BLOG COM HISTÓRIAS,BIOGRAFIAS E FOTOS DOS MAIORES ARTISTAS DO REGGAE BRASILEIRO.. JAH BLESS
segunda-feira, março 26, 2018
CANOA QUEBRADA
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Canoa Quebrada é um dos destinos mais populares no Ceará, quando o assunto é praia. Misticismo e contato com a natureza não faltam. Muito procurada por hippies desde os anos 70, Canoa foi recentemente pavimentada e é uma boa opção para quem quer aproveitar um pouco do extenso litoral brasileiro com tranquilidade. Esse vilarejo do municipio de Aracati tem várias pousadas e bastante opções de restaurantes, atraindo cada vez mais pessoas. A praia, bem extensa, com água limpinha e agradável o ano todo, tem barracas para todos os gostos. Delas você pode observar o paredão de falésias multicoloridas, marca de Canoa Quebrada, que encantam quem vê de perto e deram origem à arte feita com areia que se espalhou pelo Brasil : a silicogravura. Concorrente direta de Jericoacoara, Canoa Quebrada ganha em alguns quesitos, como a estrutura. Se durante o dia a grande pedida é a praia, à noite, a estrela local é a Broadway. A rua de nome estrangeiro é onde tudo acontece : bares e restaurantes concentram-se ali, fazendo a alegria de turistas e locais. Quando estiver lá, não deixe de fazer os passeios de buggy pelas dunas e de ir até Ponta Grossa, com cores tão diversas nas falésias que é fica difícil acreditar. Aproveite também a praia, que, apesar de ser só uma, é bem grande, com bons ventos para kite e windsurf. A água é gostosa e, aproveitando a ótima estrutura das barracas, sua passagem por lá..
A Freedom Bar (essa construção que aparece na praia) é uma barraca mágica, onde amigos do mundo inteiro (principalmente de Canoa, redondezas e Fortaleza) se reúnem para curtir o verdadeiro reggae, de frente para o perfeito mar de Canoa Quebrada. Conhecida por seus famosos luais, é o local ideal para a purificação total da alma e o encontro completo com natureza se seus quatro elementos: Fogo, Terra, Água, Ar..
Costumam frequentar e as vezes se apresentar e gravar no Freedom Bar astros do reggae jamaicano como Cedric Myton do The Congos e R.Zee Jackson..
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https://guia.melhoresdestinos.com.br/canoa-quebrada-ceara-18-c.html
domingo, março 18, 2018
FYA LION BAND
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Formada em 2015 entre os municípios de Barueri e Jandira,São Paulo, através do Coletivo Martelo de Sião Sound System, a Original Fya Lion Band é o resultado da união de seis amigos, que vieram manifestar suas mensagens através da Música Reggae Riddim, manifestando a cultura Rastafari, misturando as linguagens: Inglês, Patoá Jamaicano e Português Brasileiro. A banda esta em processo de gravação do seu primeiro álbum, “Riddim Rider’s” ..
Nelton Pereira - Tecladista
Samuel de Souza - Baterista
Henrique Salomão - Guitarra Solo
Luiz Henrique - Guitarra Base
Raul Jiclie - Baixista
Fernando Avila - Vocalista
Alessandro Alberti - Áudio Visual e Produção..
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https://edplivebandsbrasil.edp.com/banda/fya-lion-band
quarta-feira, março 14, 2018
RAS KHADU
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Carlos Pereira (á direita na foto,de branco) aka Ras Khadu é o vocalista de ligação do grupo paulistana Jah I Ras..
Ras Khadu também desenvolve alguns projetos paralelos e eventualmente grava em carreira solo..
Temas:''Presente de Jah'',Raiz Profunda Feat Ras Kadú ''Jah Providenciará''..
Em Itapecerica da Serra, cidade da Grande São Paulo, fica a igreja Céu de Santa Maria de Sião, a primeira comunidade rastafári brasileira ligada ao Santo Daime. A idéia de fundar a igreja surgiu após o vocalista Ras Kadhu, 37, tomar o chá em 2003. "Eu tinha acabado de me tornar vegetariano e minha vontade era vomitar tudo o que tinha sobrado de ruim no meu organismo. Na época, conheci um jamaicano que me indicou o chá."
Após rezarem três pais-nossos e três ave-marias, 20 pessoas se aproximam de um galão com ayahuasca, o chá do Santo Daime. Vestem roupas brancas e azuis. Algumas usam dreadlocks. O ritual ocorre quinzenalmente em um sítio em Itapecerica da Serra, cidade da Grande São Paulo. É lá que fica a igreja Céu de Santa Maria de Sião, a primeira comunidade Rastafári brasileira ligada ao Santo Daime. Ela foi criada por integrantes da banda de reggae Jah I Ras, que diziam sofrer rejeição dos grupos dos quais participavam. "No Daime, as pessoas cortam os cabelos. Já a cultura rastafári recomenda o contrário, além do uso apenas de coisas naturais. É difícil explicar que o chá do Daime não tem álcool e é natural", diz o vocalista Ras Kadhu, 38. Kadhu diz que foi batizado na religião do Santo Daime pelo cartunista Glauco, morto a tiros em março de 2010. Glauco não viu a nova igreja, que começou a ser construída em 2012, mas, segundo Kadhu, incentivou o grupo a permanecer na religião. Hoje, dez pessoas vivem no local. Mas a intenção de Ras Bruno Muniz, 29, baixista que comprou a área de 10 mil m², é construir mais moradias....
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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/09/1678382-comunidade-mistura-reggae-e-ritual-do-santo-daime-em-sitio-na-grande-sp.shtml
quarta-feira, março 07, 2018
RUTERA
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O nome Rutera vem da palavra inglês roots, cujo significado é raízes, estilo de reggae que a banda,de Caxias do Sul - RS, toca. Com sua original essência nas letras e sempre inovando na parte instrumental, levam palavras de sabedoria e consciência às pessoas através de uma música que equilibra elementos dançantes e psicodélicos..
Roots montanhês diretamente das montanhas do sul do Brasil. Vocês estão preparados para Rutera Reggae?
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Membros da banda
SeeaRasta -
Oiram Seraos -
Gabriel Abreu -
Isma Dubens -
Mateus Mussatto
sexta-feira, março 02, 2018
SATTIVUS

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A banda independente Sattivus,de São Paulo,SP, conseguiu reunir muitas vertentes do Reggae no seu disco de trabalho intitulado “Queimando Padrões“, foram musicalizadas batidas como, Roots Reggae, Dub, Ska, Ragga, Rock Steady, Niyabinghi e etc. Um disco completo com mensagens fortes, de raízes fortes, que vale realizar um download gratuito no website oficial da banda Sattivus ..
Temas:Sattivus part. Pedro Angi - ''Inconsciência'',''Luz Da Alma'' part. João Catan,''Instrumento De Paz''part. Pedro Angi,Sattivus part. Jalani Horton e Boom Sess - ''Jus Joy'',Sattivus part. Igor Rolim e Monkey Jhayam - ''Look Into My Eye'',Sattivus part. Gois e João Catan - ''Amizade''....
Membros,participação:
Alessandro Dazzi
Caio Martins
Fernando Gelsi
Rafael Mitczuck
João Catan
Monkey Jhayam
Jalani Horton
Igor Rolim
Boom Sess
Burn Ras
Felipe Gois
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☛ www.sattivus.com.br
segunda-feira, fevereiro 19, 2018
MUSEU DO REGGAE ,MARANHÃO
--------------------------------------------------------------------------------------- O primeiro museu temático de reggae fora da Jamaica abriu suas portas dia 18 de Janeiro de 2018, no Centro Histórico de São Luís. A nova casa de cultura é a realização de um sonho antigo dos regueiros, através da iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur). O Museu do Reggae Maranhão tem como objetivo materializar as memórias do ritmo jamaicano que conquistou o Maranhão. Na inauguração houve um show que reuniu a história viva desse movimento. Cantores, radiola e DJs históricos se apresentaram no palco da Praça do Reggae, logradouro situado ao lado do Museu. Na programação houve a radiola FM Natty Naifson, como os DJs Neturbo, Ademar Danilo, Maestro Jaílder, Carlinhos Tijolada, Roberthanko e outros, além de shows com Célia Sampaio, Oberdan Oliveira (Nonato e Seu Conjunto), Tadeu de Obatalá ( Banda Guetos), Mano Borges e Celso Reis, Garcia (banda Reprise) e vários outros também. Após o descerramento da placa de inauguração, o público pode conhecer os cinco ambientes do Museu do Reggae Maranhão. Um dos ambientes é a sala dos Imortais, destinado aos grandes nomes do reggae maranhense que já morreram. Os outros quatro espaços homenageiam tradicionais clubes de reggae da cidade: Clube Pop Som , Clube Toque de Amor, Clube União do BF e Clube Espaço Aberto. O ambiente conta com relíquias do reggae, como é o caso de uma guitarra da banda maranhense Tribo de Jah, instrumento que acompanhou a banda por mais de 20 países e fez parte da história do grupo, além de ter sido usada nas primeiras gravações de suas canções e em grandes shows nacionais e internacionais. Outra jóia que pode ser encontrada no Museu do Reggae Maranhão, é a radiola “Voz de Ouro Canarinho”, do saudoso Edmilson Tomé da Costa conhecido como ''Serralheiro'', um dos pioneiros do reggae no Maranhão, e disseminador do gênero musical nos anos de 1970. O público visitante poderá ter contato com discos raros, vídeos e fotos históricas, moda Reggae ao longo do tempo, além de depoimentos gravados com personagens da cena reggae, livros, artigos, teses e dissertações compõem o acervo imaterial e digitalizado do museu. O Museu do Reggae Maranhão permitirá que seus frequentadores sejam transportados para uma festa em um clube de reggae em um de seus ambientes, além de despertar a paixão pelo ritmo que denomina São Luís como a Jamaica brasileira, já que a cidade é considerada o maior polo de cultura reggae fora da Jamaica...
Endereço-
Na Rua da Estrela, Centro Histórico de São Luís.
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http://www.ma.gov.br/agenciadenoticias/sala-de-imprensa/museu-do-reggae-sera-inaugurado-nesta-quinta-feira-18-no-centro-historico-de-sao-luis
domingo, fevereiro 18, 2018
VOZ DE OURO CANARINHO
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Edmilson Tomé da Costa, o Serralheiro , nome artístico herdado de sua antiga profissão, será? , é um dos pioneiros na introdução do gênero jamaicano em festas em São Luís,Maranhão “Serralheiro, Natty Nayfson e Ribamar Macedo”, declarou...
O dono da mítica Voz de Ouro Canarinho ,nome de uma de suas radiolas ,Serralheiro era um colecionador inveterado, mas gostava de exclusividade: reza a lenda que ao comprar um disco, raspava os que ficassem nas lojas para que ninguém mais tivesse as músicas que tinha. Não repetia música em suas discotecagens. Uma que mereceu destaque foi sua aparição na Virada Cultural paulista, em 2011 ..
Serralheiro faleceu em 29 fr março dev 2017, aos 70 anos, em consequência de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido anteriormente.Serralheiro estava internado no Hospital Carlos Macieira. Que esteja com Jah! Como, aliás, sempre esteve!
Serralheiro e sua inseparável Voz de Ouro Canarinho, uma das mais antigas radiolas de reggae do Maranhão ,hoje está no Museu Do Reggae em São Luís..
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http://oimparcialblog.com.br/zemaribeiro/tag/voz-de-ouro-canarinho/
http://jornalpequeno.blog.br/wellingtonrabello/2017/03/29/luto-no-reggae-morre-o-eterno-rei-serralheiro/
Marcadores:
São Luís,
Serralheiro,
Voz de Ouro Canarinho
domingo, janeiro 07, 2018
LEÕES DE ISRAEL -''Palavra Viva''-2005
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O grupo paulistano Leões de Israel iniciou sua trajetória no ano de 2000. De lá para cá são várias vitórias, como a apresentação no Rebel Salute Festival, na Jamaica (sendo a única banda brasileira de reggae convidada), além de dividir o palco com nomes como Burning Spear, Third World e Inner Circle. Seu primeiro álbum de estúdio, ''Palavra Viva'', foi gravado entre 2004 e 2005 e traz forte influência do reggae jamaicano. Ele vendeu mais de 5 mil cópias em apenas três meses, número esse que ultrapassou a casa dos 30 mil. Hoje é considerado um disco difícil de achar...
''Palavra Viva'' ainda contava com os vocais de Solano Jacob e os backing vocais de Dada Yute,além de Fox Ahmad (Apresentador+vocal), Edú Sattajah (Baixo+Vocal de apoio), Thales Lion Farmer (Guitarra), Rafael Senegal (Teclado) e Mauricio "Bug Monkey" Dias (Bateria)...
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https://produto.mercadolivre.com.br/
Tracklist
01. Palavra Viva (Prelúdio)
02. Me Gwaan
03. Ouça a Profecia
04. Jah Jah Children
05. Secou a Fonte
06. Greedy Monkey (Getty Getty)
07. Filhos Rebeldes
08. Carnal Mind ( It's not easy)
09. Ímpio
10. Sofrimento Útil
11. Treading Around the Land
12. In This Time
terça-feira, dezembro 26, 2017
PONTO DE EQUILÍBRIO-''Dia Após Dia Lutando''-2010
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''Dia Após Dia Lutando'' é o terceiro álbum da banda de reggae carioca Ponto de Equilíbrio, e foi lançado em 2010.
Na minha opinião o álbum mais brilhante do grupo..
Nascida em 1999, em Vila Isabel,Rio De Janeiro, a banda Ponto de Equilíbrio surgiu do encontro de oito músicos. Ponto de Equilíbrio se tornou uma das principais bandas de reggae do Brasil. A banda iniciou tocando para um público jovem em praias e bares do Rio de Janeiro, mais tarde iniciou sua trajetória de apresentações pelo Brasil, sendo em São Paulo onde ganhou grande público. As letras, compostas pelos próprios integrantes, transmitem mensagens de igualdade, amor e justiça, de acordo com a filosofia rasta. O som conta com influências de dub e samba e de alguns ritmos regionais como a capoeira de Angola, o maculelê e o maracatu.
O álbum ''Dia Após Dia Lutando'' contou com participação especial do grupo jamaicano The Congos em ''Novo Dia'' da lenda do reggae Don Carlos (ex Black Uhuru) em ''Stay Alive'' e o super hit do Ponto de Equilíbrio ''Erva Santa''..
Marcelo D2 também participou em Malandragem às avessas (A Resposta do Poeta) e Jorge du Peixe em ''Reggae de Terreiro''..
Destaques também para a excelente Odisséia na Babilônia,Vila Isabel (Zona Norte) ,África,Calor,Hipócritas,Música de Jah,O Que Eu Vejo..
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_ap%C3%B3s_dia_Lutando
Todas as faixas por Ponto de Equilíbrio.
- Odisséia na Babilônia - 4:35 - André Sampaio
- Novo Dia (feat The Congos) - 6:13 - Lucas Kastrup
- Hipócritas - 4:08
- Vila Isabel (Zona Norte) - 4:28
- Música de Jah - 6:15
- Malandragem às avessas (A Resposta do Poeta) (feat Marcelo D2) - 5:03
- Stay Alive (feat Don Carlos) - 4:21
- O Que Eu Vejo - 6:16
- Santa Kaya - 5:51
- Reggae de Terreiro (feat Jorge du Peixe) - 5:07
- Calor - 4:21
- África 2 - 7:00
quarta-feira, dezembro 06, 2017
AYARDA
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Em 2014 a banda Ayarda,de Porto Alegre,Rio Grande Do Sul, iniciou seu caminho na estrada do Reggae tocando alguns clássicos do estilo jamaicano. Atualmente mesclam sua apresentação com covers e músicas próprias, que foram criadas através de diversas influências: Bob Marley, The Wailers, Peter Tosh, The Congos, Israel Vibration, Gregory Isaacs, Jacob Miller, Steel Pulse, Burning Spear, entre outros...
Membros da banda
• Cássio Nascimento (voz)
• Feijão (backing vocal)
• Dany Boy (guitarra e voz)
• Jonas Santos (guitarra e voz)
• Duca (contrabaixo)
• Matheus (teclados/escaleta)
• Léo (bateria)
• Josué (percussão)
• JC (trompete/sax)
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http://www.ayarda.com.br/
quarta-feira, novembro 15, 2017
TRIBO DE JAH- ''Ruínas da Babilônia'' -1996
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Ruínas da Babilônia é o segundo álbum da banda brasileira de reggae, Tribo de Jah. O excelente álbum do grupo foi lançado em 1996 pela gravadora Indie Records.Todas as faixas foram escritas por Fauzi Beydoun.
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Ficha Técnica-Direção Artística: Liber Gadelha- Produção: Liber Gadelha, Fauzi Beydoun e Tribo de Jah Arranjos: Tribo de Jah Músicos-Fauzi Beydoun - guitarra e vocal- Zé Orlando - voz e backing vocais- Achiles Rabelo - contrabaixo e vocais- João Rodrigues - bateria- Neto - guitarra Frazão - teclados e vocais- Flávio Guimarães - gaita em "Guerrilhas Mentais" -Nonato Silva - sanfona- Tarcisio Sardinha - viola nordestina, Fluge Horn , trompete. Zé Carlos - sax tenor e flauta .Roberto - trombone .
Gravação- Fortaleza:Gravado no estúdio Próaudio. Técnicos: Amilton Silva, Jeovar Maia e Luiz Vagner Rio de Janeiro: Gravado no estúdio Nas Nuvens. Técnico: Victor Farias Mixagem: Victor Farias (Nas Nuvens) .Todas as músicas foram editadas pela Paes and Filhos. Capa e encarte- Foto Capa: Nana Moraes. Foto Interna Cor: Geraldo Carvalho. Foto Fundo Estojo: Crhistian Knepper 3D em areia: Rosane Chonchol e Alcides Jr. Direção de Arte: Stela Nascimento..
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TRACKLIST
01-Ruínas da Babilônia - 4:08
02-Oh Jah, Oh Jah! - 4:44
03- Morena Raiz - 4:33
04-Inna Maranhão Style (Costa Norte) - 5:00
05-Guerrilhas Mentais - 5:06
06-It A Go Dread - 5:14
07-World In A Transition - 4:31
08-Battle For Another Life - 2:44
09-Canção Nordestina - 4:43
10-Irie Dub Feeling - 5:04
11-Little, Little Bit - 4:48
12-Great Mr. Blackman - 4:36
13-Não Basta Ser Rasta - 5:39
14-Breve Sopro no Ar - 4:35
domingo, novembro 12, 2017
CIDADE NEGRA -''Lute para Viver''-1991
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Lute para Viver é o primeiro álbum da banda carioca Cidade Negra, álbum este que popularizou o reggae no país. Nessa época o grupo ainda era formado por Da Gama nas guitarras, Bino Farias no baixo, Lazão na bateria e Ras Bernardo nos vocais (que futuramente cederia seu lugar a Toni Garrido). Neste álbum as letras são politizadas, maduras, contendo denuncias sociais e falando também sobre a vida e seus ensinamentos, mantendo sempre a leveza de canções calmas. Entre as canções, podemos destacar "Mensagem" com a participação de Jimmy Cliff; e "Falar a Verdade" que foi a canção de trabalho do álbum e o primeiro vídeo musical de reggae genuinamente brasileiro a passar nas telas da MTV Brasil, sucesso em todas as paradas do Brasil em 1991. ..
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Lute_para_Viver
Lista de faixas
Título
1. "Lute Para Viver"
2. "Mensagem"
3. "Não Capazes"
4. "Falar a Verdade"
5. "Nada Mudou"
6. "Gafanhoto"
7. "Assassinatureza"
8. "Nos Jardins desta Nação"
9. "Mamãe Sangra"
Cidade Negra- Ras Bernardo - vocal- Da Gama - guitarra- Bino Farias - baixo- Jimmy Cliff - voz em "Mensagem" -Fabio Fonseca - samples e efeitos especiais- Ricardo Barreto - guitarra Lazão - bateria.
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| Lute para Viver | |
|---|---|
| Álbum de estúdio de Cidade Negra | |
| Gravação | 1991 |
| Gênero(s) | Reggae |
| Gravadora(s) | Epic Records |
| Produção | Nelson Meirelles |
quinta-feira, novembro 09, 2017
SERRALHEIRO (TRIBUTO)
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Não pergunte a um fã de reggae de São Luís do Maranhão se está tudo bem. A cidade, que ficou conhecida como a Jamaica Brasileira, perdeu em 29 de março de 2017 um de seus embaixadores mais eloquentes, Edmilson Tomé da Costa, nome de registro do “magnata” mais antigo e em atividade no mundo do reggae maranhense. Conhecido popularmente como DJ Serralheiro, o “Carrasco do Reggae” tocou e embalou as noites de muitos com as “pedras” mais preciosas do seu vasto repertório. Serralheiro faleceu aos 70 anos, vítima de um AVC. Nos últimos meses, porém, ele mantinha normalmente suas atividades como DJ e dizia a quem perguntasse: “quero morrer tocando”..
Serralheiro, o Carrasco do Reggae, recebe uma homenagem em São Luis do Maranhão. Ele começou na década de 70 fazendo participações como DJ em festas e encontros em São Luis (MA), onde tocava de tudo. Logo que teve contato com o reggae, apaixonou-se e não teve mais volta. Uniu-se a outros poucos DJs e instauraram a partir de então o processo de formação do que conhecemos hoje, um cenário que justifica e muito a cidade ter ganho o apelido de Jamaica Brasileira. Pesquisador destemido, Serralheiro viajou pelo mundo colecionando também passaportes, pois só para a Kingston na Jamaica foi 17 vezes. Para Londres, mais de 26, sempre em busca de raridades em vinil, que compunham o seu acervo que um dia passou dos 5.000 discos. Nos últimos tempos, com apenas 500 exemplares, com os quais planejava sua sequência (set), gostava de tocar as clássicas do roots, incluindo Bob Marley, Jimmy Cliff, Gregory Isaacs ,entre outros. Profissional dedicado e altamente comprometido, Serralheiro primava por exclusividade, acumulando assim muitas histórias de domínio público, que demonstravam como era sua relação de amor com o reggae e com a profissão. A criação de vinhetas e locuções simultâneas às canções foram artifícios usados por ele para evitar a gravação das faixas ,e posterior utilização por “oportunistas”. Uma vida de serviços prestados ao som de Jah. O avanço tecnológico e mudanças do mercado fonográfico transformaram o cenário mundial, refletindo inevitavelmente na cena local. A facilidade de acesso à informação, o transporte de arquivos digitais, e o armazenamento em dispositivos cada vez mais práticos, desconstruíram muito da cena de reggae local. Mesmo assim, o seu trabalho continuou sendo respeitado, levando-o a participar de grandes eventos no Brasil e no mundo, como a Virada Cultural em São Paulo, em 2011, quando tocou para mais de 20 mil pessoas . Conhecido por muitos e admirado pela galera do reggae na ilha, Serralheiro recebeu uma série de homenagens no rádio e na TV, bem como nos clubes de reggae, e até em festas exclusivas de algumas radiolas concorrentes, para demonstrar o quanto seu trabalho era respeitado. DJ, empresário, colecionador e dono da radiola Voz de Ouro Canarinho, esse grande pioneiro deve ser lembrado sempre que se pesquise a história do reggae no Maranhão. Seu legado ficará marcado, e a sua partida, tida como uma das maiores perdas dos últimos tempos..
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https://musicnonstop.uol.com.br/dj-serralheiro-um-dos-nomes-mais-importantes-do-reggae-no-brasil-morreu-aos-xx-anos-fazendo-o-que-mais-amava/
sexta-feira, outubro 27, 2017
GILBERTO GIL-Kaya N'gan Daya -2002
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Kaya N'gan Daya é o quadragésimo sexto álbum do cantor e compositor Brasileiro Gilberto Gil, lançado em 2002. Kaya N'gan Daya apresenta 16 faixas, que são regravações ou versões de Bob Marley, fora a faixa inédita "Table Tennis Table", que Gil compôs na Jamaica. O disco foi gravado no Rio de Janeiro e nos aclamados estúdios Tuff Gong na Jamaica,com a presença de algumas lendas jamaicanas como Sly and Robbie,Errol Brown e The I-Three..O lançamento ganhou um certificado de ouro segundo a ABPD, conseguindo vender mais de 150 mil cópias em 2002...
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Kaya_N%27Gan_Daya
Faixas
- Buffalo Soldier
- One Drop
- Waiting In Vain
- Table Tennis Table
- Three Little Birds
- Não Chore Mais ( No Woman , No Cry)
- Positive Vibration
- Could You Be Loved
- Kaya N'Gan Daya ( Kaya )
- Rebel Music ( 3 O'Clock Road Block)
- Them Belly Full ( But We Hungry)
- Tempo Só ( Time Will Tell)
- Easy Skankin
- Turn Your Lights Down Low
- Eleve-se Alto Ao Céu ( Lively Up Yourself )
- Lick Samba
| Kaya N'Gan Daya | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de Gilberto Gil | |||||||
| Lançamento | 2002 | ||||||
| Gravação | 2002 | ||||||
| Gênero(s) | |||||||
| Gravadora(s) | Warner Music | ||||||
| Cronologia de Gilberto Gil | |||||||
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quarta-feira, outubro 25, 2017
ETIÓPICOS
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A banda Etiópicos teve início em 2015 na Zona Leste de São Paulo, com base no trabalho do músico e compositor Kiuadadaua Kiu desde 2009. Em 2016 finalizava seu EP solo, nascendo assim o single ''Um Começo Dinovo'' que tem como base a história dessa unificação, do músico Kiuadadaua e Banda, para Etiópicos, onde a banda teve uma participação maior; iniciando assim os seus trabalhos, de onde nasceu o vídeo clipe intitulado ''Pela Manhã''. A referência musical do grupo vem do reggae roots com o fundamento Rastafari Nyahbinghi. A palavra ETIÓPICO vem da unificação de antigos idiomas e dialetos (também chamado de Ge'ez até os dias de hoje ), que posteriormente tornou-se a língua oficial da corte Imperial da Etiópia, simbolizando assim para os músicos a própria cultura Rastafari, a nova era, os novos homens antigos. É como eles dizem no single ''Um Começo Dinovo'': “Não tenha medo do novo”...
Membros da banda
Kiuadadaua - Vocal
Fyamoon - Bateria e back vocal
Ras Fábio Simões - Guitarra
Ras Morador - Baixo
Bidiztone - Teclado
Ras Bira Congo - Percussão
Thiaguinho Rasta Children - Percussão
quinta-feira, outubro 12, 2017
REPÚBLICA ZION
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A Banda "República Zion" surgiu na cidade de São Paulo no ano de 2004, com a missão de emanar através da música um "maior" sentido em viver em harmonia com o planeta, a luta pelos nossos direitos; o respeito ao próximo e a si mesmo, a preservação da natureza, o não se deixar colocar à margem do sistema...
Formada por: Sônia Abayomi ( Dona de uma voz hibrida e singular) Gui Drums ( Bateria ) Jô Singer ( Vocal )
Eles lançaram um álbum chamado "Mãe Natureza",com participação especial da lenda do reggae jamaicano Cedric Myton do The Congos em ''Etiópia'' e R. Zee Jackson em ''My Princess''..
Outros temas:Zion ,Message , Multidão , Pra Te Ver, Mãe Natureza ,Give Praises,Anti Horário e Jamais Será Vencido...
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sexta-feira, outubro 06, 2017
GILBERTO GIL
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Gilberto Passos Gil Moreira, GCIH (Salvador, 26 de junho de 1942), é um músico brasileiro, conhecido por sua inovação musical e por ser vencedor de prêmios Grammys, Grammy Latino, galardeado pelo governo francês com a Ordem Nacional do Mérito (1997). Em 1999, foi nomeado "Artista pela Paz", pela UNESCO.Gil foi também embaixador da ONU para agricultura e alimentação e Ministro da Cultura do Brasil (2003–2008). Em mais de cinquenta álbuns lançados, ele incorpora a gama eclética de suas influências, incluindo rock, gêneros tipicamente brasileiros, música africana e reggae, por exemplo
..Gilberto Gil nasceu em 26 de junho de 1942, em Salvador, Bahia. É o primogênito de José Gil Moreira, médico formado pela Universidade da Bahia, e de Claudina Passos Gil Moreira, professora primária. No início da década de 1940, a família residia no Tororó, um bairro modesto de Salvador. Devido a dificuldades em trabalhar, o Dr. José Moreira decidiu mudar-se com a esposa para a cidade de Ituaçu. Posteriormente, o casal saiu de Ituaçu, no interior do estado da Bahia, voltando a Salvador, para que a criança nascesse na capital. Três semanas após o nascimento, a família retornou a Ituaçu, onde Gil passou toda a sua infância. Em agosto de 1943, nasce sua irmã, Gildina Passos Gil Moreira. Tanto Gilberto quanto Gildina foram alfabetizados pela tia-avó Lídia, professora aposentada da tradicional Escola Marquês de Abrantes e mãe de criação do pai de Gilberto. Enquanto a avó preparava as refeições da família, Gil e sua irmã faziam as tarefas. Gil lembra que o "professor mais paradigmático da minha vida, sem dúvida, foi a minha avó. Foi ela, lá em casa, quem me apresentou ao mundo dos livros, do conhecimento, das histórias, o mundo de Monteiro Lobato".Em janeiro e fevereiro de 1977, Gil foi a Lagos, na Nigéria, para participar, ao lado de Caetano, do II Festival Mundial de Arte e Cultura Negra. A partir de então, passou a trabalhar a temática afro em suas canções. O cantor ficou cerca de um mês no País, tempo que serviria de base para o próximo álbum. Ao voltar ao Brasil, deu-se início a produção desse, e "Sítio do Picapau Amarelo", primeira canção de trabalho do álbum foi lançada em março, mês em que Gil começou a gravar o novo material. Após isso, o cantor realizou uma apresentação polêmica para estudantes de um colégio de São Paulo; os estudantes cobraram do artista uma posição política de esquerda, condizente com a deles, e acabaram vaiando Gil. Em maio, Refavela foi lançado e a primeira fase da turnê do álbum começou no segundo semestre. Em outubro, Gil juntou-se a Rita Lee e deu início a uma série de apresentações conhecidas como "Refestança". Essa foi gravada e lançada pela Som Livre com o mesmo nome. No ano seguinte, o contrato com a Philips terminou, mas, antes disso, o cantor gravou seis faixas para um álbum de Samba de breque, completado por gravações antigas de Germano Mathias. Esse projeto foi lançado em maio com o título de Antologia do Samba-Choro. Em 1978, Gil foi convidado a participar do Festival Internacional de Jazz de Montreux, na Suíça, celebrado em 14 de julho. Foi o primeiro brasileiro a se apresentar no festival, e esteve ao lado de A Cor do Som e Silvinho. Essa apresentação foi gravada e lançada pela Warner Music e suas afiliadas em agosto do mesmo ano. Antes disso, o cantor iniciou uma pequena turnê durante o verão europeu, e posteriormente, mudou-se para os Estados Unidos com a família, morando em Los Angeles e trabalhando no material para um novo álbum, exclusivo para o mercado estrangeiro, sob a produção de Sérgio Mendes. Foi no ano seguinte, precisamente em março e maio, que ele começou uma turnê por várias cidades estadunidenses, principalmente em teatros universitários, para promover seu novo álbum, Nightingale. Gil tornou-se o primeiro negro a integrar o Conselho de Cultura do Estado da Bahia - do qual Maria Bethânia também participou -, isso aconteceu em julho. "Não Chore Mais (No Woman, No Cry)" foi lançado em maio, e virou um grande hit da carreira do cantor, vendendo cerca de 750 mil cópias. Essa canção anunciou o novo projeto que começa a ser gravado nos Estados Unidos e que foi lançado em agosto. Realce, teve turnê com cinquenta e uma apresentações, em trinta cidades brasileiras e, ao lado do jamaicano Jimmy Cliff, apresentaram-se em ginásios e estádios de cinco capitais brasileiras, chegando a gravar um especial transmitido pela Rede Globo. Ainda em 1980, Gil foi eleito vereador em sua cidade natal, Salvador. Além disso, o artista passou a assumir outros cargos administrativos na área cultural, passando a realizar constantes viagens à África Ocidental.
Em 1984, Cacá Diegues dirigiu uma produção cinematográfica franco-brasileira intitulada Quilombo, baseado nos livros Ganga Zumba, de João Felício dos Santos, e Palmares, de Décio de Freitas. Gilberto Gil foi convidado a produzir na trilha sonora do filme, e no mesmo ano o álbum com as canções do filme foi lançada em outubro, na Europa, pela Warner. Neste meio tempo, Gil apresentou-se pela Europa e Estados Unidos, em junho e julho, e, após apresentações em Israel, voltou ao Brasil para produzir mais um álbum, Raça Humana. Com exceção da canção "Vamos Fugir", que foi gravada na Jamaica e contou com a participação do grupo The Wailers e a versão em inglês da faixa foi lançada como single na Europa, o álbum foi produzido no estúdio Nas Nuvens, inaugurado por Gil e Liminha, localizado no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro...
Durante o carnaval de 2001, Gil esteve presente em seu trio elétrico, o Expresso 2222, e em seu camarote. No mês seguinte, o artista voltou a se apresentar, promovendo o álbum lançado por ele e Nascimento. Em abril, o artista começou a gravar material para um álbum especial para as festas dos santos populares. São João Vivo, foi lançado em maio, pela Warner Music, e rendeu ao artista um disco de ouro, no Brasil. Embalado por esse novo trabalho, em junho o cantor realizou o espetáculo "Arraial de Gilberto Gil", no aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, que marcou o início das filmagens do documentário Viva São João!, de Andrucha Waddington, lançado no ano seguinte em 14 de junho - nos cinemas. Antes disso, Gil fez uma apresentação com o pianista japonês Ryuichi Sakamoto e o Quarteto Jobim-Morelenbaum, no Teatro Alfa, em São Paulo. Após isso, iniciou uma turnê pela Europa, e foi à Jamaica, em novembro, para gravar um novo álbum, Kaya N'Gan Daya,com versões de Bob Marley,e usou alguns membros dos Wailers e outros músicos jamaicanos.....
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Gilberto_Gil
| Gilberto Gil | |
|---|---|
| Gilberto Gil | |
| Ministro da Cultura do Brasil | |
| Período | 1 de janeiro de 2003 até 30 de julho de 2008 |
| Presidente | Luiz Inácio Lula da Silva |
| Antecessor(a) | Francisco Weffort |
| Sucessor(a) | Juca Ferreira |
| Vereador de Salvador | |
| Período | 1 de janeiro de 1989 até 1 de janeiro de 1993 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 26 de junho de 1942 (75 anos) Salvador, BA |
| Partido | PMDB (1988–1990) PV (1990–presente) |
| Profissão | Músico e político |
| Assinatura | |
sexta-feira, setembro 29, 2017
MOSIAH ROOTS
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Fundada em 1998, a banda baiana Mosiah Roots foi formada por seis amigos que têm o objetivo de se expressar através do reggae. Nascido e criado em Salvador,o grupo começou a buscar sua própria raiz, misturando o ritmo jamaicano à música baiana, atingindo assim, um numero cada vez maior de pessoas. A estrada, a convivência, os erros e acertos foram lapidando e selando a união entre os integrantes, promovendo seu crescimento. Em 2002 lançaram seu primeiro disco, Mosiah Roots Ao vivo, uma produção independente, que obteve excelente repercussão, chegando a ser líder em vendas em algumas lojas da capital baiana durante meses. Depois dessa época somente CDs demo com novas composições foram lançados. Desde a sua estréia, Mosiah Roots atingiu boa projeção, tocado em eventos junto com bandas como Charlie Brown Jr., Natiruts, Planet Hemp, Ira, Paralamas do Sucesso, O Rappa, Inner Cicle, Yelowman, Cidade Negra, entre outras. Por ser um dos grupos mais aclamados do cenário musical alternativo e independente de Salvador, já participou de quatro edições do Festival de Verão. Em turnê realizada durante um mês pelo sul do país, Mosiah Roots ou simplesmente ''Mosiah'' deixou fãs em Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e outras cidades do interior catarinense. Para 2007, a banda prometeu um novo disco com novas músicas e o lançamento do seu primeiro vídeo clipe. ..
Formação:
Luciano - Guitarra / Voz
Marcos Alexandre - Bateria
Paulinho de Jesus - Teclado
Daniel Guimarães - Baixo
Marcio Phill - Percussão
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosiah_Roots
domingo, setembro 24, 2017
RICARDO LUZ
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Ricardo Luz é um renomado cantor do reggae maranhense,e seu estilo é o lovers rock,ou seja,o reggae romântico..
Ricardo Luz,que nasceu em Cururupu,Maranhão ,e reside na capital São Luís,canta ótimos temas,tanto em português como em inglês, como ''Sou Refém'',''Lan House'','''Regueiro Da Paz'','Leilão'',''Gardênia'',''Maristela'',''Your Lips'',''Pricila'',''Norminha'',''Hino Do Reggae'',e várias outras..
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https://www.palcomp3.com/RICARDOLUZ/
quinta-feira, setembro 21, 2017
BAR DO NELSON-Reggae Roots (São Luís do Maranhão)
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Bar Do Nelson-Reggae Roots,é um bar especializado em Reggae localizado em São Luís,Maranhão..
Endereço:Avenida Litorânea,135,Calhau, São Luís,Maranhão,CEP:65075-380..(ao lado da pizzaria Maggiorasca)
Energia positivas,boas vibes e um excelente repertório de reggae você vai encontrar no Bar Do Nelson..
O reggae toca bonito no Bar do Nelson, Centro histórico. DJ Waldiney ,Wagner Roots e Darlly Matos comandam a programação e sempre contam com a participação de convidados especiais...
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Créditos da Fonte:
http://kamaleao.com/saoluis/511/bar-do-nelson#ixzz4tAjIRZ3
terça-feira, setembro 19, 2017
FREEDOM BAR em CANOA QUEBRADA

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A Freedom Bar é uma barraca mágica, onde amigos do mundo inteiro (principalmente de Canoa Quebrada, redondezas e Fortaleza,no Ceará) se reúnem para curtir o verdadeiro reggae, de frente para o perfeito mar de Canoa Quebrada. Conhecida por seus famosos luais, é o local ideal para a purificação total da alma e o encontro completo com natureza se seus quatro elementos: Fogo, Terra, Água, Ar. Embalando a todos com o melhor do Reggae até de manhã,com as famosas pedradas do reggae que não deixam ninguém parado. E quando o sol nasce é o ápice da positividade, traz a todos um momento único de revigoração e alegria. Esse é o Freedom Bar. Muita paz e muita vibração positiva.
Quem já foi, volta sempre! E quer saber? Deveria ser proibido passar por esta vida sem conhecer esse paraíso..
O Freedom Bar ,de Bruno Huart ,existe há 14 anos e acontecem vários eventos de reggae,como shows ao vivo e luais..
Lendas do reggae como Horace Andy,Cedric Myton do The Congos e R. Zee Jackson já se apresentaram no Freedom Bar..
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General Manager
Bruno Rasta
sexta-feira, setembro 08, 2017
CÃO DE RAÇA
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Cão De Raça é a banda que acompanha o baiano Edson Gomes há muitos anos,além de eventualmente tocar com membros de sua família,como os irmãos Tin Tim Gomes e Eddie Brown,e os filhos Isaque Gomes e Jeremias Gomes..
A banda brasileira de reggae que toca com Edson Gomes desde o início de sua carreira, tendo alta rotatividade de seus membros,e já tocaram nomes famosos como Nengo Vieira.
Membros passados ou presentes:
Adriana Novaes, Alberto , Alcione, América Branco, Angela Bastola, C. Marques, Cunha , Dalmo , David , Dhega, Ed Carlos , Edson Gomes, Ferreira Filho , Geraldo , Iracema, Jair Soares, Jandira , João Teoria, Jorge Thó, Júlio do Rosário, Lázaro Silva, Luis Maduro, Márcia Dias, Marco Oliveira , Marco Swing, Maromba , Monica Camalier, Nascimento , Nelma Marques, Nengo Vieira, Ney , Nivaldo Cerqueira, Osvaldo , Quinho, Ricardo Correia , Riquinho , Robson Nonato, Ruy Braga, Ruy De Brito, Sara Cronin , Scooby , Sinho Cerqueira, Tin Tim Gomes, Tony Vinícius, Virgínia , Webster , Zé Paulo ..
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https://www.discogs.com/artist/2473788-Banda-C%C3%A3o-de-Ra%C3%A7a
Marcadores:
Cão De Raça,
Eddie Brown,
Edson Gomes,
Tin Tim Gomes e Manassés
quinta-feira, agosto 31, 2017
ERA DE OURO DO REGGAE EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO
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A banda maranhense de Tribo de Jah - em ''Mr Fya Maker '',a terceira faixa do novo álbum da Tribo de Jah,onde o vocalista Fauzi Beydoun cita os gigantes da era de ouro do reggae no Maranhão,anos 1970 e 80´s.
Lendas,DJ´s e radiolas como Serralheiro,Natty Naffison,Ras Viegas da Liberdade,Jailder,Netuno do Pop Som,Ted Wilson e Zé Roxinho da Águia do Som,Carlinhos Tijolada,Elói da Menina Veneno,Antônio José com a Estrela do Som,Pedro Pedra,Dino Macedo,Chico do Reggae,Black ,Fred Sandro,Zequinha Rasta,Junior Black da Black Power..
A história do reggae com São Luís começa na década de 1970. As explicações para a chegada do ritmo no Maranhão são muitas, mas talvez a tese mais conhecida seja a de que marinheiros que chegavam ao porto de São Luís e de Cururupu deixavam discos trazidos da Jamaica nas zonas de prostituição para pagar pelos serviços..
A identificação com o ritmo foi tão grande que em pouco tempo o reggae se tornou a principal opção de lazer de São Luís através das famosas radiolas..
“Isso se enraizou de uma forma tão precisa aqui em São Luís que houve um tempo em que os proprietários de radiolas tiveram que viajar para buscar discos na Jamaica. Eles se tornaram verdadeiros expedicionários do reggae”, contou Fábio Araújo, presidente da comissão integrada do reggae e turismo de São Luís..
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http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2015/09/sao-luis-se-tornou-capital-do-reggae-na-decada-de-80.html
domingo, agosto 27, 2017
MUSEU DO REGGAE EM SÃO LUÍS
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São Luís ganhará o primeiro Museu do Reggae - A autorização do início do serviço de implantação do espaço será assinada hoje pelo governador Flávio Dino; o museu tem inauguração prevista para agosto deste ano - Por: Redação, com informações da assessoria Data: 11 de Maio de 2017 ...
A ‘massa regueira’ e admiradores das radiolas de reggae terão a oportunidade de contemplar aparelhos musicais do passado e de conhecer em detalhes os objetos que retratam a história deste estilo musical e de vida do Maranhão à Jamaica. A novidade começa a se concretizar hoje, Dia Nacional do Reggae. O prédio fica na Rua da Estrela, nº 124, Centro, em São Luís, a ‘Jamaica Brasileira’. O Museu do Reggae ficará integrado às casas de cultura da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur). A inauguração do espaço estava prevista para agosto de 2017. Serão 397 metros quadrados de área para o visitante. O ambiente oferecerá recursos tecnológicos, linha do tempo, recursos audiovisuais, história das radiolas, objetos característicos do reggae desde os antigos até os mais modernos e um espaço exclusivo para homenagear Bob Marley. “Este museu vem fortalecer o movimento reggae do Maranhão e também enfatizar o nosso nome de ‘Jamaica brasileira’. Com a fundação do local, outras gerações terão acesso à história do reggae”, diz a DJ e cantora de reggae Negra Glícia. A artista é conhecida pelo ritmo que toca nas radiolas das casas de reggae do estado e pela voz forte que ecoa nas lutas em defesa dos movimentos sociais, dando vez ao empoderamento, à militância feminina e espaço às mulheres negras. Para Negra Glícia, o Museu do Reggae é uma vitória de todos os maranhenses: “Mais uma conquista do que é nosso, do que é de raiz. A partir de agora é fortalecer e somar para que história do reggae fique disponível de forma material para todo mundo”. “Acho que valoriza todos nós, DJs, donos de radiola, donos de casa de reggae, bombonzeiros, produtores, cantores, todo mundo. É uma grande conquista para o Maranhão, quanto componente cultural nosso!”, ressalta. Velhos Guerreiros Regueiros- Com o imenso desafio de materializar memórias, construir a narrativa do ontem, do hoje e também tentar captar as tendências do amanhã, o DJ Ademar Danilo assume o cargo de diretor do Museu do Reggae. Ele conta que essa é a realização de um antigo sonho dos ‘velhos guerreiros regueiros’. “O reggae se presta a ser veículo de mensagens de liberdade, igualdade, paz, amor e harmonia. É uma música militante que combate preconceitos e discriminações”, afirma. Para o diretor, “o reggae, definitivamente, já é um elemento cultural do nosso povo e influencia na maneira do maranhense falar, vestir, dançar… A criação do Museu é o reconhecimento que o Governo do Maranhão dá à relevância que esse movimento tem no Estado”. O DJ e diretor ressalta a cadeia produtiva do ritmo que engloba todas as camadas sociais, étnicas e etárias do Estado: “Não é à toa que São Luís, é conhecida nacional e internacionalmente como a ‘Jamaica brasileira’”. Ademar agradece ao convite do governador Flávio Dino e diz esperar ter capacidade de corresponder à confiança. “Agradeço também o apoio firme e decidido de amplos setores do reggae, como a Comissão Integrada Reggae e Turismo (CIRT), DJs, bandas, radiolas, cantores, radialistas, dançarinos e apreciadores de uma boa ‘pedra de responsa’, complementa. Marco Histórico - Para celebrar o dia do reggae, o aniversário de Bob Marley e o marco da implantação do Museu do Reggae em São Luís, será realizado hoje um show com mais de 50 artistas. O evento, realizado pelo Governo do Estado, acontece a partir das 18h no Centro Histórico de São Luís, Praça da Criança (cruzamento da Rua da Estrela com a Rua de Nazaré)..
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https://oimparcial.com.br/noticias/2017/05/sao-luis-ganhara-o-primeiro-museu-reggae/.
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