de cannabis, por exemplo, ou de produção têxtil e, mesmo, para fins recreativos. Sei que a questão não é simples, mas precisamos enfrentá-la.  Em um possível cenário em que a maconha seja liberada, esta região poderia ser aquela que teria o monopólio da produção, notadamente, no sistema de agricultura familiar. A maconha, então, traria melhores condições de vida para o sertanejo. Porque vamos ainda colocar trabalhadores rurais na cadeia ou na vida do crime? Quem ganha com isso? Com certeza, não é o pequeno agricultor. Quem mais se beneficia não é o pequeno agricultor, mas o atravessador e o “patrão”, como na agricultura tradicional.  CC: Qual é o perfil do trabalhador envolvido neste plantio?  PF: O trabalhador envolvido no plantio da cannabis não se diferencia do agricultor tradicional. São agricultores pobres, que não têm muitas condições de uma vida mais digna de consumo e bem estar fora do plantio ilícito. Muitos deles em uma época do ano plantam o produto tradicional como o algodão, o pimentão, o tomate e, em outra parte do ano, se envolvem no plantio de cannabis. Ou seja, utilizam o plantio de cannabis como forma de complementar sua renda. Outros se dedicam mais intensificadamente e estão mais atrelados à rede criminosa. Mas é importante frisar que a grande maioria dos agricultores locais não têm qualquer relação com o plantio de cannabis.  CC: O plantio envolve a família toda?  PF: Nos anos 1990 era mais comum ver jovens, adolescente e até criança no plantio. Os programas governamentais implementados nas últimas décadas tiveram um impacto positivo de expor menos esse público às condições de trabalho, na maioria das vezes, penosas. Hoje, quando se utiliza força de trabalho infanto-juvenil é mais na hora da colheita, pois ela precisa ser rápida para evitar roubos de outros grupos ou não ser apanhados pela polícia, que prefere agir na repressão no momento da colheita para aumentar o prejuízo. Muitos jovens, filhos e netos de agricultores atingidos pelas barragens do Rio São Francisco tiveram sua primeira experiência agrícola no plantio de cannabis. CC: É um plantio organizado em grandes propriedades ou em agricultura familiar?  PF: Não há latifúndio ou plantios em áreas muito extensas porque isso facilitaria bem mais as tarefas de identificação das polícias, principalmente a Polícia Federal, que hoje já faz um trabalho mais eficiente de identificação de plantios por imagem de satélites. Ademais, plantios muito extensos são de mais difícil organização, planejamento e controle.  CC: Então, como os trabalhadores se envolvem neste plantio?  PF: Os trabalhadores se envolvem, geralmente, de três formas. A primeira é como assalariado. Sendo contratado por um período, para plantar, cuidar e colher. Pode ser, também, no sistema de meeiro, quando cuida de uma porção de terra e depois divide o produto com quem chamam de “patrão”, uma pessoa que geralmente nem conhecem. A terceira forma é como agricultura familiar. Em qualquer um dos três modos, o pequeno agricultor envolvido não tem controle do preço final do produto e se insere de maneira subalterna, em um elo de produção e venda em que há mais atores. O agricultor é o elo mais frágil da cadeia e é quem mais sofre com a repressão porque está na ponta do processo e mais desprotegido.  CC: Em quais terras ocorre a produção de maconha?   PF: Devido ao fato da legislação brasileira prever terras para desapropriação para fins de reforma agrária em áreas onde forem encontrados plantios ilícitos, as plantações  se fazem, geralmente. em terras abandonadas, de proprietário desconhecido ou em áreas públicas, inclusive de preservação, como a caatinga. No entanto, com a intensificação das ações de erradicação dos plantios nos últimos anos, volta-se a utilizar plantios em pequenas propriedades, em quantidades de covas reduzidas, para evitar a identificação, e nas ilhas do Rio São Francisco.  CC: O plantio acontece o ano todo?  PF: Sim, é possível plantar o ano todo, pois não há muita variação e a cannabis é uma planta bem adaptada. O que se busca é variar o período para se evitar as ações de erradicação de plantio.  CC: Existe relação entre o uso de agrotóxicos nessas plantações e uma maior frequência das incursões da polícia nesta região?  PF: Agrotóxico, no sentido do defensor agrícola para evitar pragas, não. Mas, em relação a uso de produtos para acelerar a produção, sim. Historicamente o plantio de cannabis na região era feito sem a utilização de adubos químicos para evitar o aumento do preço de custo da produção. No entanto, o aumento da eficiência das ações de erradicação das polícias, prevendo ações em períodos de colheitas de quatro meses, levou à utilização de adubos químicos para acelerar o tempo da colheita. Hoje é possível ter ciclos de dois meses........
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https://www.smokebuddies.com.br/maconha-brasileira-abastece-40-do-mercado-nacional/

sexta-feira, fevereiro 07, 2020

PICÓ ROOTS
























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Picó Roots traz em suas canções a importância do amor e da natureza. Na Chapada Diamantina,Bahia, ele encontra inspiração e compõe músicas que encantam plateias. Sua música é conhecida pela simplicidade das ideias e por incentivar o público a pensar sobre suas atitudes perante a natureza e a vida.  Em um mundo onde concepções e valores se encontram a beira de um colapso, Picó Roots se esforça para expressar, através da música, mensagens que ajudem a achar um caminho de harmonia...
Reggae Roots direto do Vale do Capão, Chapada Diamantina, Bahia. Música pela natureza!
 Influências: Bob Marley, Burning Spear, Jacob Miller, The Gladiators, Culture, The Congos, Stephen Marley, CH, Rage Against The Machine, Jimmy Hendrix, Jimmy Page..
Sinta a natureza no novo clipe de Picó Roots! “Rios que correm” é uma declaração de amor para Deus e a natureza...
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https://www.facebook.com/pg/picorootsreggae/

sexta-feira, janeiro 31, 2020

CARNE SECA
























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Além do reggae, esse belo ritmo jamaicano ao qual dediquei minha vida, trabalho com lambada, salsa, cumbia, carimbó, cadence, etc. Hoje, parece estranho um DJ reunir tudo isso. Mas, quando o reggae chegou ao Brasil nos anos 70, era só mais um ritmo caribenho no meio de tantos outros, e tinha espaço pra tudo. Esse senhor da foto é o lendário "Carne Seca", discotecário e dono de vários sistemas de som. Reza a lenda que ele começou a fazer festas populares itinerantes - exatamente como os jamaicanos faziam - desde os anos 50, quando ainda tocava discos de cera (78 rotações.). Levava o seu "Sonzão" a vários lugares do Maranhão, incluindo cidades e localidades do interior, como nos festejos de santo. Começou tocando boleros e merengues, e, aos poucos foi incluindo outras novidades que chegavam do Caribe, em especial, via Guiana Francesa. José Ribamar Maurício da Costa, o Carne Seca foi dono de pelo menos três sistemas de som, o Sonzão do Carne Seca, Trovão Azul e Fera Musical. A partir dos anos 70 se rendeu a música reggae, que dali se popularizou no Maranhão, e logo, no Brasil, sendo um dos primeiros "radioleiros" a tocar música jamaicana no país. Assim como nos boleros, o público tinha o costume de dançar o reggae "a dois", o ritmo cadenciado e desacelerado ajudava, e até hoje se dança assim..
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Por DJ Canuto Lion
https://www.facebook.com/DjCanutoLion/

sexta-feira, janeiro 17, 2020

UNIFICATION ROOTS















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Unification Roots é uma banda de reggae de Curitiba,no Paraná..
Unification Roots toca  o autêntico reggae roots influenciado pelo mais puro reggae jamaicano.
Entre os seus membros está Marlon Siqueira,que já tocou a guitarra com a Tribo de Jah..
Em novembro de 2019 Unification Roots tocou no Curitiba Reggae Festival,abrindo para Adão Negro e Israel Vibration..
Membros da banda:
Dow Raiz - Vocais de Ligação
Robinson Chagas - Baixo
Jacko Bagatini - Keyboards
Reuel Gelo - Bateria
Fellipe da Luz - Guitarra
 Marlon Siqueira - Guitarra

domingo, novembro 17, 2019

LUIZA LEOA

















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Luiza Leoa é uma artista do reggae de Salvador Bahia..
 A grande voz de Luiza Leoa traz covers de Dezarie e outras músicas para vários shows de Reggae em Salvador..
Ela se apresentou  no festival Reggae Raízes e Cultura ,que une elementos da cultura Jamaicana e africana através da música..Luiza Leoa também esteve presente na 2 edição do evento Rasta Inna Di Yard..

segunda-feira, novembro 04, 2019

PEDRO ANGI
























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Mergulhado em boa música brasileira e rock internacional desde o berço, Pedro Angi aka ''Pedrada '' iniciou com o violão aos 11 anos, e aos 12 ganhou sua primeira guitarra. Aos 15 anos começou a se destacar nos luaus e rodas de violão. Nessa época também foi quando teve seu primeiro contato com o Reggae e a cultura Rastafari, que gradualmente foram me influenciando cada vez mais. Sob forte influência do som de Bob Marley, Pedro Angi iniciou a composição das suas primeiras canções aos 17 anos, e foi aos poucos encontrando na música um caminho para se comunicar diretamente ao coração das pessoas. Não demorou até encontrar algumas bandas para tocar: Canoazu, Jahmim e Jah I Ras. Em 2004 participou da criação da banda CULTIVO, à frente da qual gravou e mixou 2 CDs, 'Árvore Urbana' (2006) e 'Orgânico' (2008) sendo o segundo um álbum duplo. Com a Cultivo fizeram apresentações em mais de 50 cidades em 5 Estados Brasileiros (RS, SC, PR, SP e BA). Em 2009 gravou 2 CDs solo com canções que escapam ao estilo Reggae: 'AIE NAI' e 'Sample'. Em 2012 foi gravado o CD 'Pedrada Acústico', com estilo Bossa e MPB, em quarteto, que só veio a ser lançado no ano seguinte, ano em que se deu o fim da Cultivo. Nesse mesmo ano de 2013,Angi atuou na criação da banda de reggae Angatu, dando início à sequência de ensaios e gravação do primeiro CD intitulado 'A Vida Que Eu Sempre Quis', lançado em 2014. Em apenas 3 anos de existência Angatu já é reconhecida como uma das principais bandas do Sul do Brasil, tendo tocado nas principais cidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A banda também se apresentou na Espanha e fizeram apresentações acústicas em Portugal.

quarta-feira, outubro 16, 2019

LUCAS PLANT















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Com voz marcante, de timbre agudo e suave e autenticidade nas canções, Lucas Plant,de Florianópolis,Santa Catarina, une ritmos modernos e vai na raiz cultural de povos originários do Brasil, América e África, unindo sabedorias ancestrais em prol da música e da harmonia e bem viver provocados por ela.Lucas Plant tem como missão sonora e espiritual sintonizar a frequência de cada coração à sua missão de vida. Assim, a autenticidade das letras trazem a consciência de aproveitar a vida com contemplação e simplicidade, onde o amor e a música se unem como chaves de plenitude da alma, frequência sonora e espiritual da mistura do Reggae com Psicodelia, Groovee muito sentimento. Releituras de Pink Floyd, Bob Marley, Gilberto Gil e Tim Maia dão toques de Samba, Blues e Rock Psicodélico aos ritmos jamaicanos de Max Romeo, Clinton Fearon e The Skatalites. Assim, o show se torna marcante e inesquecível, onde o poder contido nas ondas sonoras vão provocando ecstasy e euforia através do Dub e Ska. Desde 2015, Lucas Plant se apresenta com banda e fazendo acústicos, começando sua carreira na Barra da Lagoa em Florianópolis (SC), onde reuniu mais de 4 mil pessoas a cada “Luau Reggae Barra da Lagoa”(2016-2018). Além de Floripa, já tocou pelo litoral de SC (Garopaba, Ferrugem, Praia do Rosa e São Francisco do Sul), com recente tour por São Paulo e união com a banda Levi Ras (SP), o fruto da parceria entre as bandas é o Single “Reggae Minha Vida”. que será lançado com videoclipe ainda esse ano. Em estúdio, Prepara um EP para ser lançado em Outubro com Pedro Angi (Cultivo) nos próximos meses, onde também está produzindo o novo álbum intitulado “No Groove da Vida”, com lançamento previsto para o começo do ano que vem. Enquanto isso, faz parcerias com bandas locais, de proporção regional e nacional. Com o primeiro Single  “Bom Guerreiro” lançado recentemente, promete videoclipes de novos singles para os próximos meses, como é o caso do Single “Naufragados”, música em homenagem à praia do extremo sul da Ilha da Magia, que tem lançamento previsto para dezembro no Coletânea Reggae Floripa 2020. Nos shows, Lucas Plant e Os 7 Chakras se apresentam com Teclado, Bateria, Baixo, Saxofone e Lucas Plant na Voz principal, Guitarra e Gaita de Boca, onde o público conecta os 7 Chakras ao momento presente atentos ao groove e à sincronicidade da vida. Siga nas redes sociais:
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sexta-feira, setembro 13, 2019

AREMBEPE
































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A vila hippie de Arembepe, na Bahia, também é uma praia paradisíaca e você verá nesse post que tem motivos de sobra para conhecer. Confira!  Confira dicas de Turismo na Bahia para todos os estilos de viagem .Um destino paradisíaco a menos de uma hora de Salvador. Essa é Arembepe, pequena vila do município de Camaçari que vem se tornando uma das queridinhas não só dos moradores da capital, que podem acessar facilmente em finais de semana e feriados, como também dos turistas que visitam a Bahia e logo descobrem os encantos do litoral norte do estado.  Com praias de tirar o fôlego, com direito a encontro do rio com o mar, e mais dunas, vegetação nativa e aquela sensação de tempo quase parando, fica difícil passar despercebida.  Com um certo ambiente e cultura hippies, literalmente é o paz e amor que impera no vilarejo – quem chega em um lugar desses não quer saber de nada além de relaxar e curtir a natureza.  Tudo foi popularizado na década de 1970 quando artistas famosos como Mick Jagger, Roman Polanski, Jack Nicholson e Janis Joplin descobriram esse paraíso. Além de ficar a menos de 50 km de Salvador, também está a apenas 30 km da badalada Praia do Forte, e por isso recebe muitos turistas que chegam e se vão diariamente.  Foto Praia de Arembepe, Bahia. A paradisíaca Praia de Arembepe, em Camaçari, na Bahia. Famosa pelo clima rústico e hippie. Com uma sede do Projeto Tamar, a possibilidade de observar a desova das tartarugas é mais um atrativo incrível de Arembepe. Se o mar cristalino cheio de piscinas naturais, com a paisagem emoldurada pelas dunas, rios, restingas e coqueiros não for suficiente para você, ainda tem isso.  Pode ter certeza que é uma viagem de férias inesquecível, para descansar bastante e recuperar as energias antes de voltar à rotina. Então descubra 8 motivos para conhecer essa maravilha do litoral baiano e nunca mais querer sair de lá. Praia paradisíaca -O grande destaque da vila é o seu litoral. Além da beleza estonteante graças ao ecossistema riquíssimo da região, a praia de Arembepe permite diversão a todos.  A faixa de areia é extensa e larga, ideal para crianças brincarem sem problemas. O mar tem recifes que formam piscinas naturais na maré baixa e garantem um mergulho perfeito em suas águas cristalinas e cheias de fauna marinha para apreciar.  Todo o cenário é paradisíaco, emoldurado por coqueirais, dunas, restingas, rios e muita natureza ao redor. Existem diversas praias próximas da principal do vilarejo, cada uma com suas características e motivos sem fim para visitar: Piruí, Jauá, Genipabu e Jacuípe são as mais procuradas. Para os esportistas, o oceano também tem partes com boas ondas, e os surfistas são sempre encontrados por lá.  Para se desconectar Com tanta natureza, uma biodiversidade incrível e um ecossistema tão diverso, há tudo para o turista. E dá para imaginar como é passar as férias em Arembepe.  O que importa por lá é se desconectar, ter contato máximo com o que o meio ambiente oferece e passar os dias curtindo o sol e o mar, relaxando sob a sombra dos coqueiros e apreciando esse paraíso. E ajuda bastante o fato do vilarejo ter bastante jeito de interior, com aquele clima que faz parecer que o tempo não passa nunca.  O centrinho ainda possui algum comércio, como lojas, bares e restaurantes, mas é mesmo na vila hippie que isso mais aparece: não há luz elétrica e a natureza se destaca com mais força. Quer mais?  A cerca de 10 minutos de carro do centro há um sítio que funciona como retiro natural e santuário de relaxamento, oferecendo sessões de relaxamento, terapias para bem-estar, oficinas criativas e outras opções. Tudo perfeito para voltar para casa de energia renovada. Aldeia Hippie-
 E por falar nisso, Arembepe abriga uma das comunidades hippies mais antigas e conhecidas de todo o Brasil. Então já dá para imaginar como é o clima por lá, não é?  A Aldeia Hippie de Arembepe foi o local que atraiu os astros do Rolling Stones, como Mick Jagger e Keith Richards, além da também rockeira Janis Joplin no passado.  Confira fotos da Aldeia Hippie de Arembepe aqui!  A cerca de 3 km do centro, fica entre as dunas no meio do Rio Capivara e o mar. Na década de 70 era point hippie e hoje já não tem a mesma força, mas ainda vivem por ali muitos deles – que fazem artesanato para vender e se contentam com o que a natureza oferece. Não há eletricidade e as casas são feitas de palha ou barro. Os visitantes são bem vindos para conhecer a cultural local e explorar as redondezas. Eles ainda possuem hospedagem para os turistas que desejarem uma ambientação ainda mais rústica e isolada nas férias.  Foto aldeia hippie em meio a vegetação em Arembepe, BA. A Aldeia Hippie de Arembepe é um reduto tranquilo e paradisíaco, ideal para passar uma temporada e se desconectar. Na Bahia!Pela hospitalidade dos moradores não é segredo que a Bahia é terra de um dos povos mais alegres, simpáticos e hospitaleiros não só do Brasil, como de todo o mundo. E em Arembepe isso fica ainda mais presente, já que os moradores da vila recebem com muito prazer todos os “forasteiros” que por lá chegam.  Começou assim com os hippies, e hoje a região é frequentada por surfistas, jovens e pessoas interessadas em ecoturismo no geral – além daqueles que querem apenas um pontinho reservado no mapa para descansar na viagem.  A praça principal do vilarejo recebe nos finais de semana um mercado aberto, ou uma espécie de feira onde os moradores vendem artesanato, comidas e mais. E é a oportunidade perfeita para interagir de maneira próxima com os locais para descobrir a simpatia de todos. Visitar o Projeto Tamar Um dos grandes destaques da região de Arembepe é a presença de uma sede do famoso Projeto Tamar. O que significa, é claro, que a praia é uma boa pedida para observar o incrível fenômeno da desova das tartarugas, que ali chegam para deixar ovos e voltam para o mar.  No prédio da instituição, há atrativos como tanques para receber os animais, áreas cercadas para proteger os ovos (com a presença de incubadoras para ajudar alguns a chocar) e outras atividades para pregar a educação ambiental e o conhecimento sobre a vida desses répteis.  Veja mais dicas do que fazer em Arembepe  -O centro também ajuda a preservar alguns deles que chegam em estado ruim e outras espécies ameaçadas. Também há um horário específico para acompanhar a alimentação das tartaruguinhas pela equipe local. Funciona todos os dias, e é um programa imperdível para qualquer turista, mas especialmente aqueles que estão com crianças. E a menos de 40 km para o norte fica outra sede do Tamar, na badalada Praia do Forte.  Você está conferindo 8 motivos para você conhecer Arembepe, na Bahia. Se está gostando das dicas, compartilhe no seu Facebook, ou tuíte, e convide os amigos!  Compartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter 6. Pelas piscinas naturais que se formam na maré baixa Como você já viu, a beleza da praia em Arembepe é daquelas de tirar o fôlego. São muitos os elementos que garantem uma paisagem encantadora no litoral da vila, e incluem as dunas, a vegetação nativa, os coqueiros e o encontro do rio com o mar.  Mas o maior destaque é mesmo a possibilidade de mergulhar em piscinas naturais que são formadas pelos recifes de coral da região. Com as águas cristalinas, não faltam peixinhos coloridos para observar mergulhando de snorkel – e a criançada adora a experiência.  Confira as 5 melhores Piscinas Naturais na Bahia  Para aproveitar ao máximo esse espetáculo da natureza, é preciso estar lá na maré baixa. E o ideal é consultar a tábua de marés no site da Marinha para ter certeza do melhor momento para a visita. Fique atento também às fases da lua: durante a cheia e a nova, a variação da maré é maior, e tudo fica mais perfeito. Na minguante e crescente, o mar varia menos e não é a mesma coisa.  Foto piscinas naturais da Praia de Arembepe, BA. A Praia de Arembepe, na maré baixa, forma deliciosas piscinas naturais devido aos recifes. Mergulho garantido!  Pela comida fresquinha e saudável É possível visitar a Bahia sem explorar bastante a culinária regional? Acarajé, vatapá, sarapatel e muito mais se fazem presentes em todo o estado, e lá em Arembepe dá para comer muito e bem.  Naturalmente, os pratos de frutos do mar, como moquecas e camarões, são o grande destaque. E com aquele oceano enorme na frente, é tudo sempre fresquinho.   Não há dificuldade alguma também em encontrar comidinhas baianas. Na comunidade hippie, dá para experimentar pratos mais naturais e saudáveis, já que se baseiam no que a natureza oferece.  Pode ter certeza que é uma viagem para comer bastante, e com muita qualidade – como em todo o litoral baiano.  Dicas das Praias de Arembepe aqui!   Pela alegria contagiante de ficar lá Não experiência igual a estar em uma praia quase deserta, com natureza variada e preservada, e localizada em um vilarejo com clima de interior.  O tempo não passa, não dá vontade de sair da areia e do mar cristalino com suas piscinas naturais. E qualquer um vai terminar as férias contagiado por esse ambiente encantador e delicioso.  É o cenário que costuma povoar os sonhos da maioria das pessoas quando pensa na hora de tirar uma folguinha da correria do dia a dia. Mar azul, areia branquinha, coqueiros e muita paz.  Lagos próximas às dunas, vegetação de restinga, tartarugas desovando. Tem de tudo que se pode esperar de melhor no litoral da Bahia!
 Definitivamente Arembepe é um destino mágico, com uma aura única e que só conhecendo para entender. E com a certeza de que não vai querer voltar para casa – ou vai querer muito retornar um dia.  Convencidos com esses 8 motivos para visitar Arembepe nas próximas férias?
Nem só música aconteceu a a República do Reggae em 2014. Mantendo a tradição dos últimos cinco anos, a 11ª edição do maior festival do gênero jamaicano na América Latina recebeu a Aldeia Hippie de Arembepe. O espaço contou com stands para comercialização e exposição dos produtos confeccionados na região. A República aconteceu no  dia 15 de novembro de 2014 a partir das 18 horas, no Wet’n Wild. Na Aldeia estavam disponíveis diversos itens que compõem a Feira de Artesanato em Arembepe e produzidos pelos próprios moradores do local, como brincos, pulseiras, colares, camisetas, quadros, entre muitos outros. As mercadorias foram vendidas a preços populares, assim como na região de origem...
Aliás Arembepe é o local de nascimento de algumas bandas do reggae baiano,além de um grupo com o nome Arembepe,formado pelo pioneiro do reggae baiano Chico Evangelista..
Cerca de 80 famílias vivem hoje na aldeia de Arembepe. São pessoas de todas as idades e de diversos lugares do mundo. O centro de artesanato é o ponto de encontro dos moradores locais, onde podem expor sua arte.  A aldeia é formada por cabanas rústicas, sendo a maioria construída de madeira e palha, sem grande preocupação com conforto. Arembepe, que pertence ao distrito de Camaçari, foi descoberta pelos alternativos na década de 70..
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